O Diário de um Louco: Dia 2
Por actualizar.
Até lá, aluga-se este espaço.
Continuação: O Diário de um Louco: Dia 3.
Por isso sacam-me imperiais, é um remédio.
Estou mais leve no momento.
Moro no rés-do-chão da cafetaria
E ver passar a Rita faz-me sede...
Por actualizar.
Até lá, aluga-se este espaço.
Continuação: O Diário de um Louco: Dia 3.
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Continuação: O Diário de um Louco: Dia 2.
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Aconteceu certa vez, um gajo começar a fazer um post às 4:00 da manhã, tentando aproveitar o restante da inspiração de um atarefado dia de férias no qual não fez a ponta de um chavelho (não faço a mais pequena ideia de onde esta variante de corno provém, mas a minha mãe utiliza-a muitas vezes). O gajo bocejava e bocejava e bocejava, insistindo em não dormir, tentando por todos os meios justificar a hora a que acordara nesse dia, e a hora a que acordaria no dia seguinte, quando se lembrou de uma história que tinha tanto de hilariante como de espectacular. Contudo, de tanto esforçar os neurónios, desmaiou e ficou inconsciente sobre o teclado. Adormeceu profundamente à sua secretária sentado numa cadeira apoiada em rodas, quando eis que, na exacta altura em que foi possível ouvir-se um ronco maior, a cadeira esquivou-se para trás e o fulano bateu com os queixos no teclado, sendo projectado para trás, por ordem de um cromo qualquer chamado Newton que tinha a mania de brincar com fruta. Acabou a bater violentamente com a cabeça no chão (e ainda lhe dói), a mesma cabeça que colidiu contra a secretária assim que a criatura se começou a levantar.
Apesar de se ter esquecido da espectacular história hilariante, não perdeu a vontade de postar, estando aqui, com um hematoma na nuca, outro na testa, a contar uma outra história, não tão hilariante como a primeira, mas lá terá de servir:
A mulher que detestava a sua almofada
No tempo em que os animais falavam, uma senhora semelhante a muitas outras, passava noites inteiras em claro devido à sua almofada. Não por esta ser demasiado alta ou demasiado baixa, nem por ela ter uns vergonhosos desenhos do kamasutra na fronha, apesar de isso não a motivar a gostar dela. Também não era devido à sua forma rectangular, ou ao facto de conter penas dentro de si, isso era agradável. A grande razão da aversão à sua almofada é a existência de um botão dentro dela, camuflado num mar de penas.
Ela desconhece o objectivo do botão, e por essa razão não se atreve a tocar nele, e esse medo de morte das consequências do botão, faz com que ela tenha de dormir no chão, pois a almofada está pregada a cama por motivos do seu sono agitado. E a cama ao chão, para, no caso de um sismo, a cama não sair a dançar pela varanda fora, fazendo com que o candeeiro caísse no chão em vez de cair em cima do colchão.
Um dia, houve um grande acidente de viação na sua rua, fazendo-se notar por um chiar de pneus, seguido de um enorme estrondo que ecoou pela cidade inteira. A senhora acorreu à varanda do seu quarto, mas tropeçou numa lata de pêssego em calda, caindo agilmente em cima da cama. Deixou-se ficar deitada em cima dela e pôs-se a pensar como aquela lata tinha chegado ali. Lembrou-se então dos bombardeamentos alemães sobre Inglaterra, e, como ela se encontrava na Austrália, supôs que um javali tivesse amamentado a sua cria com uma bola de futebol americano. Como a cria se encontraria na estação da Fertagus do Areeiro, era possível que aquela lata tivesse chegado ali no cacilheiro, através de uma viagem sem bilhete. Quando percebeu que resolvera o enigma, começou a levantar-se, mas ao virar a cabeça para a esquerda, bateu com a verruga na sua ponta do nariz na almofada maldita, carregando no botão no seu interior e fazendo soar as sirenes da sua cave.
À medida que se dirigia para a cave, tropeçando-se com o medo que sentia, ouviu a campainha tocar e dirigiu-se para a porta. Lá encontrou um bombeiro que tocava corneta como um profissional que a avisou de que a lata estava lá por alguma razão. Quando ela lhe contou a história da cria do javali, o bombeiro encolheu os ombros e foi-se embora a tocar corneta, assobiando alegremente e cantarolando como uma criança.
Foi então que a mulher chegou à cave. Lá encontrou uma lata gigante e graças àquela lata teve pêssego de borla para o resto da sua vida.
NZL
Moral da história: Nunca se deve temer o que se desconhece, especialmente se o que se desconhecer tiver muita calda e se parecer com pêssego.
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Nerzhul
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Era uma vez uma Aspirina com ambições extraordinárias.
Ao contrário de todas as outras aspirinas, esta ambicionava sair da sua humilde caixa de genérico, passar para além das fronteiras do armário, e saber o que existe para lá dos portões da casa-de-banho-universal, guardados por extraordinárias e legendárias criaturas: um gigante frasco de Tantum Vermelho com dois gargalos e o seu mítico braço-direito, um Pepsamar de três cabeças. Contudo, a Aspirina não acreditava na existência de nenhuma dessas criaturas, chamava-as inclusivamente de fantasias, histórias para meter medo aos filhotes dos paracetamóis quando estes queriam ficar acordados até mais tarde, na véspera de um dia de escola.
Quando atingiu a maioridade, a Aspirina comunicou à sua família aquilo que aspirava realizar, a qual recebeu a notícia com alguma inquietude. Acharam inclusivamente que algo se passava com a embalagem da Aspirina, mas esta assegurou-os de que estava tudo bem. Porém, não conseguiu a autorização dos seus pais para realizar tal projecto, que inclusivamente a proibiram de sair da caixa após o jantar para se divertir com os seus amigos.
Certo dia, devido a um desacato entre os líderes das duas religiões dominantes no armário dos medicamentos, uma guerra irrompeu entre a prateleira do topo e a da base, vitimando quatro medicamentos civis logo no primeiro dia de hostilidades. Entre esses quatro, estavam a tia de Aspirina, que era meretriz, e o seu marido, que era canalizador. Gravemente ferido ficou o seu filho, um Aspegic comprometido desde nascença a casar-se com a sua prima Aspirina.
Quando soube da notícia, Aspirina correu a estimular Aspegic, que se encontrava em baixo e ameaçou suicidar-se rasgando o seu invólucro. Tanto estímulo fez com que ambos ficassem mais próximos e, uma semana depois, Aspirina perdeu a virgindade.
Mais vítimas sucederam-se. A guerra não parecia ter fim. A cada dia que passava, o perigo tornava-se num companheiro mais frequente entre os moradores do armário. Os pais de Aspirina começavam então a aceitar a ideia da sua filhinha aventurar-se no desconhecido, pois não se antevia um melhor futuro para ela, dentro do armário.
Por fim, após uma interminável hora de infindáveis súplicas aos seus pais, estes acabaram por ceder, autorizando-a a fazer o que bem entendesse da sua vida. E ela assim fez. Combinou com o seu noivo, e, no dia seguinte, bem cedo, partiriam à aventura, rumo ao desconhecido.
O grande dia chegou após uma noite mal dormida. Estava tudo preparado, desde os mantimentos até aos instrumentos de escuteiro de Aspirina. Uma longa despedida dos pais teve lugar mesmo no meio da prateleira, perante o olhar intriguista de um grupo de calmantes. Mãe e filha choravam. “Havemos de regressar”, assegurou-lhe Aspirina. “Até onde estão dispostos a ir?”, perguntou a mãe. Aspirina piscou-lhe o olho e respondeu: “Só pararemos quando deixarmos de acreditar em nós, mãe.”. A mãe sorriu, “Que Deus vos ajude.”, disse. E separaram-se finalmente.
Aspegic e Aspirina encaminhavam-se na direcção da prateleira da base. Lá encontrariam um fio dental e usariam-no para descer o armário, após forçar a abertura da sua enorme porta, para o que necessitariam da ajuda de uma forte caixa de Kompensan, que serviu de alavanca.
Tudo correu conforme planeado e a porta abriu-se. Aos olhos da Aspirina, o sol no tecto da casa-de-banho parecia brilhar mais intensamente e os mosaicos no chão pareciam mais belos que nunca. Aspirina começou a descer pelo fio dental, seguida de Aspegic.
Iam a meio do caminho quando ouviram uma explosão vinda do armário, à qual se seguiram pavorosos gritos. Conseguiam sentir dentro de si o que se passava no armário, e como consequência disso o fio oscilava de um lado para o outro, fazendo-os acelerar a sua descida. Ouviu-se outra explosão, e outra ainda. A última, na prateleira da base, fez cair a caixa de fio dental e foi então que o pior aconteceu. A caixa de fio dental foi projectada para a outra ponta da casa-de-banho, levando atrás de si os dois medicamentos, acabando por cair dentro da sanita aberta, juntamente com Aspirina e Aspegic. Aspegic afogava-se, incapacitado de respirar por dentro do seu invólucro. O invólucro genérico de Aspirina não se aguentou na água e rasgou-se numa macabra mistura de um espectáculo efervescente com os seus medonhos gritos desesperados. Aspegic desistira de resistir e estava agora a ir direito ao fundo da sanita enquanto Aspirina lutava contra a sua dissolução na água, acabando por dissolver-se mais rapidamente. Até que, por instantes, deixou de acreditar na sua hipótese de sobreviver e parou de lutar.
Perdera a noção do tempo e espaço, sentia-se agora muito leve, capaz de voar. Tomava consciência do que se passara, mas não conseguia raciocinar. Tentou abrir os olhos, mas não via senão uma enorme luz branca diante de si. Tudo era claro, mas nada fazia sentido. Encontrava-se entre a vida e a morte, e deixou-se ir. Se pensam que a odisseia de Aspirina terminara ali, estão muito enganados. A sua grande viagem só agora começara...
NZL
P.S.: Se isto não chegar para provar que eu não ando bem, fica aqui escrito que eu hoje sonhei com a pita cor-de-rosa...
P.P.S.: Mas não, não envolvia nada obsceno.
P.P.P.S.: Para além disso, tinha de estragar um post mais ou menos.. interessante.. com uma coisa estúpida que não lembra a ninguém..
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O título diz tudo. Neste post, o qual se tornará certamente num dos mais úteis da história dos Web-Logs, indicarei quais as medidas mais eficazes a tomar, para cada um dos potenciais cataclismos que se seguem, no caso de o Super-Homem não vir a existir nunca:
Invasão extra-terrestre
Toda a gente sabe que a primeira coisa que o extra-terrestre-mor pede quando chega a um soon-to-be-conquered-planet é que o levem ao líder desse planeta.. ora bem, se
a) mascararmos o líder do nosso planeta, seja ele o George Bush, a Angelina Jolie vestida de Lara Croft, ou até mesmo o Pinto da Costa, de Urso e
b) o ensinemos a falar extre-terrestrês, de modo a que possa ameaçar os homenzinhos verdes de serem devorados por nós, uma raça de "seres-ursanos", certamente conseguiremos afastar qualquer ameaça alienígena.
Vulcões
a) Estão a ver a fábrica de cortiça no Alentejo, ali junto a Santiago de Cacém? Lá fazem umas rolhas gigantes, preparadas para qualquer familiar do Etna! Por falar em Etna, os italianos na altura abominavam tudo o que é Made In Portugal, e por essa razão acabaram churrascados! Esperemos que tenham aprendido a lição.
Guerra Mundial
a) Mais vale prevenir que remediar, ou seja, é mais fácil evitar a guerra do que terminá-la depois de começada. Para evitar o começo de uma guerra mundial, umas quantas manifestações hippie e uns cravos ou rosas nos lança-mísseis resolverão o assunto.
b) No provável caso de a guerra ser começada, como consequência do seguimento das medidas da alínea a), basta arranjar uma Rita para sacar uma imperial ao presidente maldisposto. Depois da imperial sacada, o presidente perguntaria quanto tinha de pagar e a Rita, como sagrada zelosa da Paz, cobraria pelo bico um tratado de Paz para com o resto do mundo. Se o presidente tentasse fugir ao pagamento, a Rita invocaria o contrato por ele assinado antes da imperial, que certificava que o presidente teria de aceitar o pagamento, qualquer que este fosse.
Tsunamis, ondas gigantes, tempestades, cheias, chuvadas, derretimento do gelo dos pólos, banheiras grandes, chuveiros estragados, e outras coisas que envolvam muita água
a) Isto é tão simples que nem valia a pena estar aqui, mas como manual profissional que isto é, cá vai: Guarda-chuvas! Para que a humanidade sobreviva a uma catástrofe das acima mencionadas, basta que cada individuo saia à rua com o seu guarda-chuva aberto! Para isso será necessário um guarda-chuva para cada pessoa, solução somente possível se reabrirem a fábrica de chapéus-de-chuva do Funchal, encerrada depois de ser julgada como um local de tráfico de dicionários.
É claro que nesse caso, a sobrevivência da humanidade estaria dependente da língua portuguesa e dos tribunais, o que seria péssimo, pois não poderemos contar com nenhum destes.
b) No caso da medida acima falhar, podemos sempre recorrer a uma campânula ou uma muralha de esponja inteligente, que absorveria a água quando esta nos ameaçasse. Para isso basta-nos ir buscar a grande esponja perdida de Antlantida. Simples não?
Avalanches
Indícios de uma avalanche: “Ai a neve tãããããããão fofinha.. ai que neve tããããããão branquinha.. ai que eu gosto taaaaaaaanto de neve.. ‘peeeera lá………… ai que calhaus de gelo tão graaaaaaaandes a cair em cima de mim não tarda, fdx deixa cá fugir!! aaarrggghhh!!”
a) Colocar um aquecedor gigante em cada montanha. Com a neve derretida não há maneira de cair pedregulhos de gelo cá abaixo.. Como muita neve derretida gera muita água fria, a solução é construir viadutos gigantes para cada montanha, em direcção ao deserto do Sarah. O sol evaporaria a água. Depois havia muitas nuvens e choveria muito, portanto voltava tudo ao mesmo.. hmmm.. deixem-me pensar.. errr.. metia-se a água toda num foguetão-piscina e atirávamo-lo pilotado pelo Saddam contra o Sol. Víamo-nos livres da água e do terrorista.
Era Glaciar
Anos e anos de temperaturas geladas? Muito simples:
a) Assim que esta época gelada começar, toda a gente deverá correr à worten comprar uma torre igual à do meu computador e uma motherboard e fonte de alimentação idênticas também. Têm de ser o mais parecido possível devido à capacidade de ventilação desta máquina. Se toda a gente comprar pelo menos um conjunto desses, ficamos com pelo menos 6,4 biliões de aquecedores potentíssimos, que gerariam cerca de 25.600.000.000º C, o suficiente para aquecer qualquer tipo de planeta. É possível que existisse falta de electricidade a nível mundial. Mas não tenho nada a ver com isso, a culpa é deste mundo mal preparado!!
Seca ou Incêndios em massa
a) Vede as “Avalanches”. No sítio onde se lê “em direcção ao deserto do Sarah.”, deverá ler-se “em direcção ao local onde existe seca/incêndio.”. Caguem no que diz a seguir.
b) Se por acaso já gastaram o gelo como prevenção das avalanches, podem sempre viajar a Neptuno e fanar alguma água de lá, não se esqueçam é dos garrafões cá na Terra!
c) Caso se esqueçam mesmo dos garrafões, podem sempre usar um foguetão-piscina..
Tornados
a1) Pegar numa das irritantes carrinhas amarelas ao serviço da vigilância das praias em época balnear e percorrer toda a costa portuguesa com um mandato de captura de pára-ventos.
a2) Quando todos os pára-ventos forem reunidos, deverão ser colocados na formação táctica de aproximação ao distúrbio ventoso. Por outras palavras, façam um círculo à volta do dito tornado com eles.
Meteorito em rota de colisão com a Terra
Em todos os filmes em que vai haver um grande impacto de meteoro, a solução ideal é disparar um míssil contra este. Ou então, ainda mais audacioso, viajar até ao calhau em causa, e enterrar lá uma bomba catastrófica como maneira de dizer que nós cá na terra não gostamos de lixo espacial. Se acham que isto resolveria o assunto, enganam-se.
a) Quem iria fornecer o dito míssil ou a dita bomba.. hein?? ah pois.. devem pensar que os EUA têm muito material de guerra.. bem.. por acaso até têm.. mas há um pequeno senão.. se por acaso a.. Coreia sobrevivesse ao impacto do asteróide, que míssil é que os States mandavam para lá? Ah.. pois!! Está claro! Já não tinham míssil, porque foram idiotas ao ponto de desperdiçá-lo contra um calhau voador! O que é que os outros países diriam de tal atitude irreflectida??? Hein??
Ainda se fosse contra o gato da vizinha! Aquela velha irritante possuidora de árvores cujos ramos invadem a propriedade alheia sem dó nem piedade! Um deles inclusivamente entrou-me pela janela do quarto adentro, partindo-a, e ia-me acertando no olho. A sorte é que eu consegui utilizar um cd como escudo. Sorte é como quem diz, um ninho de pássaros que se encontrava pendurado numa folha da árvore conseguiu atravessar o cd pelo furo no centro e foi-me bater no braço, deixando-me uma marca.
Bem, pode ser que agora fique inteligente como o Pitágoras, basta que os meus pés cresçam um pouco. Seja como for, a porcaria do ninho doeu. Não há para aí um míssil guardado? O meteoro pode esperar.. para ver se o raio dos pardais aprendem!
b) (*afinal são duas alíneas) Estou mesmo a imaginar a discussão entre os EUA e a Coreia do Norte sobre quem disparava o míssil. Estava o meteoro a cair, prestes a transformar o planeta num lago de lava, a aniquilar toda a vida existente na Terra, enquanto os EUA e a Coreia debatiam sobre quem deveria atirar o míssil. Faltariam 2 minutos para o impacto e ainda estavam lá eles: "Pois, tu queres que eu destrua o cometa para não te poder atirar com o míssil depois!!!"; "É mentira! Tu queres é o petróleo transportado pelo rochedo!! Seus...... eunucos...... americanos!!!"
c) (*três, peço desculpa) É aqui que entra Portugal!! Faltariam cerca de 40 segundos para o impacto quando o governo decidira que era melhor mandar o nosso homem melhor qualificado num foguetão espacial para meter uma bomba no meteorito. Assim, foi dada uma fisga ao vizinho do Rumba e este foi posto num avião de papel em direcção ao rochedo. O rochedo ia em direcção do puto, que estava lixado, pois esquecera-se de trazer pedras para a fisga. No entanto, o meteorito acabava por bater no aviãozito que o desvia, fazendo-o bater contra Marte. A Terra ficaria salva, mas o puto morreria (YEAH! É o meu manual, eu é que sei!! Muahahah!..) e o impacto do meteoro em Marte destruiria as sondas dos EUA e também a Europeia, fazendo com que vários países por todo o mundo começassem uma guerra mundial contra Portugal! Aquelas máquinas fotográficas evoluídas foram caras!
d) (*quatro) (Hmmm… eu nunca disse quantas alíneas eram…) Com isto esqueci-me do que ia a escrever..
Terramotos
Já se questionaram por que razão o chão não tem tremido cá em Portugal nos últimos tempos? Porque temos a Michelle!! O chão quando vai pensar em tremer, vê o semáforo vermelho e PÁRA TUDO!, esquecendo-se daquilo que planeara fazer. O plano é o seguinte:
a1) O Nerzhul come o nariz à Michelle;
a2) Mascara-se a Michelle de ovelha;
a3) Coloca-se à volta do pescoço da Michelle uma placa a dizer Dolly II;
a4) Manda-se a “Micholly” para a Escócia;
a5) Espera-se uma semana;
a6) Captura-se e envia-se um Urso para a Escócia com um sinal colado na testa a dizer: “Se não clonam umas centenas de Micholly’s, e enviam um clone para cada país, eu ataco-vos a todos. Não se esqueçam de enviar a original para a Sobreda. E de comer muita sopa.”
a7) Espera-se um mês;
a8) Quando a Micholly chegar à Sobreda novamente, tira-se-lhe a máscara e a placa;
a9) O Nerzhul come o nariz à Michelle original várias vezes ininterruptamente;
Depois disto, cada país terá o seu semáforo ambulante, supressor profissional de terramotos.
Ataque de Ursos
a) Mandar um e-mail para aqui a pedir ajuda aos Brigada Anti-Ursos o mais depressa possível. No entanto, devido à burocracia, os BAU poderão tardar em chegar, pelo que enquanto estes chegam e não chegam, o melhor é tomar algumas precauções:
Ataque de Ursos por terra
a) Deverão ser vedadas todas as comunicações do chão natural com espaços verdes, tais como jardins, florestas, canteiros, etc.
b) Deverão ser minados e plantadas armadilhas para Ursos em todos os terrenos circundantes das zonas referidas em a).
c) Se não os conseguirmos vencer, juntemo-nos a eles. Toda a população humana deverá mascarar-se de Urso, para que os atacantes não nos consigam distinguir deles próprios. Contudo, no final das hostilidades, haverá um problema.. nós próprios não saberemos quem é quem. Se calhar o melhor é esquecerem esta alínea.
Ataque de Ursos por mar
a) Se vierem de navio-de-guerra, basta construir uma fisga gigante, colocar um iceberg em posição de disparo, e dispará-lo contra o navio de modo a afundá-lo. Quando este for ao fundo, os Ursos saltarão do barco e nadarão até à costa. Ver alíneas c).
b) Se vierem de submarino, contactem o jardim zoológico mais próximo e apelem pela MD: Máfia dos Delfins. Atenção: Os golfinhos só aceitam dólares americanos.
Em seguida, indiquem aos golfinhos o local da ameaça ursista e deixem-nos trabalhar!! Os golfinhos desactivarão o submarino com as suas mandíbulas, mas não conseguirão derrotar os Ursos por causa da sua retórica e dos seus invariáveis insultos: “Gó-ti-cós!”, de modo que estes sairão do inutilizável submarino e prosseguirão a nado. Ver alíneas c).
c1) Se vieram a nado, deverão ser colocadas metralhadoras em toda a costa do país em causa. As metralhadoras deverão ser disparadas assim que estes começarem a subir pela costa. Sabe-se que os Ursos usam capacetes e armaduras, portanto o melhor é apontar as armas às rótulas das bestas ferozes.
c2) Armadilhas para Ursos, MUITAS armadilhas para Ursos por todo o lado.
c3) Minas anti-pessoais enterradas nas praias também ajudarão. A ETA espanhola deverá ser contactada para esse efeito.
c4) No caso dos Ursos conseguirem entrar nas cidades, a melhor arma contra eles é não ligar nenhum ao que eles insinuam. Mas mesmo utilizando essa técnica, os Ursos são extremamente perigosos, pelo que a ajuda dos BAU será imprescindível.
Todas as catástrofes acima mencionadas, ao mesmo tempo
a1) Arranjar um bunker bem equipado.
a2) Não perder a calma.
b) Rezar.
O autor, aquele que espera que o manual seja de utilidade no futuro,
NZL
P.S.:
Apocalipse
a1) Tiro de Sniper na cabeça do Cristo.
a2) Tiro de Sniper na cabeça do Anti-Cristo.
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Cá está a teoria criada sexta-feira, 7 de Maio de 2004 pelos BAU, convertida em flash.
Está fraco, mas é o melhor possível com a minha reduzida experiência de flash.
Como foi feito numa "altura reservada ao Imperialium", resolvi postar este nojo.
NZL
P.S.:Para fazer download deste filme, façam right-click aqui e cliquem "Guardar destino como..." ou "Save target as..."
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Neste post contarei a história de alguém que nasceu desobediente, cresceu indisciplinado e morreu rebelde.
Em exclusivo para o Imperialium, a história de Miguel Mortilho:
Era a véspera de Natal de 1989, quando Filomena Mortilho fez nascer o seu rebento, num táxi que se deslocava na direcção do Hospital de Santa Maria. Como se pode imaginar, o taxista não era um excepcional parteiro, mas acabou por fazer um bom curativo na cabeça do bebé, após tê-lo deixado cair acidentalmente no chão do seu Mercedes.. A gasolina sobressalente que se encontrava no porta-bagagens do táxi serviu perfeitamente como desinfectante da ferida. Talvez se deva a este incidente o comportamento de Miguel para o resto da sua vida.
Miguel era um rapaz enérgico, um autêntico reguila, como lhe chamava a sua mãe.
Quando chegou à primária, a primeira coisa que fez foi apalpar a sua professora, que não se mostrou muito chateada com o acontecido. No segundo dia de aulas, baixou-lhe a saia à frente de todos os seus colegas e dessa vez notou-se algum incómodo na cara dela. No terceiro dia de aulas, colocou uma bolinha verde desconhecida na sopa da sua instrutora, não se sabendo se ficou ou não irritada, pois acabou por falecer horas mais tarde, num centro Anti-Venenos, por razões desconhecidas.
A sua mãe, D. Filomena, resolveu iniciá-lo à doutrina cristã, mas desistiu quando, ao assistir à santa Eucaristia com Miguel, este puxou a toalha da mesa da capela, atirando ao chão não só um livro, um prato com pão e um copo com vinho, mas também dois candelabros com quatro velas acesas, que pegaram fogo à capela, provocando um incêndio que vitimou o padre e três acólitos deste.
Após um mês inteiro sem aulas, chegou uma professora substituta, mas nem por isso Miguel acalmou. D. Ernestina era uma experiente professora anciã, perita nas leis da vida, mas segundo Miguel, não passava de uma “Velha feia e chata com um rabo grande como o caraças”, e era assim que este lhe chamava nas ameaças mortais que rabiscava no quadro, com giz vermelho, acompanhadas de hediondos desenhos que envolviam nudez com bisturis de meio metro e violência com extintores.
Miguel tornou-se num jovem sociável respeitado pelo seu grupo de amigos. Basta dizer que quem o não respeitasse, era apelidado de narcisista pedante e se protestasse muito, era infamado de ser seu próprio pai. Se, mesmo assim, continuasse a protestar, era arremessado com patinhos de borracha. No improvável caso de sobreviver aos patos guinchadores, era denunciado aos ursos e aos pardais, e estes persegui-lo-iam até ao campo de volley. Chegado ao campo de volley, no caso de gostar de lá estar, seria também ele respeitado e juntar-se-ia ao grupo de Miguel.
Miguel tinha 11 anos quando recebeu o seu primeiro computador e 13 anos quando se ligou à Internet. Facilmente se adaptou a este meio de comunicação. Nas duas primeiras semanas, o seu passatempo favorito foi conhecer pessoas novas. A certa altura, chegou à conclusão que o que fazia era uma estupidez e insultou quem conhecera de pseudo-intelectuais da treta, e ameaçou-os de dizer mal deles num Blog. O blog foi feito, e as expectativas eram altas, mas após o primeiro Post entendeu que “Bloggar” não era Fát e por isso parou. O resultado foi o seguinte: LINK!
Chegou ao 8º ano e foi traído pela sua namorada. Rapidamente descobriu com quem ela o tinha enganado e arrastou o miserável pelos colarinhos até ao Pinhal Novo, onde o pendurou num pinheiro e o empalou pelo ânus até à caixa torácica. De seguida cortou-o em vários pedaços e regou-os com gasolina. Depois acrescentou azeite, vinagre e umas rodelinhas de pepino e tomate. Acrescentou mostarda e molho bechamel que trouxera de casa. Quando tudo ficava com um aspecto delicioso, pegou fogo ao pirex e admirou o espectáculo pirotécnico.
Chegou a casa e contou à ex-namorada o sucedido. Como seria de esperar, ela ficou bastante impressionada com Miguel e perguntou-lhe se tinha ponderado em seguir uma carreira de cozinheiro. Este respondeu-lhe negativamente, mandando-a para a P*** que a pariu e desligando-lhe o telefone na cara. Dois anos depois, foi visto a trabalhar num restaurante do Bairro Alto como cozinheiro.
Foi nesse mesmo local que Miguel conhecera a mulher da sua vida. Era uma fascinante ruiva de olhos azuis, empregada de mesa no restaurante, que lhe fazia lembrar a sua primeira professora da primária. Apaixonaram-se um pelo outro, mas infelizmente acabaram por ser os dois despedidos quando foram vistos pelo gerente a fazer-meninos na dispensa do restaurante. Continuaram-se a ver, e dois dias depois da morte do gerente que apareceu crucificado na parede da casa-de-banho do restaurante, cortado e espetado com bisturis e coberto de espuma de extintor, Miguel e Diana casaram-se.
Diana recuperou o seu trabalho no restaurante, mas Miguel foi à procura de algo diferente. Após ter sido colocado e despedido em sete profissões diferentes, acabou por se fixar numa morgue em Lisboa, cujos primeiros clientes foram seis dos sete patrões que tivera, que morreram todos com uma espinha entalada na garganta, segundo as certidões de óbito.
Diana, que nunca concordara com a nova profissão de Miguel, fugiu para fora do país, levando com ela todas as suas posses e as de Miguel, e também o seu filho que transportava no ventre, deixando Miguel frustrado com a sua própria vida. Por diversas vezes ocorreu-lhe terminar com a sua vida, mas como não confiava em ninguém de lá da morgue, optou por planos menos radicais. E foi assim que pegou fogo à sua casa.
Os anos passaram e Miguel, agora chamado de Sr.Mortilho, arrependeu-se de pegar fogo à casa irreflectidamente, e foi viver para casa de seus pais. Meses depois, o seu pai falece de leucemia crónica e dois dias depois a mãe morre de mágoa.
Após estas duas mortes, Mortilho conseguiu manter a calma, mas quando foi despedido perdeu a cabeça. Pegou por isso fogo à casa de sua mãe. Mais uma vez se arrependeu, como foi possível reparar por expressões como: “Fdx! Ca ganda besta quadrada que eu sou!!” ou “Porra, que eu sou muita parvo.. agora onde é que vou desenvolver os meus planos para acabar com o mundo?!”. A resposta estava numa paragem da Carris no Bairro Alto, que sem dúvida oferecia uma forte resistência contra uma possível Era Glaciar ou um impacto de meteoro, mas nunca contra um ataque bem coordenado de ursos sofistas vendedores de seguros de porta em porta. A paragem em causa é uma de vidro que até tem um banco, situada numa rua grande, ao pé de um caixote do lixo.
Era no fundo desse caixote do lixo que Mortilho guardava os seus dois únicos pertences: um cobertor bolorento e uma cadeira de rodas de bolso. Quando, um dia, acordou e viu o aviso de evicção colado no vidro da paragem ficou fulo e começou a agredir as pessoas que estavam em pé à espera da camioneta. Toda a gente ficou no chão a sangrar, gemendo e contorcendo-se enquanto Mortilho os mandava calar, esperando pacientemente a camioneta. Quando esta chegou, entrou nela e desancou o motorista, com a cadeira de rodas que tirou do bolso.
Fez passar o seu bilhete pela máquina e tomou conta da camioneta, ameaçando todos os passageiros de morte à cadeirada caso tugissem, e conduziu-a até a Assembleia da República, pois queria perguntar aos ministros por que o expulsavam da sua paragem. A caminho da Assembleia, não parou num semáforo que se encontrava vermelho e, como consequência disso, um polícia sinaleiro arremessou o seu apito em direcção ao pára-brisas da camioneta. O vidro partiu-se com o impacto do apito e diversos vidros voaram desenfreadamente na direcção de Mortilho, que acabou por morrer de fome, ao ver que tinha um fragmento de vidro espetado na testa.
Descansa em Paz, caro Miguel.
NZL
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Estava eu a remexer na arrecadação deste nosso blog quando me lembrei de fazer, também eu, um “Compacto escolar semanal”. Vou aproveitar esta ideia original do Gothicstuff, mais tarde adoptada e adaptada pelo SSS, de quem roubei o título, e vou-me pôr a escrever aqui sobre as porcarias que acontecem ao longo desta primeira semana de Maio. Agradeço desde já a ideia a estes dois Imperialistas..
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Segunda-Feira, 3 de Maio de 2004
Um dia que não ficou marcado por nenhuma alteração extraordinária.
Ficou mais uma vez patente na nossa turma, a presença de gente cujo objectivo na vida é marcar presença. Em vez de anular a matrícula e ir para casa fazer o mesmo que fazem nas aulas.. ou ir procurar um emprego para ganhar algum, não estão ali a fazer nada, senão a estragar a vida aos outros. Eles é que sabem.. sejam eles inteligentes à sua maneira.
Noutras notícias, soube-se hoje que não teremos TI provisoriamente. Podemos então contar com a ausência do nosso professor favorito até ao dia 15 do corrente mês. Vai ser bonito subir as notas com duas semanas e meia de aulas. Se não as subirmos, subíssemos: “a culpa é nossa!”.
Noutras notícias ainda, o SSS continua apanhado do clima.. frases como: “Vamos ao E!” deixam poucas dúvidas sobre o que vai na cabeça desta personagem.
Quanto ao Gothicstuff, continua obcecado pela sua Moça e as saudades torturam-no. Hoje deu a entender que pensa que arranjar telemóvel lhe vai reduzir as saudades..
O Rumba, já vai no “Números 19”, ou pelo menos é isso que parece. Está neste momento obcecado pela Sílvia, após ter feito uma digressão de amores pela Susana e pela Suse.
O Abutre continua.........................................................abutre..
Ao que parece está toda a gente a precisar de férias..
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Terça-Feira, 4 de Maio de 2004
As aulas parecem passar mais rápido que os furos.
Hoje, como seria de esperar, não tivemos TI.. o resultado foram 90 minutos mais secantes do que a aula prometia ser.
Alguém se espetou contra o carro da Já-Não-Vens. Felizmente para esta, infelizmente para outros, a acidentada foi esperta e descobriu quem foi que falhou com a estrada. Na realidade não foi um acto de esperteza, teve a sorte de ter uma testemunha.. mas não digam a ninguém..
Para além de hoje ter sido o dia de ir de branco para a escola, assim como a minha amiga Ana (Kanuca por empréstimo), hoje foi também o dia das Ciências. Por outras palavras, hoje, desde há muito tempo, fizemos algo em TLP. Não foi algo propriamente agradável visto que andámos de sala em sala a observar experiências envolvendo pouca luz ou muita espuma. Com o primeiro tipo, aprendi que o fenómeno de Quimioluminiscência serve para ajudar os predadores dos desenhos animados a jantar peixinhos vermelhos ou azuis, consoante a altura do dia.. Com o último, aprendi algo espectacular: o Word® tem como sinónimo de “espuma” a palavra “excita-se”!!! E depois havia qualquer coisa que envolvia clubes futebolísticos, vulcões e magia.. tudo ao mesmo tempo.. “Hmmm”.. já esqueci..
De resto, parece estar tudo na mesma.. pelos vistos uns, *cough*GothicStuff*cough* esperam a Quinta-Feira, outros a Quarta-Feira, outros não esperam nada..
O Gothicstuff faz chamadas de 2 horas, matando saudades..
O que se passa na cabeça do SSS é uma incógnita..
O Rumba prefere neste momento “Os Maias” à Bíblia..
E eu calho sempre de olhar para o sítio errado na hora errada..
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Quarta-Feira, 5 de Maio de 2004
As aulas continuam a passar bem rápido..
Descobri que estou perdidamente apaixonado pela Ana (Kanuca por empréstimo). Na realidade não estou, mas como este post está a ser enfadonho, temos de trazer algo de novo, apesar de falso. Falsos não são os monólogos do Gothicstuff que dão muito que escrever nas aulas de físico-química.. Falsos são os olhares vagos lançados às manchas que se deveriam assemelhar a janelas, que na realidade se assemelham ao cabelo denominado de “giro”. Falsos serão..? os olhares dessas manchas retribuídos.
Mais uma vez, e para grande desgosto de todos, não tivemos TI. Nesse furo, o Rumba contagiou-me a vontade de ler “Os Maias” e foi a ler que os 45 minutos foram passados na biblioteca. É triste termos de perder tanto tempo da nossa vida a ler um medicamento para insónias fora do prazo escrito por gente que critica a sua própria posição social.
Este dia ficou marcado pela grande descoberta científica: Cientistas de alto gabarito concluíram após anos de pesquisa e experimentação que João “Amarelo” e Cátia Michelle ou são a mesma pessoa ou são incompatíveis numa relação espaço-tempo, por outras palavras, eles não podem aparecer ao mesmo tempo no mesmo sítio, nem podem pronunciar ambos os seus nomes na mesma frase sem começarem a sangrar pelo canal lacrimal, contorcendo-se com violentas compulsões no tórax direito e no central. Este problema de Coexistência ou de Incompatibilidade Social “será debatido mais adiante”..
Noutras notícias (isto está-se a tornar repetitivo), o GothicStuff anseia agora pela sexta-feira, o Rumba quer ler até ao capítulo IX daquele livro secante, inspirador deste post que escrevo, o SSS quer a “rechonchuda de cabelo castanho” e anseia agora pela visita de estudo, perdão, a *ida ao teatro de terça-feira, que envolverá todos os 11ºs anos. Eu keRo a KaNuCa.
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Quinta-Feira, 6 de Maio de 2004
Outro dia que passou rápido o suficiente..
O dia começou com uma dentada autofagista, dada por mim, na minha própria língua. Este dia foi por isso apelidado de “Brigada Anti-Ursos (aka Clan do Folhado Misto) and the Quest for The Holy Female Vampire (aka Uma Vamp Toda Boa)”. Visto que a língua do Nerzhul estava a jorrar sangue a 3 litros de cada vez.. na realidade foram só umas pinguinhas.. mas doeu o suficiente.. Como alguém disse.. “[Vamp,] chupa-me a língua enquanto te mordo o pescoço”.. Ass: Abutre!!
Por falar nele, descobrimos hoje que “O Gajo que Gosta da Inês” está chateado consigo mesmo por ter deixado fugir a sua pita.. err.. *namorada.. sem a ter levado para a cama.. por outras palavras.. “O Marco deixou queimar o estrugido.”.. um estrugido que custou 60 contos, por causa de um telemóvel de 40 mil escudos, que acabou por custar 150 euros.. esse telemóvel e o seu custo não passam de uma memória infeliz..
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Sexta-Feira, 7 de Maio de 2004
Na minha modesta ideia, o dia desmedidamente distinto desta hebdómada. Porra!, que fazer aliterações custa!!
Este dia será para sempre recordado como a renúncia do GothicStuff face à tecnologia.. Meus amigos.. o Criminoso-Discriminado arranjou telemóvel! Segundo o Muito-Recentemente-Criminoso-Discriminado, a culpa da existência do telemóvel baseia-se numa pessoa com quem passará a tarde do dia de hoje, num momento pelo qual ansiou a semana toda e que foi por diversas vezes adiado..
Hoje criou-se uma teoria, célebre a seu devido tempo, sobre as explosões dos planetas "Cocó", que necessitarão de barquinhos para navegar na lava. Mais tarde descobrimos que esses barquinhos podem ser "Catamarãs" ou, se preferirem, "Camarões com uma vela, que se parecem com Hamburgers".
No mesmo dia em que a KaNuCa foi vista novamente, descobriu-se também que o João “Amarelo” (cf. Dia 5) é também incompatível numa relação espaço-tempo com o professor de português, a quem alguém chamou de “Gi-Gi” (Fdx!). Algo me diz que o “xOaO”-“Amarelo” está a um passo de ser chamado de “O Ser Anti-Ser”.
Também hoje houve “Apresentações de trabalhos”, ou melhor, “Apresentações de desportos sobre as quais os referidos trabalhos incidem”. A apresentação foi tão boa que toda a gente se sentiu mal, e todos fomos até lá fora apanhar ar.. por outras palavras, a stôra mandou-nos ir para o campo a 2 minutos do final da aula e toda a gente acreditou que não era para nos pôr porta fora..
Foi bom termos vindo cá para fora.. o Abutre estava a ficar um pouco irritante pois só falava na Inês.. foi da maneira que trocou os piropos a ela dirigidos, para insultos caluniosos e insolentes na direcção da nossa tão respeitada professora de educação física.
Finalmente, este dia ficará anotado no meu diário como o dia em que toda a turma e a Baldas-Nos-Primeiros-Quarenta-e-Cinco-Minutos-Da-Manhã (aka a senhora professora de matemática que se queixa de falta de tempo de aulas) ficaram a saber da existência de uma PiPoCa, também chamada de KaNuCa, produto da amabilidade do Mirras que se chibou do que ele sabia.. está na hora de o queimar do aldrabão que ele é ao sair uns 10 minutos antes da hora da camioneta passar.. Acabei por ser o queimado e não o queimador do SSS, que descobriu hoje que o nome da Excêntrica dos Fritos, é Ana.
Para acabar este dia, quero desejar boa sorte ao GothicStuff e confessar a todos que me faz falta uma tábua de passar a ferro cá em casa.. Ana, Pita Satânica, Mais Alta Delas Todas, Kanuca por empréstimo, queres casar comigo??
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Cá está o resumo desta semana.. apesar de não querer tirar conclusões sobre esta semana, essa tarefa deixo-vos a vós, leitores, posso seguramente dizer que foi uma semana que passou, e já não falta para a nossa morte..
Numa perspectiva mais optimista, menos realista, falta menos uma semana para a nossa “possível-próxima-vida”..
NZL
P.S.:Este resumo não pretende ser hilariante. Pretende sim, ser um relato dos acontecimentos desta semana.. se acharam maçador, queixem-se a Deus.
P.P.S.:Com isto tudo, descobri que hebdómada quer dizer semana..
Eis que o escolhido morreu. Um Dragão-Gato licenciado em cibernética, cuja morte abalará e sensibilizará toda a Humanidade por esse Universo fora, isto por ter sido atravessado a laser em sete zonas do corpo, na Nova Lituânia, após a 2ª Grande Peste.
Devido aos imigrantes gerados por esse evento, a Nova Lituânia e a Mandalânia passaram a ser os principais exportadores de carne de gafanhoto-urâniano para todo o mundo, uma indústria cujos lucros serão somente comparáveis às receitas do tributo de todo o Império Neo-Católico, ou às importações de resíduos hidrogénico-atómicos, vindos da galáxia de Antling para a Lua. A Nova Lituânia tornar-se-á na maior potência a nível mundial e segunda maior a nível universal, após invadir a Mandalânia com o seu exército de andorinhas bígamas com diarreia.
Da galáxia de Antling provirá uma terceira peste que vitimará um dos quatro líderes do Neo-catolicismo marciano e ferirá gravemente o terceiro Messias desta religião. Os inquéritos feitos nos planetas Japeto e Clémine revelar-se-ão inconclusivos e ninguém suspeitará que a praga tivera origem informática, a partir de um dos terminais inteligentes de um membro dos aliados intergalácticos, que sabotou o sistema informático de Andromeda. Esta peste extinguirá definitivamente a raça Crelsïng, devido ao incómodo a estes causado pelos Autoclismos-avariados-que-voam-baixinho. Também vítima da Peste dos Autoclismos será parte dos arrumadores de naves espaciais da família real das Figueiras, perdendo assim a independência tão arduamente obtida pelos esquilos incendiários, na sua luta contra a Neo-Pide, renomeada de Antropokeróides por volta do segundo kronos.
Algumas semanas após a destruição do cometa Halley, ocorrerá um terramoto que dará origem a um derrame numa central termoelectrónica no Perú que vitimará apenas os trabalhadores robot que lá se encontravam. Este cataclismo evitado serviu para testar o sistema de segurança dos URUE, que utilizaram os seus HL70 para isolar hermeticamente o local. Escaparão, no entanto, radiações hidrogénico-electrónicas através de uma falha tectónica que contaminarão os lençóis de água naquele local e consecutivamente a central de tratamento bio-aquática, só se restabelecendo no final da segunda fase de terraformação de Europa.
O início do quarto kronos será marcado pelo nascimento do Neo-Satanicismo, construído nos alicerces do Satanismo, cujo líder será conhecido por ter assaltado os tesouros do Neo-Catolicismo. Este marciano, filho de pais terráqueos, será aclamado por muitos como aquele que vem em nome do Neo-Demónio, e por isso denominado de Neo-Zé. Contudo, Neo-Zé morrerá sem assassinar o quarto Messias e será só o seu filho, Neo-Iscas que triunfará sobre o exército de Arcanjos do quarto Messias e todos os seguidores deste.
Neo-Iscas conseguirá aprisionar grande parte dos chefes de estado da Terra e o seu filho, McIscas será no final do sexto kronos consagrado Imperador. O seu reinado de tirania será expandido ao resto da Via Láctea e prevalecerá durante três séculos, altura em que acabará o tempo de purgatório de Smoothie e este regressará do reino dos mortos, por chamamento do deus dos testemunhas do Novo-Jeová. Smoothie acabará com o Despotismo Iscano e restituirá a democracia política e religiosa a todo o domínio terráqueo.
KK
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Nerzhul
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Era uma vez, um gato que odiava todos aqueles que escrevem histórias começadas por “Era uma vez”. Como esse gato cospe fogo sobre quem não gosta, vou modificar o início da história. Não quero acabar grelhado num restaurante canibal e exportado como restos de comida para o estrangeiro.
A história a sério começa aqui:
Era uma vez um gajo que andava sempre a fugir de um animal que não era senão o Smoothie. "Um" Smoothie é o que se chama ao cruzamento entre um gato persa e um dragão vermelho. Esse gajo, que estranhamente andava sempre com o cabelo chamuscado, era amigo de um outro fulano que trabalhava num frondoso circo, caracterizado pela enorme tenda que se erguia imponentemente perto das barracas reservadas para os animais. Entre esses animais estava o gatinho alado, mais conhecido por Smoothie. Entre os funcionários do circo estava um tratador, o homem que perdera os suspensórios numa explosão no Kuwait. É sobre ele que esta história incide.
Após a explosão, restava a Guelsen procurar uns suspensórios novos, só com estes poderia ele desempenhar a sua função de Anticristo na corte del Rei D. Schnek Schnek IV. Como não fica bem a um anticristo usar suspensórios com o mickey lá desenhado, Guelsen acabou por comprar uns com o Pato Donald, que era o seu ídolo (bem, ao menos esse comia a rata à pata em vez de comer a rata à rata).
Encontrados os suspensórios, Guelsen partiu em direcção a Sacavém, com o objectivo de torturar um ananás até à morte, isto porque os ananases para além de serem amarelos, têm umas verduras muita verdes em cima. Guelsen embirrava com esse género de coisas.
Guelsen não só encontrou um ananás como, para sua grande satisfação, encontrou dois ananases e uma papaia que destes se encontrava refém.
Foi para casa comer uma salada de fruta. Mandou a criada descascar os ananases lenta e sadicamente quando pegou na papaia e lhe foi mostrar um pouco da vida na cidade. Virou-se para a papaia e disse “Esta é a cidade! Deves evitar ao máximo vir aqui, pois a morte observa-te e aguarda-te de dentro dos estômagos dos polvos gigantes moradores em todo o beco sombrio, nestas ruas estreitas da capital. É isso e os graffittis nas paredes. Pode não parecer, mas isso são marcas de uma antiga civilização canibal que aqui viveu. Diz-se que quando menos se espera, saem laminas afiadas de dentro das paredes que contêm esses fantasmagóricos exemplos de vandalismo e cortam em fatias tudo o que as rodeiam.”.
Dito isto, três lâminas saem a rodar e cortam a papaia em inúmeros pedacinhos pequeninos, separando minuciosamente as sementes da parte comestível.
Guelsen ficou destroçado quando viu a sua querida papaia destruída. Chorando, preparava-se para recolher os restos mortais da sua querida, quando três possantes polvos aparecem e comem o que sobra da papaia, excepto uma única semente.
Essa semente é tudo o que existe para Guelsen hoje em dia. Colocou-a numa caixinha que transporta ao pescoço, à qual chama de “Caixinha portadora da semente de papaia que transporto ao pescoço”, e é ela que o protege do ardor das chamas de Smoothie, o gato persa que está neste momento a olhar para mim com cara de quem me quer queimaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrgghhh..
Aquele que não vai assinar por ter sido reduzido a um monte de cinzas que não consegue esticar o braço até ao teclado,
NZL
P.S.: Esqueci-me de dizer, mas subentende-se que lá o outro gajo.. o.. Guelsen! acabou por não comer os ananases naquele dia..
Por actualizar.
Até lá, aluga-se este espaço.
Próximo Capítulo: “IV – O Plano Infalível e o Duelo com Rutherfiating-Troknollieb”
Imperializado por
Nerzhul
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Este post é só a resposta às críticas que foram feitas a mim e ao Blog Imperialium. Essas críticas podem ser encontradas aqui: LINK . Não voltei a postar a mensagem do Dante aqui porque ela vai estar cá presente para todos os efeitos, só que comentada por mim.
A minha intenção com este post não é agredir ninguém, nem acusar ninguém de nada. Quero somente dar a minha opinião sobre o que o Dante escreveu sob o nome do Gothicstuff. Comecemos pelo início da sua crítica:
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“O regresso do que nunca chegou a partir”
Se te estás a referir ao teu regresso, e ao facto de nunca teres chegado a partir deste blog, só quero dizer que ficou bem claro para toda a gente quando tu, sob o teu nome, escreveste o seguinte: “E so pra dizer k este e o ultimo post k escrevo no imperialium , embora tente continuar a escrever comentários”. Não só escreveste isso, como também desapareceste da lista dos membros deste blog. Acho que isso é o suficiente para perderes o direito a escrever neste blog, sob o nome de seja quem for.
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“- Tenho de escrever um post sobre o Laiqualasse.“
Força. Escreve à vontade. Não te posso impedir de o fazeres. Mas não tens direito a fazê-lo aqui.
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“Depois pensei podia apenas escrever um comment ,mas depois este comment podia ser facilmente apagado.”
Sabes que mais? O comment é mais dificilmente apagado do que o Post. E eu nunca apagaria um comment que achasse devida e correctamente fundamentado. Mas não é isso que está em causa. O que está em causa aqui é que como leitor, não escritor, do Imperialium, só tens a hipótese de escrever comentários. Não posts.
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“Enquanto estava a ler um post do NeRzHuL , ao qual ele dizia que o sujeito em questão era o Demo (Até esse ponto tudo bem ). Quando chegou a parte de o NzL colocar um link com a sua foto ,da sua pagina pessoal. Esse pelo que parece foi o verdadeiro motivo para a sua ira.”
Não sei por que foste comentar este assunto se na realidade, como tu disseste, “Este post ja foi bastante comentado mas mesmo assim não tenho coragem de-o ler .”. Mas isso é o menos, não tenho nada a ver com os serviços que te encomendaram.
Quanto a este assunto:
1 – A fotografia foi publicada por ele num site que ele fez questão de publicitar.
2 – A fotografia não foi tirada sem autorização dele.
3 – A fotografia não tem qualquer tipo de direitos de autor, pelo que pode ser distribuída, gratuitamente ou mediante um custo.
4 – O conteúdo da fotografia permanece inalterado, tendo sido apenas feito uma legenda nela, legenda essa que não acrescenta nada ao reconhecimento social da pessoa em causa.
5 – No site em que a fotografia foi publicada, estavam lá elementos suficientes para o reconhecimento da pessoa.
Se ele ficou irado à conta disto, tivesse pensado nas consequências ao fazer e publicitar o seu site.
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“Agora vamos a minha [Dante] opinião pessoal:
Embora acha que foi incorrecta a sua acção, pois o blog não é de uma só pessoa , mas de varias ,logo, todas as pessoas foram envolvidas e varias não mereciam. MAS ...é assim, já sei que o blogger em questão apenas queria brincar, mas há limites (Não vou dizer mais nada para não me chatear futuramente... ). “
Achas que a minha acção foi incorrecta? Eu limitei-me a escrever um post nonsense sobre alguém que acabou por fazer bastante pior, excedendo todos os limites, como tu próprio referiste. Seja como for, se tu não queres ser chateado futuramente, para que é que te deste ao trabalho de fazer a crítica em si?
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“[O post podia ficar assim mas como o Gothicplague ta sempre a criticar o tamanho reduzido dos meus post resolvi continuar mas com um tema diferente (diferente da parte do Laiqualasse)] “
Tentando não ser agressivo, confesso que fiquei surpreso com a forma como mudaste o tema, e pela maneira como deixaste de falar do Laiqualasse no resto dessa tua.. crítica.
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“Criticas:[…] NeRzHuL – Escreves bem mas não tens piada, tens jeito para postar não para comentar.”[…]”
Não vou comentar as críticas que foram feitas aos outros Imperialistas.
Como sabes, Dante, ter piada ou não é extremamente subjectivo: há histórias que tu não achas piada, e eu posso achar, e vice-versa. Que fique aqui bem explícito que eu não dou a mínima importância se as pessoas lêem ou não os meus posts, pelo que se ninguém os ler, “estou-me a lixar”. Já que não me achas piada, ou não achas que eu tenha jeito para comentar, faz um favor a ti e a mim e não os leias.
Dizes então que eu não tenho piada, mas tenho jeito para postar. Das duas uma, ou te referes à diversidade dos meus posts (o facto de possuir posts nonsense e também alguns sérios) e nesse caso, só não gostas dos nonsense. Caso seja isso, és livre de gostar ou não dos meus posts, e quanto a isso não posso dizer nada. Só lamento não ter tido a hipótese de fazer um post no teu blog a comentar os teus posts.
Ou, por outro lado, achas que o facto de ter ou não piada é irrelevante para a qualidade dos posts. Seja como for, acho que foi uma crítica um tanto ou quanto mal elaborada, porque, apesar de ter consciência que não sou o melhor escritor que existe, que cometo vários erros, e que muitas das vezes farto-me de escrever porcaria que não interessa, não fui eu que fiz posts como «Parabéns Gothicplague!! 200 users!!» ou «Ouvam Oratory!!!». Isso sim, foram posts mal escritos e sem piada. Muito sinceramente, tinhas feito melhor em criticar a minha franja, por exemplo.
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“Laiqualesse – Não entres mais neste blog (não sei porque e que to a escrever isto , para ele não ler).”
Acho que isto foi desnecessário. Se por acaso achaste que isto nos faria olhar para o “Laiqualesse” como uma vítima, enganaste-te.
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“Logo, PAREM DE CRITICA-LO , qual é a piada que criticar se a essa pessoa não vê??!! (Não que ele não mereça, assim tão a descer ainda baixo que ele desceu). “
Esta frase leva-me outra vez à pergunta.. “Qual é o objectivo deste post Dante?” Já reparaste que se ele não vê, nós estamos a "fazer críticas" para o boneco? Até digo mais, já reparaste que se não fosse este post, esta guerrinha de putos, na qual estou incluída e que, ao contrário do que dizem, não fui eu que comecei, acabaria dentro de pouco tempo??
Quanto à segunda parte, “tão a descer ainda [mais?] baixo que ele desceu”: só quero apontar que tu soubeste do que se passou, e que acabaste de desmascarar o teu comparsa e a sua acção deplorável.
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“P.s: nerzhul OS MEUS PARABENS SE PARA TI A MORTE DE 200 PESSOAS E UM PRETEXTO PARA GOZAR COM O LAIQUALASSE TAS A IR NO BOM CAMINHO.“
Em primeiro lugar, acho incomodativo ler frases escritas totalmente em maiúsculas. Em segundo lugar, é verdade que eu referi o nick do Laiqualasse no meu último post. É também verdade que relacionei com o atentado em Madrid. Mas se tu leres o post bem, vais reparar que foi com o objectivo de evitar que se façam futuras menções a essa pessoa. Como não te estou a ver fazer scroll até lá baixo para ler ou reler aquilo, até faço o favor de copiar para aqui: “uma manifestação Anti-Laika (não disseste que ias evitar a contínua exploração deste tema?).. disse. Como eu dizia.. foi uma manifestação Pró-Rita”. "..sabem que mais? Não vou explorar mais este assunto.. vamos escolher outro.." Achas isso gozo? Achas que isso era para ter piada? Eu não acho, e o meu objectivo não era esse.
Quanto ao facto de eu ter mencionado “a morte de 200 pessoas” num post tão nonsense e ter ferido a susceptibilidade de certas pessoas, lamento imenso. Mas fica sabendo que fere bastante mais a exploração que os Média estão a fazer deste assunto, ao passar no ar inúmeras vezes as mesmas imagens das pessoas ensanguentadas e a gravação que foi feita do telefonema!! E no entanto tu vês televisão!!!! Além disso, não falar deste assunto ou não querer que se fale dele é ter medo, e se tu tens medo dele, fica sabendo que é uma questão de tempo até que aconteça em Portugal também. É triste mas é a verdade. Quanto à falta de respeito que, segundo tu, eu mostrei pela morte das 200 pessoas, só tenho a dizer que se fossem só 2 pessoas tu não ligavas nenhum, nem fazias esse burburinho todo pois não? Pois fica sabendo que todas as semanas morrem 100 vezes mais devido a atentados como estes. Vai lá prestar condolências a todos.
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“FiLiPe e NeRzHuL Só para saberem que expressões como “Ca puto estúpido” , “beribéri” nos CDs, ... , foram inventadas por mim , agora já sabem.”
Dante, só para saberes que eu “estou-me nas tintas” para isso. Até te digo mais, podes fazer um levantamento de todas as expressões “tuas” que eu usei. Sim, “tuas”, porque já ouço a expressão “Ca puto estúpido” desde o meu 9º ano, a altura em que esteve bastante em voga. Após fazeres o levantamento manda-mo e, se isso te fizer mais contente ou te der mais tusa, eu até as removo dos meus posts e substituo-as por outras! Fica sabendo que não interessa quem é que fez as expressões. Tu inclusivamente usas todos os dias “uma praga” de expressões do português do tempo da “maria cachucha” e “estás-te a cagar” para isso.
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"Sabem o que enervou mais na morte do Feher?? foi estarem sempre a dar a mesma coisa... post sobre "ele" já chateiam."
P.s: Dante, os meus parabéns. Se para ti a morte de uma pessoa é pretexto para nos criticares ‘tás a ir no bom caminho.
Claro, claro. Já percebi.. foi só um. Pois.. Enfim..
Eu penso que, o único post feito neste blog referente a esse acontecimento foi o meu. Caso isso seja verdade, não tens muita razão em afirmar que nós estamos “sempre a dar a mesma coisa… post[s] sobre "ele" já chateiam.” Por isso a crítica é dirigida a mim. Se tu fores ver, esse meu post foi escrito cerca de 20 minutos após a morte dele, pelo que não deu tempo para os leitores estarem já chateados com a divulgação, e com a exploração que (mais uma vez) os Média vieram a fazer sobre este assunto.
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“eu sempre achei que o blog ia descer de nível quando começassem, a usar nomes, por isso se faz favor parem de dizer nomes próprios e de nos por a ir ainda mais fundo, em quanto estávamos nas historiazitas parvas tudo bem... mas isto agora pode ser evitado... parem com a merda do “gozo””
Quais nomes próprios?? Se te estás a referir a “Emanuela Zingarelha” ou “Assobiada Rosmaninha” fica sabendo que isso não são nomes de ninguém. Quanto ao “estávamos”, para que é que estás a incluir a primeira pessoa (neste caso incluis-te a ti) no assunto? Afinal de contas, tu não pertences a esta escumalha que, como tu dizes, somos nós!! Que sorte, já viste?
O mais engraçado é que com este post, o post de alguém que já não queria postar mais, este acto irreflectido do Gothicstuff, aquele que se diz pacífico e que acabou por alimentar mais um pouco a guerra sem significado entre nós, acabaste por impedir que isto fosse “evitado”.
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Passemos ao comentário, já que estou com a mão na massa, defendo-me de tudo:
“Depois dizes mal do laiqualasse se es bem pior, apagas um post do founder”
Aquele post não foi do Gothicstuff. Foi teu!!! Dizia “Imperializado por: Gothicstuff”, mas estava assinado por ti, Dante!! Por aquele que tem tanto direito a postar no nosso blog como eu tenho de postar no teu.
Já agora, a única coisa que me podes acusar de ter dito mal do Laiqualasse é tê-lo chamado de Demónio, o que, palavras dele e tuas, não o ofendeu!!!!
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“A intencao desse post era k a vdd fosse dita... parece k n keres saber a vdd mas apenas falar mal do laiq”
Há sítios para se dizer a nossa opinião (não lhe chames “verdade”), e os posts não são um deles. Mais uma vez eu digo, não metam palavras na minha boca porque eu não disse explicitamente mal de ninguém!! Não deve haver uma única pessoa neste mundo que leia o meu post sobre o “laiq” e que acredite numa única palavra do que está lá escrito. Eu próprio fiz questão de me certificar disso.
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“P.S se para ti a morte de 200 pessoas e motivo de brincareira so mostra o anormal k es”
Olha, aqui já vi um insulto, já reparaste que te estás a tornar na imagem que tens de mim ao tentar combater-me? Pensa nisso.
Quanto às 200 pessoas, já falei em cima.
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Isto agora não diz respeito ao Dante,
“Nzl... tu não tens direito para gozar com o liqualasse, tu foste como ele....”
GothicStuff, eu tenho a dizer que desceste drasticamente na minha consideração. Como isso não deve interessar a ninguém, fica sabendo que eu não minto tão descaradamente, eu não entro com palavras passe de seja quem for, eu não faço comentários infantis como “já sei há mais tempo que tu”, não corrijo erros por prazer. Eu não sou como o “liqualasse”.
Agora processem-me por apagar aquele post, ou por outras palavras, processem-me por tentar acabar com uma guerra parva e sem significado. Leram bem: “Sem significado”!! Se acham que tem significado, eu faço a pergunta. O que é que queres Dante? Que nós acabemos com o Imperialium? Ou que peçamos desculpa por algo que não fizemos?
O Imperialium é um muro de tijolos. O Gothicstuff acabou de dar uma metralhadora ao Dante e deixou-o a disparar contra o tal muro. Acontece que eu, limitei-me a tirar-lhe a metralhadora, proteger o muro, e voltar a dar-lha com este post que escrevo. Contudo, por muito que tentem, até podem conseguir fazer o muro cair, mas os tijolos existirão sempre!!
Por outras palavras, tirem o cavalinho da chuva. O que quer que vocês, e tu também Dante, quiserem, garanto-vos que não vai acontecer!!!
NZL