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domingo, fevereiro 04, 2007

Um lobinho sem nome

A luz fugia com o sol, enquanto a lua brilhava alto no céu iluminando o mundo com uma escuridão assustadora.

Essa foi a minha primeira visão quando acordei, perdido e confuso no meio de uma floresta que muito me era desconhecida. Sentia-me estranho, não como quando tinha comido panquecas a mais, daquelas com caramelo, mesmo muito caramelo que me deixavam quase a abarrotar. Era uma sensação de que algo estava errado comigo, não tinha sensação nas minhas mãos, tinha uma coisa estranha a tapar-me o nariz, passava-se algo de muito errado com as minhas pernas e pior que tudo, não me conseguia levantar tendo de me manter a gatinhar. E assim, sofrendo com esta estranha condição, aproximei-me de um grande lago, estava morto de sede e já que não havia máquinas de latas nesta floresta este lago era a melhor opção. Ao aproximar-me o meu coração dispara vendo que reflectido na água cristalina não estava o meu ser, mas sim um grande lobo negro que me fitava com um olhar aterrador.

Eu: mas o que é que me está a acontecer.

Por mais aterrador que tenha sido ver o reflexo a mover a boca conforme as palavras surgiam da minha boca, mais aterrador ainda foi o que se seguiu: um forte arrepio correu-me a espinha seguido de uma imensa dor, sou erguido no ar por uma força imensa que me agarra numa parte do corpo que nem eu sabia que tinha, aterrorizado que um pudesse ser um urso a aproveitar-se da minha débil situação eu tento soltar-me esperneando até que um grito histérico atravessa o ar e os meus ouvidos como mil trovões.

Mulher: AIIIII QUE LOBINHO TÃO FOFINHO!

Apercebo-me que o meu medo era em vão, pois não existiam ursos fêmeas e os flamingos não tinham mãos nem força para me levantar daquela maneira, então, confiante que quem me subjugava não era um inimigo mortal gritei em confronto.

Eu: mas tu estás doida? Põe-me no chão neste instante!

Onde fui buscar tal palavreado não sei, mas que funcionou lá isso é que não, pois em vez de me colocar no chão ela virou-me ao contraio e pude observa-la ficando tanto ou até mais em choque que ela. Ela não deixava de ser bonita, se conseguíssemos passar pela cor azul, os caninos inferiores grandes e as estranhas formações ósseas nos ombros... pelo menos era ruiva…

Mulher Azul: tu falas?
Eu: o que é de muito estranho nisso? Tens alguma coisa contra eu falar?
Mulher Azul: não… mas eu nunca…
Eu: sim?
Mulher Azul: onde é que tu aprendeste a falar?
Eu: que pergunta mais estúpida essa, então onde…
Mulher Azul: ….
Eu: … não me lembro…
Mulher Azul: é que é muito estranho ver um lobo a falar.
Eu: um lobo a falar? Estás parva não? …. Espera lá, porque é que dizes isso?
Mulher Azul: então ora, porque tu és um.

Como se não bastasse a desconfortável sensação que eu estava a sentir no meu corpo pior que tudo era receber uma explicação tão lógica e ao mesmo tempo, tão indesejada e portanto como homem que era e lobo que sou, fiz a coisa mais indicada nesta situação: esperneie e berrei que nem uma menina, algo que por fim fez a azulinha largar-me, o que não foi mau de todo. No entanto o choque continuava na minha mente.

Eu: Tu sabes o que é que isto significa? As coisas que eu não posso fazer? … As coisas que eu posso fazer… oh por Oden! O nojo!
Azulinha: por quem?
Eu: por quem o quê?
Azulinha: o nome, o nome que tu dissestes.
Eu: eu não disse nome nenhum.
Azulinha: dissestes sim!
Eu: ei! Eu sei o que disse e que não disse e eu não disse nome nenhum.
Azulinha: dissestes sim! Dissestes Oden!
Eu: então se sabes o que disse porque é que me perguntastes?
Azulinha: precisava de confirmar.
Eu:
Azulinha:
Eu:
Azulinha: … e então?
Eu: então o quê?
Azulinha: dissestes ou não?
Eu: epah, já não disseste que eu disse?
Azulinha: mas tu não confirmaste.
Eu: pronto eu confirmo!

Se calhar não devia ter dito isto, pois os olhos da azulinha brilharam como dois sóis quando confirmei aquilo que ela já sabia. Abraçou-me pelo pescoço com uma força tão grande que eu pensei que o meu pescoço ia partir-se logo ali. Foi uma reacção estranha de facto, mas não pior do que a minha estranha condição, a transformação do meu corpo e da minha mente e uma estranha amnésia que me tinha feito esquecer de quem eu era, mas não de como era o meu antigo ser. Por entre memorias vagas de uma floresta esquecida, uma corte negra, decisões diabólicas, sumos, uma corte menos maligna e mais parva, um caçador de demónios e uma criatura loira que tanto tinha de estranha como de fascinante, eu perco-me naquela abraço apenas por ser acordado por uma pergunta que como muitas outras sobre mim, não tinham resposta.

Azulinha: o meu nome é Unga, posso saber o teu?
Eu: hmm… não me recordo.
Azulinha: e que tal se eu te chamar Skor? É o nome que sempre quis para um animal de estimação
Skor: um quê? Nem pensar que me vais torturar com aquelas coleiras e a dar-me rações que têm ar de ser pedaços de terra com um cheiro nauseabundo?
Unga: ……o quê?
Skor: … deixa estar… Skor é um bom nome
Unga: ainda bem que gostas!

Eu virei-lhe as costas e fui beber a tal água do lago. Era estranho puxa-la para a boca com a língua, mas algo dava-me a certeza que já tinha passado por coisas mais estranhas e enquanto bebia senti um toque gentil naquele pedaço de mim que agora era difícil de esquecer que existia, rodei a cabeça para trás e berrei:

Skor: qual é o teu fascínio por a minha cauda?
Unga: já a vistes bem? É tão fofinha tão peluda, podia estar agarrada a ela o dia todo!

Movi a cauda para fora das mãos dela e aproximei-me dela, observando os seus olhos que continuavam a brilhar por a mesma estranha razão.

Skor: há algo que tu não me estás a dizer.
Unga: verdade, mas só te vou contar se concordares em voltar para a minha aldeia comigo.
Skor: tens algum galinheiro por lá?
Unga: sim.
Skor: então não posso recusar! Vamos!

E assim partimos seguindo um rumo que eu desconhecia, por entre parvoíces e correrias chegamos à tal aldeia. E o cenário não foi bonito, fumo surgia das varias cabanas, encontravam-se corpos no chão, baldes derrubados, jarras de flores deslocadas do seu sitio e varias criaturas iguais á minha nova amiga corriam de um lado para o outro apagando os fogos, enquanto outros enterravam os corpos e outros davam gomas aqueles que trabalhavam.

Um arrepio percorreu-me a espinha. Este ataque tinha sido demasiado familiar para eu ignorar.

domingo, janeiro 21, 2007

Skor, o lobo mau de cauda felpuda

Nome: Skor Yaenk

Antes conhecido como: Varg/Midd

Residência actual: uma quinta nos arredores da cidade Imperialium, confundido por cão pastor

Local de nascimento: Algures entre a casa da tia Gnosia e a floresta mais á esquerda que a outra á direita

Resumo histórico: originalmente uma personalidade dividida em duas pessoas até que a lua pactuando com os ursos e o aquecimento global decidiu brincar com o destino e juntou as personalidades divididas no corpo de um único lobo

Hobbies: Correr pelas florestas, andar aos pulinhos pelo meio da neve, rasgar gargantas a ursos com os próprios dentes, andar atrás da lua

Hablilitações literárias: metade educado por monges, metade com o ensino obrigatório

Profissão: astrónomo

Género de música favorito: Metal

Comida favorita: Pinhões, carne de alce temperada com limões e salsa, pedaços de lua.

Vegetais/fruta favoritos: alho Francês, abacate

Album favorito: Dead heart in a dead world

Filme favorito: Ginger snaps (lobinhaaas)

Livro favorito: O Guerreiro Lobo, olvidado rei Gudú

Citações favoritas: “Dogs. More like pussies.”

Escritor favorito: Sandra Carvalho

Actores favoritos: o gajo que fazia de Sónia no ninja das caladas.

A melhor parte de ser um Imperialista: fazer parte do Imperialium, por si só é a melhor parte de o ser.

A pior parte de ser um Imperialista: é preciso gastar muito dinheiro para pagar por estes teclados especiais para escrever com patas.

Sonhos/objectivos para o futuro/presente: rebentar com a lua no meio dos meus dentes, ganhar um jogo de sueca e aprender a jogar poker

Fobias: pulgas, pessoas que me agarram a cauda como se fosse um peluche, trolls... e mulheres-pulga

Título da música ideal para tocar no funeral: Wolf’s Return

Sítio ideal para visar no estrangeiro: O galinheiro da irlandesa

Post favorito de cada autor do imperialium:

Lunatico – You’ll see me in your nightmares – Parte 2: O Guião

Nerzhul – Diario de um Louco

Anuket – A decadência das batatas aladas

Turkonicovo – Bah no coments

4oRbIdd3N – Teoria da moda universal

Alguns links favoritos da internet: www.imperialium.blogspot.com, www.pawn.se

Jogos de computadores favoritos: Warcrap, Diablo 2, Legacy of Kain, Pacmen

Segredo assustador: a cor do meu pelo é branca e preta

Estado de espírito: platonico

quarta-feira, novembro 01, 2006

A Anti-Casa

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E agora proprio.

Voltamos ao concelho dos Deuses, agora mais profissionais após as desavenças em posts anteriores, encontram-se prontos para…

Odin: Agora não!

Hmm… Parece que não. Já estou lixado, só me lembrava daquela maneira para começar a historia e sinceramente, não tenho o tempo nem a paciência para contar isto doutra maneira sem pegar por ali. Podia simplesmente deixar o post por aqui já que ali os Deuses parecem estar demasiado ocupados para se dignarem a fazer uma aparência numa simples história de uma casa do diabo com 63 tentáculos, 34 bocas com 100 dentes cada uma, e 35 pernas porque o gajo era coxo… De certeza que não dá?

Odin: agora não dá, já te disse!

Bem, isto até ia ser uma boa história, mas já que estou a escrever entretenho-me com outra coisa.

Já viram o tempo? Hoje ainda não levantou o nevoeiro ehim? O mais engraçado é que é a primeira noite do ano assim e calhou mesmo logo no dia de HALLOWEEN!!!!!! Pode siginificar muitas coisas isto já viram? Pode significar o fim dos tempos! Ou que neste Halloween passaram-se X anos depois do primeiro Halloween e que as bruxas e os fantasmas vêm ai para nos devorar a carne… ou isso era Jesus?... Não me lembro. No entanto, é um tempo bom de qualquer maneira, assustador propício para o dia em questão.

E se o Halloween for um dia a comemorar a chegada de uma raça invasora cá á terra que se agarra á nossa espinha dorsal e faz-nos ter super poderes assim como entrarmos em clips de nu metal? e que tal essa ideia ahm? Boa não? Não?... ok. Então já que não estou a ter piada vou-vos contar uma história, que aconteceu á pouco tempo. Uma historia tão terrível e assombrosa como real! Uma história que envolve das imagens mais tenebrosas e grotescas que possam imaginar… ok, piores que ela não… têm razão. De qualquer maneira, não deixa de ser uma história horripilante, tipo “abandonado no crepúsculo” mas sem a parte de sexo, ou a má realização, ou o completo desinteresse pelo filme.

A historia da…. Eu não inventei nome para isto (a sério, não tenho a mínima ideia)

Tendo Elei e Dália acabado de arrumar a mobília na sua nova casa, decidem ir celebrar com um copo na tasca local. É claro que com uma anja e uma diaba as coisas que elas bebem “lá” não são as mesmas coisas que elas bebem aqui, portanto tentando levar com calma a Dália, dá uso á bela da expressão Portuguesa e emborca 6 imperiais no mesmo espaço de tempo em que a Elei bebe uma única garrafa de UCAL por uma palhinha e toda este alvoroço na espelunca adjacente á sua casa pela simples razão de estarem felizes de estarem neste mundo.

Elei: epah, estou a ficar zonza.

Diz a Anja acabando de beber o seu leite achocolatado

Dália: hmm??
Elei: não me aguento nas canelas. Vais ter de ser tu a guiar.
Dália: guiar? A nossa casa é mesmo ali ao lado.
Elei: eu sei, mas não acho seguro levares-me escadas acima nesta condição.
Dália: do que é que estás a falar? Tu bebeste um leite com chocolate.
Elei: Eu sei! E está a matar-me por dentro! Eu nunca quero voltar a beber uma coisa destas!
Dália: tu sabes qual é o grau de álcool disso?
Elei: sete? Parece sete, aposto que é sete, eu até diria seis mas gosto mais de sete. Sete é tão boniiiiiito.
Dália: não, isso nem se quer tem álcool.
Elei: não?
Dália: não…
Elei: de certeza que não tem sete é que eu acho que sete é uma
Dália: N-Ã-O!
Elei: bem, então não vale a pena estar aqui armada em parva, que tal irmos para casa?
Dália: soberbo plano.

Levantando-se calmamente as duas deslocam-se para o prédio com intuito de chegarem ao seu apartamento e consequentemente ás suas camas ou sofá em frente á televisão e para atingir esse fim elas fazem uma decisão que revela extrema inteligência e audácidade fazendo um desvio das traiçoeiras escadas e indo pelo ainda mais diabólico mas mais rápido caminho do elevador. Lá dentro a tão afamada satânica musica de elevador começa a tocar e elas, sempre atentas, pressentem o perigo.

Dália: epah, como é que tu querias trazer um carro escadas acima?
Elei: foi de facto parvo, peço desculpa era de estar sobre o efeito do álcool.
Dália: oh por amor das sombras… nós já passamos por isto, não há álcool na porcaria do leite
Elei: e se fosse uma vaca bêbeda que deu aquele leite.
Dália: muito pouco provável.
Elei: mas imagina só, um grupo de vacas encapuçadas entrava pelo super mercado a dentro e roubavam tudo o que lhes aparecia pela frente e uma delas que tinham um fraquinho pelo álcool e que eu orgulhosamente baptizei de Daisie…
Dália: já chega!
Elei: bah, vocês demónios são sempre a mesma coisa, nunca querem ouvir uma boa teoria da conspiração
Dália: representas mal.
Elei: o quê???
Dália: nada, A porta abriu…

E assim com o temível monstro do elevador vencido elas abandonam-no deixando o duende a esvaziar-se em sangue. A sensação que estão a chegar ao seu destino intensifica-se conforme elas se aproximam da porta olham uma para a outra e… continuam a olhar. Paradas á frente da porta, a olharem-se, profundamente nos olhos, quietas, quase tocando na porta.

Elei: hum?
Dália: és tu que tens as chaves não és?
Elei: não… foste tu que ficastes com elas…
Dália: fui na…. OH COM ALGUNS DIABOS DEIXEI A CHAVES EM CASA!
Elei: boa, como se não chegasse eu estar bêbeda ainda tenho de aturar com esquecimentos.
Dália: tu não estás bêbeda!
Elei: e tu não te esquecestes das chaves, eu sei! É tudo imaginação minha, eu estou a sonhar.
Dália: não gozes, eu posso ter alzimer.
Elei: tu pod… ai… de certeza que não deixastes as chaves no café?
Dália: isso tenho a certeza.
Elei: não queres ir lá confirmar?
Dália: Eu tenho a certeza disso Eleinel. Podemos é ir pedir á vizinha para saltar da janela dela para a varanda do teu quarto.
Elei: eu não vou pedir isso á vizinha.
Dália: não faz mal… peço eu.

--- Intervalo ---

Para aqueles que se perguntam para onde é que foi o Midd, no post passado… puderão encontrar a resposta aqui: http://www.savefile.com/files/214603

On other news: Its Halloween

terça-feira, outubro 24, 2006

Divindade divinosa das divinitudes

O divino que tem mão sobre os mortais, sempre conspirou para a mudança de histórias tanto de monarcas como mendigos. Nos seus majestosos templos, palácios e castelos eles maquinaram as histórias de poderosos heróis, a queda de grande nações, a inseminação de varias mulheres e afins…

Mas tudo muda com o tempo e a crise afecta tudo, até o Olimpo, Asgard e também aquele sitio onde os Egípcios andavam. Devido a essa crise económica, os poderosos Deuses viram-se obrigados a descer dos céus e a instalarem-se numa, muito mais modesta diga-se de passagem, sala de conferências de uma multinacional qualquer que eles controlam. Onde ai decidirão o destino e as malévolas traquinices que irão presentear a duas novas criaturas que decidiram entrar nesse mundo.

Odin: declaro aberta a sessão

Diz o valente Deus nórdico com uma voz sonante, apenas para ver que os seus companheiros não lhe prestavam nenhuma atenção

Afrodite: Dois
Ares: Vai pescar.

Odin: então pessoal! Eu pensei que hoje íamos conspirar um pouco!
Ísis: não, eu acho que não vai dar.

Responde a Deusa Egípcia sentando-se num sofá em frente a uma televisão junto de seus companheiros Osíris e Seth que viam com muita atenção o filme em que o Rei voltava.

Odin: vá lá! Estamos aqui todos podíamos…
Osíris: Mentira! Falta aqui Zeus
Odin: falta? Pois falta, onde raio é que ele se meteu?
Seth: Onde achas?
Odin: a engatar caloiras com certeza.
Osíris: exacto! Achas que ele ia ter um apartamento cá na terra sem engatar tudo o que é mortal.
Isis: ainda por cima agora que os mortais inventaram o preservativo? Isto agora já não há putos para a Hera se vingar.
Seth: maldito grego, vai lá com a história do: “mortais podes ter todos os dias, mas quantos deuses já se ofereceram a ti?” já mete nervos, qualquer dia mando-o Nilo abaixo.
Osíris: lá estás tu com isso! Deixa-te dessa ideia de uma vez por todas!
Seth: ohhhh, deixei o meu maninho nervoso.
Isis: EI! Vocês os dois! Calou! Não estou para aturar com essas birras de irmãos outra vez.
Seth: uhhh vem logo a noiva defender
Isis: Sutekh!
Seth: pronto, pronto, não te exaltes.

Ares: Ás
Afrodite: raios! Toma lá o Ás

Odin: porra, agora que eu queria chatear uns mortais… eu ainda sou do tempo em que estávamos todos condenados a morrer… e..

Seth: lá vem a historia! De tão bom que o tempo era antes do Ragnarok, olha, se tu gostaste de apanhar com um lobo na goela tudo bem, mas não nos relembres esses tempos está bom?
Odin: pronto está bom, e se Zeus chegar?
Isis: sim… eu acho que sim.
Odin: pois bem, então… Huginn, Muninn podem chegar aqui se faz favor que eu estou a precisar de uma massagem.

Diz Odin para um inter comunicador enquanto o panteão Egípcio olhava atónitos para ele. Passado um bocado entram pelas portas da sala duas morenaças vestidas em roupas muito reduzidas feitas somente de penas de corvo, que circulam a mesa de reuniões e começam a massajar o Deus Nórdico.

Seth: ai… que eu vou manda-lo Nilo abaixo
Osíris: eu mandava-as era Nilo acima

Nesse momento Seth e Oríris erguem as mãos e dão um valente “high five” parando gelados de medo, com o olhar zangado de Isis sobre eles. Mas passado poucos segundos Seth volta a pôr-se confortavelmente no sofá a ver o filme.

Seth: não olhes para mim, eu sou só teu cunhado
Osíris: eu… err… eu… foi… a culpa foi…
Seth: oh!!
Isis: epah Osíris, nem tentes.
Osíris: vá lá amor, tu sabes que és a única para mim…

Afrodite: Quatro?
Ares: vai buscar…

Parece que os Deuses não se estão para chatear com isto…

Começando com a historia em si…

Duas criaturas encontravam-se aos pés dum enorme monstro de betão que as olhava com as suas centenas de olhos espelhados as duas criaturas que perto dele pareciam nada mais que formigas. Essas duas criaturas eram uma anja chamada Eleinel e uma demónio chamada Vundália, ambas enviadas para as distantes e corruptas terras de Vale Fetal com as suas distintas missões, no entanto estas inimigas de gerações encontravam-se á espera do autocarro da mobília para entrarem em casa.

Elei: eu nunca pensei que esta dimensão fosse tão chata.
Dália: nem me digas nada, estamos aqui á meia hora á espera da porcaria da camioneta. Queres jogar ao peixinho?
Elei: é melhor não, aquilo não tinha assim tanta piada.
Dália: estragar a nossa entrada no primeiro post seria chato.
Elei: pois… e por falar em estragar, a minha irmã disse que estaria aqui. Ainda não a encontrei.

A anja anda um pouco em volta do prédio e dando pontapés em pequenas pedras tentando matar varias formigas que por ali passavam. Enquanto a demónio limava as unhas, confortavelmente encostada á parede. O tempo parecia não andar para a frente e as ruas começavam a ficar mais inóspitas conforme os ursos saíam para a rua para caçar.

Mãe urso: olha! Não te quero em casa tarde!
Urso: está bem mãe!
Mãe urso: dez horas no máximo!
Urso: mas mã…
Mãe urso: nem mas nem meio mas, depois queixas-te de seres apanhado pelos BAU e ainda por cima bêbados!!
Urso: está bem…
Mãe urso: e leva o chapéu-de-chuva, que parece que vai pingar.
Amigo urso: eh! A ouvir da cota! Tão man, apanhas da tua dama e agora também tas a apanhar da cota? Isso é memo buedesda gripin, “you nou watame sain”.
Mãe urso: Germildo! Queres que eu vá dizer á tua mãe que andas a usar essa linguagem?
Amigo urso: não senhora
Mãe urso: vai lá… caça muito…


Amigo urso: tava a ver que não te livravas da cota man.
Urso: yah sócio tas a ver ela tá a tripar bue por causa dos BAU...
Amigo urso: deixa-te dessas cenas, eles andam stop á bue time, achas que vão fazer alguma coisa. Olha, por falar em alguma coisa e que tal aquelas damas.
Urso: eeeyyyyyy bacano! Aquelas damas são fine, bora lá dar uma dentada nelas.

Antes que pudessem fazer mais qualquer coisa, do topo de um edifício Midd e Cassandra caiem em cima dos ursos ao tiro e á catanada mutilando-os fortemente após o sangue e tripas dirigem-se a correr para a toca deles e a Cassandra arromba violentamente a porta e destroem tudo o que está lá dentro. Em seguida saem, enchem a toca de gasolina e pegam-lhe fogo, finalizando o seu massacre com uma cuspidela em frente da casa. Após essa pequena aventura a Cassandra afasta-se com Midd a segui-la e aproxima-se das duas outras personagens ao conseguir diferenciar uma da outra ela abre os braços.

Cass: Mana!!!!

A demónio olha com estranheza enquanto a anja corre para os braços da succubus.

Elei: ahhh! Á tanto tempo que não te viaaaa! Estás tão diferente
Cass: não te ponhas com essas coisas sua parvinha, claro que estou diferente.
Elei: eu sei… eu sei…
Cass: uh! Toca a apresentar! Este é o Midd, Midd esta é a minha irmã Elei.
Midd: pera lá! Há aqui qualquer coisa de errado!
Elei: o facto de eu ter uma aureola e ela ter cornos?
Midd: não propriamente, o que me assusta mais é o facto de ela ser loira e tu seres… ok tinhas razão.
Cass: anjo caído.
Midd: ah! Muito prazer
Elei: igualmente. E aquela ali ao fundo é a Dália

A demónio faz um pequeno cumprimento com a mão e depois continua a limar as unhas pouco preocupada com os acontecimentos que aconteceram, no entanto a Elei parecia estar completamente histérica com o aparecimento da sua irmã.

Elei: mas conta lá! Conta lá! Como é isto de matar ursos e essas coisinhas?
Cass: é muito sujo…
Elei: ohhh que fofa que a minha maninha é!
Cass: Elei… estou a falar de sangue tripas… coisas assim

Mas era escusado a anja continuava com o mesmo sorriso de criança inocente admirando a sua irmã.

De repente vindo do nada um camião TIR aparece em alta velocidade tenta travar em frente ao prédio mas algo corre de mal, algo devido a inércia ou qualquer coisa. O camião vai a rebolar pela estrada rebentando segundos depois.

Elei: wow…
Dália: ainda bem que aquele não era o nosso camião.
Midd: bem meninas, gostaria de ficar aqui a falar e a ver coisas a arder… mas tenho de ir fazer outras coisas.
Cass: vai-te lá embora, a gente encontra-se em casa mais tarde

Dizendo isso outro camião aparece, este repte os paços do primeiro e acaba na mesma bola flamejante que o primeiro acabou. Em seguida aparece um terceiro camião, este já com alguma calma para mesmo em frente da casa e o que o condizia tenta chamar a atenção da demónio.

Camionista: Oh princesa, princesa, princesa, princesa, princesa, princesa, princesa… olha-me esta acrobacia.

E assim ele arranca com uma tremenda velocidade, nada natural para um camião daqueles, o que faz com que ele perca o controlo e assim que toca no passeio lança-se a voar pelo ar dando cambalhotas, batendo por final num poste que voa em direcção a um urso que estava a enterrar os seu companheiros á pouco mortos, enquanto o camião espeta-se em cima dos outros dois alimentando a chamas.

Após esse trio flamejante de jóias da condução portuguesa encontra o seu destino, um quarto camião aparece, este vem calmamente a conduzir e pára, como o seu predecessor, em frente á casa. O homem abre a janela enquanto as portas do atrelado também se abriam.

Outro camionista: Desculpem lá, oh meninas, mas tivemos uns problemas de gasolina e eu tive de ir beber umas jolas enquanto os gnomos encantados, faziam a mais magica das poções para encantar a gasolina.
Dália: oook... se tu o dizes...
Outro camionista: Rapazes! Toca a descarregar a camioneta!

Assim o Lunático e o Stuart saem do atrelado carregando um sofá.

Lunático: bem senhoras? Isto é para onde?
Dália: segundo andar
Lunático: subir isso tudo?
Dália: é para isso que vos pagam não?
Stuart: eu posso subir! E faço em metade do tempo se a menina, você sabe.
Lunático: stuart! Agora não que isto está a dar-me cabo das costas
Stuart: mas mestre, é a minha oportunidade de cometer um ou dois pecados com a pessoa certa.
Lunático: estou com sonoooooo....
Elein: Ei! Pera lá! Não te conheço?
Stuart: acredito que não, mas acho que podes conhecer...
Elein: tava a falar com ele.
Lunático: Não! Não me conheces de certeza!
Elein: uhhhh! Tu és aquele daquela banda!!!!!! Eu não acredito!
Lunático: não sou nada! Calunias!

Com isso dito, Lunático tenta fugir com o sofá pelas escadas acima enquanto a pequena anja corria atrás dele gritando e pedindo um autógrafo, enquanto isso a Cassandra e a Dália continuavam na entrada.

Cass: então, como vão as coisas pelo inferno?
Dália: a mesma coisa de sempre. Aborrecido como tudo.
Cass: tanto tempo e nada mudou.
Dália: ah, há uma falta de trigo.
Cass: estou a ver...

Bem, isto foi uma enorme perda de tempo... se eu tivesse a mínima ideia que ia ser assim tão estúpido nem me tinha dado ao trabalho de sair do plano dos deuses. Por falar neles, como é que estarão...

Enquanto o panteão egípcio continuava a ver o regresso do rei, odin já só tinha um dos seus..... “corvos” a oferecer-lhe a massagem. Enquanto os deuses do Olimpo continuavam a jogar ás cartas.

Afrodite: Sete
Seth: eu?
Ares: não, a carta... toma lá o sete.
Afrodite: yay! Peixinho!
Odin: ahh... hmmm… isso Muninn…
Seth: epah! Onde raio é que é esse poço?
Odin: hmmm tás a ver o...

Antes de poder acabar a sua frase, Odin é interrompido por Zeus que entrava pelo gabinete a dentro com duas mortais nos seus braços.

Zeus: e depois eu disse-lhe, Irmão, não te metas nisso, ou vais tar a nadar com os peixes, ahahahah.. ah........ Ei, porque é que estão todos a olhar assim para mim?....... A Hera não está aqui pois não?

Continua...?

segunda-feira, setembro 25, 2006

O post cuje o nome não me lembro mas sei que é continuação do outro

Há mal em todo o mundo, cada pessoa tem o coração de um criminoso, uns põe tudo cá fora tornando-se tornados de sangue, tripas e esperma tais exemplos são Jack o estripador, Adolf Hitler, Vlad o Impalador, Jorge Bush, Bill gates e Lili Caneças

Outros ressentem e tornasse cidadãos respeitáveis como Cristina Aguilhara, o homem conhecido como O Emplastro, a Maia, uma das baionetes do Big show sic (para quem não se lembra como eu, é o programa do macaco) e a carreira 123.

Mas por mais mal, sangue tripas e esperma que esses avatares humanos do mal pudessem conter, nunca podiam-se comparar ao que tinha acabado de entrar na mercearia local. Daquele par de pessoas podia surgir um turbilhão de mal, morte, decadência, tripas, sangue e esperma que nunca... (esperma não, isso era difícil… talvez só uma delas… mas mesmo assim acho que ela não aguenta para um turbilhão… não sei…) que nunca e em nenhuma outra ocasião podia ser presenciado neste planeta azul a que a gente chama de Neptuno

E assim começa... a terrível… a abominável… a brincalhona e ás vezes com problemas de anorexia porque o Mark deixou-a á quatro semanas e ela nunca se conseguiu recompor mesmo depois de várias idas ao psiquiatra e a única saída que ela encontra é vomitar os seus sucos gástricos para cima da sua mão e para a carpete de sala!.............


A IDA Á MERCEARIA.

(já agora, eu procurei e não há musos era tudo imaginação minha, afinal só há musas e ela era lésbica. Mais tarde pediu ás duas meninas se elas queriam ir beber café á cama dela)

- Já temos os ovos o que falta? Ah, laranjas! Laranjas são uma coisa que faz sempre falta. – diz a loira possuidora de dois pequenos cornos e uma cauda enquanto a outra loira a olhava de lado e com algum desdém. – Estás a olhar para onde tu? Não vais começar armada em gata assanhada pois não?

- Não, só estava a tentar perceber essa obsessão por laranjas. – Responde ela rapidamente.

- Isto não é nenhuma obsessão, pois não minhas lindas. – Responde a succubus esfregando uma laranja contra o seu corpo. Mas rapidamente saltando para fora desse transe ela rapidamente disfarça. – Leite! Precisamos de leite.

Ela agarra numa das paletes de leite e mete dentro do carrinho de compras e depois segue rapidamente para a secção dos congelados. Nisto a sua indesejada companheira fica quieta a olhar para ela com o mesmo ar que mais parecia estar a insinuar “nunca vi coisa mais estúpida”, enquanto ela desaparece pelas prateleiras da secção. Mas notando a ausência da sua companheira de compras a demónio recua para voltar encontra-la, voltando ao corredor de onde tinha partido ela fica a olhar para a loira que ainda se encontrava perto do leite, das laranjas que se encontravam logo ao lado e das tampas de retrete que flutuavam por cima. Vendo a imobilidade dela e a sua frieza no olhar a filha do fogo infer… a Cassandra lança-se num passo acelerado contra ela e depois larga o carrinho de compras em sua direcção que a Alexanra pára sem esforço com a mão.

- O que raio é que estás a fazer aqui especada? Não devias estar a ajudar-me com isto?

A loira guerreira, baixou a cabeça, riu-se suavemente e em seguida olhou a Cassandra nos olhos puxando verbalmente a razão para o seu lado.

- Para começar, nós só viemos aqui para comprar ovos.
- Ah certo…
- Depois, nós não estávamos numa mercearia, não num supermercado.
- Estou a ver. – Disse a Cassandra com muito pouco fogo na voz e sentindo-se um pouco rebaixada.
- Por ultimo… o nosso amigo Midd não bebe leite magro, bebe leite meio gordo.

Uma faísca acende-se nos olhos da Cassandra. Ela agarra a palete de leite e espreme-a nas suas mãos enquanto a realidade contorcia-se, expandia-se, moldava-se, coçava-se e até limava-se e pervertia-se para retornar ao local conhecido como….

A MERCEARIA!!!!

(eu não sei se isto foi uma introdução e se esta historia vai ter pano para mangas… julgo que não… são quatro da manhã… estou cansado… tenho mini bibliotecas a tentarem levar-me para um pais de sonhos e um maligno dicionário a tentar-me para pesquisar palavras feias no seu interior… não tem piada eu sei… mas é verdade)

- Tu não te atrevas a dizer isso! O leito magro é senhor e mestre de tudo o que é consciente! E tu irás ajoelhar-te perante ele!
- Nunca sua prostituta satânica! – Grita a jovem guerreira agarrando numa baguete e partindo-a em duas contra a parede. – e marca as minhas palavras, esta baguete trespassará o teu coração antes do final da noite!.
- Espera… agora perdi o raciocínio, porque é que vais fazer isso?
- a outra loira também não anda ai a matar vampiros com lápis, ramos e palitos e toda a gente gosta dela? Eu também posso tentar matar-te com baguetes.
- Parece-me um plano, mas estás a esquecer-te de uma coisa.
- E o que é isso
- Simples. – A Cassandra toma uma posse majestosa e proclama. – Eu sou uma das primeiras filhas de Lilith! O meu reinado expande-se por dois círculos do inferno. Legiões das criaturas mais nefastas e horripilantes da noite ajoelham-se temendo apenas vislumbrar a silhueta da minha sombra! Achas que uma simples baguete irá me destruir?
- Lúcifer é o leite magro?
- Não, não isso é só um projecto á parte.
- Ok, ok então… – a filha de Vénus e de Ma… a Alexandra larga logo a baguete partida e lança-se num enorme salto em direcção aos pães de forma agarrando-se a um. – Luta contra mim agora sua criatura de Satanás!

O ódio da Cassandra sobe ao ver a sua adversaria a segurar objecto tão divino. Os seus olhos entram em combustão e varias criaturas perdem os seus filhos devido ao ódio como mostrado no post anterior mas agora não quero demonstrar porque estou cansado e quero acabar isto.

- Renuncia ao leite magro. – Grita a guerreira investindo com o pão de forma.
- Nunca! – Responde-lhe a Cassandra desviando-se dos letais ataques com o pão de forma.

Por entre uma reunida luta a Alexandra consegue desferir dois golpes profundos na Cassandra, porem tendo sido desarmada quando a succubus retaliou, lançando a velhinha do balcão contra ela. Retirando a velha de cima dela a Alexandra observa a sua inimiga com uma tremenda fúria.

- Tu podes pensar que estás a ganhar, mas eu ainda tenho uma arma secreta! – Anuncia a demónio fazendo uma bola aparecer do nada, lançando-a para o chão seguindo de um grito – Vai dryadomon!

Uma pequena dryad aparece de uma bola de fumo sendo metade gazela metade humana e com uma cauda fofinha. E foi nesse momento que eu vi que tinha de intervir.
Carregando os papéis com ideias para este post e outros entro abanando os braços no ar por nenhuma razão aparente e com um capacete viking posto.

- Mas o que vem a ser isto? – Pergunto ficando por uns momentos silenciado enquanto olhava para a dryad. Soltando o meu olhar volto para o problema em questão gesticulando mais um pouco com os braços no ar. – Eu disse que queria uma vinda á mercearia sem problemas!
- Mas nós… - tenta desculpar-se a Cassandra sendo interrompida por mim
- Não há desculpas! Amanhã recomeçaremos isto porque hoje eu estou cansado. Mas isto acabou
- Mas… - a Alexandra tenta também intervir. Tendo o mesmo fim.
- Já disse! Não há mas nem meio mas! Vistam-se lá e toca a andar.
- Nós não estamos despidas… – acrescenta a Cassandra
- Sim, exacto isso! – Continuo – … o que é que vocês estão ainda aqui a fazer? Toca a andar.

E assim um evento que podia ter sido contado como uma das histórias mais horríveis e violentas da história tem um final tão estúpido como todo o seu conteúdo… mas quem sabe… irá continuar? Terá o Midd inspiração para escrever mais? Conseguirá a Cassandra capaz de trazer a crueldade do leite magro ao mundo? Ou a justiça e a ordem do meio gordo perdurarão? E quem é a força misteriosa por detrás dos poderes do leite gordo? Quem foi a velha que foi lançada contra a Alexandra e o que raio é que a Alexandra está a fazer aqui para começar? E terá este post um fim á dragon bolas?

Estas respostas e outras serão reveladas na continuação de mais um excitante post de…

OLHA TÃO BONITA A MERCEARIA

sexta-feira, maio 05, 2006

Stress Maligno 2: O Stress sai às ruas

Após a longa uma longa espera:

Trailer oficial do SM2


Stress Maligno 2 / Parte 1
Stress Maligno 2 / Parte 2

O STRESS SAI ÀS RUAS!!!


Créditos:

Guião
- Middnight: História e diálogos;
- Lunático: Parte da história e diálogos;
- Abutre: diálogos.

Vozes
- Abutre: Marco ‘Abutre’ (o narrador) , Clarinete e Zombies;
- Lunático: Realizador, Kelly, Filipe, Sr. Fiambre (p.a.), Mãe do Filipe, Lemmy Mr. Killed (o zombie músico), Filomena, Teodora (p.a.), Rita (p.a.), Miao (p.a.) e Zombies;
- Middnight: Aniceto, Vizinho (o Profeta), Elisabete, GNR zangado e Zombies;
- No_Imagination: Tiago (o condutor basofe);
- Nerzhul (ou Neoclipse): GNR açoriano.
- Rafael: Zombies.
(p.a. = pitch alterado)

Soundtrack
- In Heaven: Lunático;
- Hellion versão em piano: W.A.S.P., adaptada por Lunático;
- Hellion versão orquestral: W.A.S.P., adaptada por Lunático;
- Walking Through The Ruins: Lunático;
- The Black Plague is Back: Lunático;
- Total Destruction: Bathory;
- Ace of Spades: Motorhead, adaptada e cantada por Lunático;
- A Morte da Condensa: Lunático;
- Café da Rita: Lunático;
- Hidden in the Dark Stalking it’s Prey: Lunático;
- Discomfort: Lunático;
- She Bites: Lunático;
- The End is Near: Lunático;
- Lemmy Strokes Again: Lunático.

FX
- Lunático: Todos os efeitos sonoros com excepção dos referidos abaixo;
- Super Mário 64 e ISS 64 (Sons do programa “Recruta dos Idosos”).

Realizador
-Lunático.


Agradecimentos especiais a:
- No_Imagination (vozes);
- Nerzhul (vozes, ideia das gruas amarelas);
- Rafael (vozes).
- Tiago Nogueira (por ter nos dado a inspiração para a cena da morte do condutor basofe)

Agradecimentos não tão especiais a:
- William Hjortsberg (criador da Meg Mucklebone, mãe da Kelly);
- W.A.S.P., Bathory e Motorhead pelas suas músicas, que podem ser encontrados nos álbuns “I Wanna Be Somebody”, “The Return…” e “Ace of Spades”, respectivamente.

quinta-feira, março 23, 2006

É preciso darmos uma…

Parte estúpida do post: (aka: parte sem piada)

“É preciso darmos uma volta, as glândulas precisam de fabricar aquele tremendo liquido outra vez, e nós precisamos de voltar á luta, contra ursos e outras criaturas de cérebros parecidos. O nosso tempo de repouso já passou, agora temos de seguir em frente para o humor mais estupendo deste pais, a hora é agora! Não ficaremos para trás! Esquecidos no tempo como outros blogs que foram para livro e que aquilo nem serve para limpar o ra”

Cass: mas queres que eu traga porno?
Midd: epah agora não! Não vez que estou a criar?
Cass: possa, já pareces aqueles cabeleireiros gays, tem lá calma. Não te ponhas ai a berrar que precisas de concentração para fazer a tua criação.
Midd: então o que sugeres?
Cass: põe a porcaria dos fones

E assim o faço pondo os fones nos ouvidos, uma súbita dose de inspiração corre pela minha narina a cima, assim como as fadas e as musas que também inspiram ou inspiração dão entram-me pela narina esquerda a cima, antes pela narina do que por outro lado… como o ouvido, é que podiam romper o tímpano e isso era uma beca chato, porque depois já não podia ouvir a musica e assim não tinha esta grande inspiração para escrever nada. No entanto não foi assim, a musa entrou mesmo pela narina esquerda, acho que o nome dela era Matilde e vive no rio douro, perto de uma gruta, agora não sei o tamanho da gruta, se calhar é só um buraquinho visto que não me custou assim tanto a meter a musa pelo nariz a dentro, a menos que ela seja claustrofobica, nesse caso precisa de uma grande. Isso dá-me uma ideia, já que os BAU matam ursos, podiam depois vender as cavernas ás musas e outras criaturas que gostam de habitar em cavernas, é que já é muita caverna desabitada, que estamos para ai a deixar, bem que usamos uma para fazer um churrasco mas isso foi uma, ainda há muitas ai e também deve haver muita musa, ninfa e outras criaturas com ar de pitas claustrofobicas que precisam de uma caverna daquele tamanho e também, com tanto artista ai que precisa de inspiração, acho que as musas precisam de espaço para deixar os planos, ou quem saiba para uma base de musas, onde elas decidem quem é que vai entrar para o nariz de quem e que ideias vai dar a esse individuo. Se elas fizerem isso, digo desde já que são umas porcas, porque vocês tiveram a ler isto tudo, isto nem se quer faz parte do post e não teve piada nenhuma.

Mas pronto, a inspiração que tive no momento não foi boa e então com os meus super poderes de narrador, enquanto escrevo a historia sem piada nenhuma, vou narrar os acontecimentos que se passam aqui neste pequeno escritório perdido no nada que é tudo tipo o sal que não salga e não se deixa salgar porque gosta é de azeite.

Narração propriamente dita. (AKA: parte ainda mais estúpida e igualmente sem piada)

Enquanto eu abusava freneticamente da musa para escrever algo de jeito, a Cassandra andava pela casa a limpar o pó [aparte]POIS É PORQUE MULHER QUE É MULHER LIMPA O PÓ! OU LIMPA O PÓ OU APANHA NOS CORNOS [/aparte] (claro que depois deste comentário eu fui violentamente agredido com um espanador no pó, tive de ir levar quatro pontos na cabeça e por um braço ao peito mas após isso continuei a historia).

Agora só com um braço disponível para escrever, comecei a escrever muito mais lentamente, assim que nem uma tartaruga fora de água, apesar se forem daquelas pequeninas, até conseguem ser muito rápidas, mas não era como essas, era como as gigantes, muito lentas e chatas……

E pronto, lá estávamos nós, ocupados com os nossos afazeres eu a escrever uma porcaria que não era esta, ela a lim… a fazer as coisas dela. Estamos ambos em harmonia, em paz e em amor… por acaso amor é uma coisa que falta, mas os outros dois neste momento existiam. Mas não por muito tempo, porque uma força aterradora capaz de destruir cosmos… que é a Cassandra, estava prestes a colidir com outra força também muito ela aterradora, mas por acaso eu……. Eu fazia……. Coisas…….

Três toques são ouvidos na porta, três fortes e pausados toques, como eu estava com os fones não os ouvi, mas graças aos poderes mágicos de super narrador do espaço cósmico astral sei que eles foram ouvidos, mas quem os ouviu realmente foi a Cassandra, que poisando o espanador e tabuada do ratinho dirige-se rapidamente á porta, com cuidado ela abre-a só para descobrir que não está ninguém do outro lado, intrigada ela volta a fechar a porta mas quando se afastava, ouve os três mesmos toques na porta, o seu coração dispara “será que é um fantasma” pensou ela “será que é um fantasma de uma gaja boa de cabelo rosa que vem ai” acrescentei eu. Então a Cassandra abre outra vez a porta e depara-se com uma beleza de cabelos loiros, olhos azuis, peitos tesudos e um rabo que já fez muito bom homem ser vaporizado por extraterrestres.

Cass: Alexandra…
Alex: Cassandra…

Um olhar de ódio é trocado entre as duas, quase conseguia-se sentir a tensão, faíscas davam-se no espaço onde os seus olhares se cruzavam os objectos em volta tremiam e coelhos, daqueles coelhos fofos com os olhos muito queridos…. Entravam em combustão instantânea, pássaros caíam do céu e até nas profundidades do inferno os demónios escondiam-se atrás de pedras com medo do que fosse acontecer de seguida.

O tempo em que as duas se olhavam em pleno ódio já era tão grande que uma mãe coelha gritava ao fundo “parem com essa merda! Estão a queimar-me os putos todos!!” e ouvindo isso, é ai que a Alex quebra o silencio.

Alex: pega.
Cass: prostituta.
Alex: meretriz
Cass: rameira.
Alex: menina da má vida
Cass: Profissional do sexo
Alex: Galderia só aos tempos úteis porque aos fins-de-semana vai para o milheiral fazer de padeira para concretizar as fantasias do Abutre.
Cass: tuchê

Outra vez o silêncio instala-se pois os olhares, diziam mais que as palavras e no meio do ódio todo instalado apenas se ouvia “OUTRA VEZ NÃO!!! AI OS MEUS FILHOS!!!” era claro que estas duas raparigas detestavam o coiro uma da outra, mas no entanto a Cassandra ainda tenta apaziguar a situação, em nome dos coelhinhos.

Cass: Então diz-me… o que queres?
Alex: vim aqui falar com o Midd e só com o Midd…
Cass: tudo o que lhe disseres podes dizer á minha frente… maaas, agora não pode ser.
Alex: e porque não pode ser?

A raiva contorcia-se na face delas conforme elas falavam, mas pelo menos os coelhos já não ardiam, mas com esta pergunta a Cassandra fica sorridente devido á grande noticia que tem para dar.

Cass: ele não pode, porque ele está a escrever para o Imperialium neste preciso momento.
Alex: hmmm.. está a inspirado outra vez não está

Responde a Alexandra sem parecer no mínimo interessada

Cass: está sim e agora não pode ser perturbado, porque este trabalho é muito importante e tem de estar acabado antes de dia 24 de Março
Alex: então quer dizer que ele está mesmo a tentar escrever humor.
Cass: sim!
Alex: deve ter sido do que eu lhe fiz ontem á noite…
Cass: do que... ah? Hmm? Ga…

A Cassandra fica estupefacta com a declaração de Alex, por todas as coisas que podiam ser ditas ela estava pronta, mas não esta. Ela fica a olhar para a sorridente Alexandra por mais uns instantes enquanto tentava tirar o olhar de choque da cara, virando-se lentamente a sua face começa a tomar uma expressão de ódio e raiva.

Para a cena seguinte preciso que imaginem a musica mais barulhenta que têm, a ser ouvida no máximo de volume nuns fones de boa qualidade, a placa de som também dava jeito ser boa, mas agora imaginem uma voz a passar por essa barulheira toda e a penetrar os vossos ouvidos, mais ou menos como a musa entrou pelo nariz, mas desta vez dói. Então isso foi o que aconteceu quando a Cassandra berrou um valente “MIDD!!!”, claro que sofri, mas sofri em silêncio, porque fosse o que fosse eu não queria ser chateado, não agora que com tanta inspiração eu estava para fazer um magnifico post! Mas no final das contas escrevi esta merda.

A Cassandra avança furiosamente contra mim enquanto eu ainda me encontrava distraído a tentar fingir que não a ouvi, mas é interrompida assim que a Alex, depois de entrar, lhe dirige a palavra:

Alex: não vais querer que ele pare de escrever pois não? É que ele está a escrever para o imperialium! Após este tempo todo. Será possível? E será que ele vai ter inspiração suficiente para acabar.

A Cassandra olha para trás com um olhar feroz, os seus olhos brilhavam numa cor vermelha e outra vez o chão tremia, até conseguia ouvir “EU NÃO ACREDITO!! QUEM É QUE ESTÁ A PEGAR FOGO AOS MEUS FILHOS!!!”.

Cass: não me obrigues a por a historia do Midd sem personagem principal.
Alex: bah! Tu não conseguias nem que tentasses!
Cass: deves pensar que sou como os maricas daqueles gajos que andas a dar porrada.
Alex: para dizer a verdade, eu já apanhei mais porrada do que dei.
Cass: AHAH então está preparada para sofrer nas mãos da Cassandra! A poderosa incineradora de coelhos.
Alex: sabias que os coelhos daqui da zona são animais em vias de extinção?
Cass: são?
Alex: sim, saiu nas noticias á pouco tempo

Claro que ouvindo isso a Cassandra começa a berrar numa choradeira desenfreada daquelas de baba e ranho e com “o que é que eu fiz” por cada 5 soluços.

Alex: estás bem?... vá lá… tu estás bem?

Um telefone toca e a Alexandra vai rapidamente atende-lo como se tivesse em casa, do outro lado, uma voz desgastada diz:

Lunático: pergunta ai á Cassandra se ela está bem.
Alex: o jovem dos GEA pergunta se estás bem.
Lunático: Tu conheces os GEA???
Alex: claro que conheço.
Lunático: mas eu pensei que vivias noutro mundo.
Alex: sim, mas são bem conhecidos lá, até foi criado um culto em Mireti com base nessa banda e eu faço parte do Fan club.
Lunático: ai é? Já temos fans… ora bolas então isso…
Cass: EU ESTOU A SOFRER! NINGUEM ME LIGA NADA! BUAHAHAHAHHHHHH
Alex: peço desculpa, mas tenho de ir ali tratar dela, xau xau
Lunático: tratar dela? Posso ve…….
Alex: vá lá Cassandra, tu sabes que eu estava a brincar.
Cass: snif.. es-estavas?
Alex: estava sim…
Cass: AI ESTAVAS SUA PORCA? PÕES-ME AQUI TODA DESOLADA POR CAUSA DE NADA?
Alex: a sério eu nunca pensei que fosses daquelas que se importava por coelhos…
Cass: EU MATO-TE!

E assim ela tentou fazer, agarrou-se ao pescoço da Alexandra e tentou sufoca-la mas foi nessa altura que eu virei-me para traz, e observei estupefacto a situação que decorria e elas as duas, chocadas olhavam para mim como se tivessem visto um monstro. O silencio instala-se num momento um tanto ao quanto inquietante.

Midd: tu estás com a mão na mama dela?
Alex: NÃO! NÃO! Estou a tentar afasta-la!
Midd: ah!.... e tu estás a agarra-la para a beijar?
Cass: OH CUM CARAÇAS TIRA-ME ESSAS IDEIAS DA CABEÇA!
Midd: tá bom…. Então não vão fazer nada lésbico pois não
Alex/Cass: NÃO!
Midd: então podem parar de se matarem na minha casa? É que eu não quero limpar o sangue.

Lá se largam as duas e põem-se de cabeça para baixo com ar de arrependidas.

Midd: ora bem, então vocês as duas portaram-se muito mal… e agora vão ter de se castigar uma á outra
Alex/Cass: sim mestre.

E então elas agarram-se sedutoramente e….

Mensagem do vosso narrador favorito:

“Peço desculpa a repentina mudança de historia, mas é que já passou algum tempo e eu não quero mentir a ninguém, eu não tiro lésbicas da cabeça, se calhar a musa que me entrou pelo nariz era uma musa lésbica e está a dar-me estas vontades, já agora, as musas têm mesmo sexo? Ou eu já estou a inventar? É que eu nunca vi uma musa, neste caso um muso, musas há por ai aos pontapés agora um muso… terei de averiguar isso depois, agora prosseguindo com a historia”


Midd: expliquem-me o que raio é que está a passar-se aqui?
Alex: é que eu vinha aqui pedir 3 ovos e ela não deixou!
Cass: mas ela diz que te esteve a fazer coisas ontem á noite! E é mentira
Alex: e depois ela disse que queria saltar que nem uma menina malvada em cima de mim.
Midd: calma! CALMA!... já estamos a ir para as lesbiquices outra vez…
Mãe Coelha: com licença, esta porta estava aberta e eu preciso de ter uma conversa com a menina lorira
Alex/Cass: o que é que eu fiz?
Mãe Coelha: não é a girinha, é a que tem ar de rameira.
Alex: isso deixa-te a ti minha cara.
Midd: EI! Ela não vai a lado nenhum, a senhora não viu o poster?
Mãe coelha: raios! Mas bem… vale a pena tentar não?
Midd: sim, sim, mas vá-se lá embora agora. E em relação a vocês as duas. Cassandra leva a Alexandra á mercearia e aproveita e compra ovos para nós.
Alex: wow, poster’s que mexem-se, que coisa mais foleira
Cass: mas porque eu??? Porque é que eu tenho de ir com esta nojenta?
Alex: nhanhanha porque, porque, nhanhanhanha
Cass: ainda por cima ela cheira mal!
Alex: nhanha… EI eu não cheiro mal! Eu cheiro a um divinal perfume de rosas.
Midd: Param de empatar e vão?

E assim finalmente consigo ver-me livre delas, sento-me outra vez em frente do computador para continuar a escrever… mas há alguma coisa que me falta….

Merda, a musa fugiu…



Comentário do autor:

Desculpem, eu sei que foi mau, eu simplesmente não estou habituado a humor depois deste tempo todo, já não consigo ter piada, peço as minhas mais sinceras desculpas, argh isto está tão mau que até me dá vómitos, acho que podiam me entrar umas catorze musas pelo nariz a dentro que eu não escrevia nada de jeito, acho que essas catorze musas nem iriam querer entrar para o meu nariz porque seria uma perda de tempo, não tem piada estou sem humor… e este é possivelmente o meu pior post, isto é… sem contar com um ou dois que eu deixei para traz, isto é grande e não tem ponta por onde se pegue, não tem mesmo piada……….

Desculpem

terça-feira, janeiro 17, 2006

"Stress Maligno 2"

Produções bonsai, tem o prazer de vos apresentar:

Stress Maligno 2 o trailer

(Para fazer o Download do trailer carregue com o botão direito do rato e escolha "Guardar link/destino como")

sábado, dezembro 24, 2005

A Revolta Natalícia do Imperialium

Aproximava-se mais um Natal na aldeia do mundo Imperialium. Contudo, este natal prometia ser diferente de todos os outros, uma vez que o orfanato local pegara fogo precisamente na noite da Consoada. O fogo originou-se quando o São Nicolau entrou pela chaminé, que estava acesa, e pegou fogo ao resto da casa enquanto corria histérico, acabando por morrer carbonizado. Com o pouco dinheiro que o orfanato tinha, as crianças viram-se forçadas a viver na rua, alimentando-se dos restos de lixo, porque recusaram o alimento grátis do McAlfredo’s.
No entanto, o McAlfredo dava hambúrgueres grátis porque eles continham uma substância altamente tóxica que destrói por completo os genitais dos seres humanos e que também provoca múltipla personalidade. Essa substância havia sido desenvolvida, nem mais, nem menos do que pelo Fernando Pessoa ou, como era conhecido no sub-mundo do crime, Fernandino Queijos. A temível organização visava evitar o aparecimento de novos Imperialistas, atacando os mais novos, para esterilizar completamente a população. Disfarçados como uma loja de hambúrgueres, eles conseguiam atingir o seu objectivo lentamente e sem qualquer hipóteses de serem descobertos.

Assim que Fernandino Queijos soube que as crianças do orfanato estavam a recusar a sua comida contaminada, resolveu criar um outro plano para capturá-las e eliminá-las a todas. O que ele não sabia é que Esperto Carneiro, uma das suas personalidades benignas, comunicou este plano aos extraterrestres habitantes dos esgotos industriais da McAlfredo’s. Mas como estes extraterrestres estavam demasiado atarefados a dormir, depois de um cansativo dia a verem o canal vh1, Esperto teve de se virar para as forças sinistras, que até ele próprio tinha medo de usar. Através de um ritual antigo, invocou o demónio Alvaroth die Carpon, mas devido a um problema no ritual, que foi falta de sal no peru, o demónio acabou sendo apenas mais uma personalidade de Fernandino Queijos. Mas Esperto não podia desistir. Reunindo toda a pujança que obtinha da Natureza e dos seus cereais Chutapica ®, Fortes em Chocolate™, ele acolheu em sua casa todas as crianças que estavam a monte desde que o orfanato ardera.

Foi então que, do outro lado do Mundo, anunciado pela explosão incandescente de uma estrela, ocorre o nascimento de Judas Iscas Rotas, o primo do Zé da Tasca, cuja taberna se situava ao lado do McAlfredo.
E eis que, quando as crianças do orfanato viram a estrela, agarraram em baús cheios de cd's, rolos de papel higiénico e desodorizantes, montaram em cima do Rodolfo e o resto das renas que tinham herdado do São Nicolau, e foram até ao seu salvador, Judas Iscas Rotas, que os ia salvar de toda a comida contaminada do restaurante McAlfredo’s, passando três dias com uma grande dor de barriga e caganeira, para todos poderem ter a salvação.
Mas a sua partida foi descoberta. Principalmente porque Esperto foi atrás das crianças para as manter a salvo, mas esqueceu-se que consigo levava as suas outras personalidades. Alvaroth, que mostrava um enorme interesse em ajudar Esperto, secretamente tinha planos para violar as raparigas e transformar os rapazes em demónios ladrões de mercearias, e Fernandino, cujos planos já conhecemos, também esperava que fosse levado para perto das crianças para aí poder assassinar Esperto pela sua traição.

Quando as personalidades atrozes de Fernandino despertaram, aperceberam-se da falta de crueldade de Carneiro, por este ajudar as crianças orfãs que, apavoradas e esfomeadas, se sentavam num trenó de bancos rijos e frios, chorando os infortúnios e adversidades das suas vidas, enquanto as renas cagavam à sua frente. Esta triste imagem natalícia, capaz de provocar lágrimas em qualquer coração, veio apenas intensificar o desejo de vingança do Fernandino Queijos, que condenou Esperto Carneiro a escrever poesia sobre ovelhas para o resto da sua vida.
Mas ele não teve tempo para chegar a escrever poema algum, pois dos céus caíram vários mísseis tirando a vida a todos os presentes. Este impiedoso ataque tinha sido comandado pelo luso-alemão Titler.
Porém, este ataque foi um ataque falhado, porque onde Titler queria mesmo acertar com os seu mísseis era na terra natal do pai de S. Nicolau, um monstro cor-de-rosa gigante, com 30 patas e meia, uma boca sem dentes, língua de vaca, olhos de carneiro, dois pares de cornos de veado, um nariz vermelho parecendo uma batata, vestindo um fato verde semelhante às árvores de Natal desenhadas pelas crianças de hoje em dia, que bebia uma garrafa de UHU-Cola.
Mas este ataque só serviu para provocar a fúria dos deuses, mais especificamente Guilherme Cachalote, Deus dos Mares, que gostava muito de ler a Poesia de Fernandino. Vendo a notícia terrífica da destruição do seu ídolo, Cachalote lançou enormes maremotos recheados de carpas assassinas contra Titler.

Imprevisivelmente, as carpas não chegaram a atingir Titler. Isto porque um dos vários narradores decidiu que esta história tinha de voltar a fazer um mínimo aceitável de sentido e, usando os seus poderes divinos de Imperialista, baniu Titler para Auschtitz e transportou Guilherme Cachalote para o Oceanário. De seguida, ressuscitou as crianças órfãs e as personalidades múltiplas de Fernandino, apelando a todas as personagens intervenientes na história para que estas não se deixem levar por eventos que possam parecer irreais ou implausíveis de acontecer. Muito obrigado.

No entanto, um outro narrador contrata Wagner Stewart, avô de Titler, para atacar o narrador anterior com o seu exército de tanques feitos de metal reciclado directamente das sucatas. Wagner tomou também a iniciativa de bombardear os outros narradores presentes, através dos seus Minis Voadores Tailandeses.
Entretanto, o terceiro narrador, perdido no meio de tanto nome e já desconhecendo as personagens, começa a disparar rebuçados de caramelo contra a testa de qualquer um que aparecesse à frente.

Nisto, o quarto narrador barrica-se na casa de banho do fórum e com a precisão de um atirador furtivo, lança filhoses às cabeças dos outros narradores.
O primeiro narrador, farto de projécteis, arma-se com vários textos filosóficos e começa a lê-los num tom monocórdico, numa tentativa de adormecer os outros. Em seguida, pega em 30 euros e decide ir para um bar em Lisboa para ver se arranja alguma diversão.

O terceiro narrador finalmente acorda e começa a atirar espinhas de bacalhau mágicas para os outros narradores, ficando estes com borbulhas de Ketchup. O segundo narrador acorda também e contra-ataca, esfregando a cabeça do terceiro no vidro da cabine dos narradores, reparando que as crianças do orfanato estão pasmadas a ver a luta entre eles. Até São Nicolau estica a cabeça para fora dos bastidores para ter uma visão do que se passa. Tudo isto, enquanto a Mucklebone está sentada num canto da cabine do narrador, a arranjar as unhas e murmurando a canção: "...Quem será o narrador?....... Quem será o narradoooooor?...".

Perante este caos todo, chegam as três Rainhas Magas, que eram ruivas e jeitosas. Estas oferecem-se como presente aos narradores 1, 2 e 3 fazendo-os esquecer a sua batalha. O narrador 4, como não estava presente na reunião de criação da história, apesar da sua voz ser ouvida, não ficou com nenhuma. Com inveja dos outros, este planeou no seu quartel-general a sua terrível vingança.

Furioso por não ter nenhuma ruiva, o narrador 4 entope todas as sanitas da casa de banho e em seguida puxa todos os autoclismos fugindo do local o mais rápido possível. Perante tamanha pressão, a casa de banho rebenta num turbilhão de água, urina, fezes e outros dejectos que não merecem ser mencionados. Esse turbilhão avança sobre os outros narradores desprevenidos que são atirados contra as paredes do hotel onde tentavam entrar e manchados com a corrupção da casa de banho do fórum. Então, o quarto narrador invoca as forças do malévolo MSN que o tornam ou invisível, ou desaparecido, ou em espera perante os olhos dos outros, podendo assim planear a sua bloody revenge

O primeiro narrador entra por fim no hotel, perguntando-se qual a razão que o levou lá dentro, quando a sua Rainha Maga Ruiva o deixa pendurado, lembrando-se que ainda tem de ir fazer compras para o menino Jesus, uma vez que este nasce já amanhã. Foi então que este narrador resolveu pegar em 30 euros e ir para um bar de Lisboa divertir-se, com uma estranha sensação de déjà vu.
O terceiro narrador, ao ver que o segundo não quer narrar na sua vez, provavelmente por estar entretido com a ruiva, pergunta-se quem disse que ele queria uma ruiva (até porque ele nem acha piada a ruivas), e "dá" a ruiva ao quarto narrador para este não ficar chateado, indo de seguida à procura de uma certa não ruiva.

O narrador 3, entrando esbaforido na vez que não era sua, grita que o narrador 1 o quer espancar. Isto porque disse que se as criancinhas órfãs sobrevivessem, seria muito cliché e o narrador 1 pergunta como pode o 3 achar isto tudo cliché. Mas, continuando com a sua ideia, o narrador 3 manda todas as personagens do "Happy Bonsai Friends" para o meio das criancinhas e vamos lá ver se alguém sobrevive!

O chão abre-se. O céu fica vermelho. As árvores ganham vida e começam a saltar à corda. Os veados unem-se às lebres e começam a caçar leões e hipopótamos. As crias de raposa são abusadas sexualmente por animais invertebrados adultos. Toda a Natureza fica em polvorosa... Tudo isto devido ao surgimento daquele que anunciará os dias do fim. Daquele que com o seu olhar gela até o mais corajoso e que com as suas palavras venenosas engana o mais céptico de todos... Daquele que dominará todo o Mundo, mesmo sem o consentimento do Pai Supremo: Manuel Luís Trouxa!

Perante o espectáculo apocalíptico, o 4º narrador apercebe-se que o seu tempo terminou quando olha para o horizonte vermelho e observa uma estrela brilhante que se encontra no céu. Então, agarrando a ruiva que lhe foi dada, desaparece num géiser de sangue que dá mais um pouco de gore à situação. Esperando e fazendo coisas porcas à ruiva noutra dimensão, onde ficará preso até que seja preciso outra vez, seja para narrar uma batalha apocalíptica ou para simplesmente narrar o estado do tempo.

Ao ver a situação do narrador 4, o narrador 3 faz "txe txe" e dá uma olhadela pela janela da sala, vendo os pequenos "Happy Bonsai Friends" a espancar, mutilar e mais qualquer coisa as criancinhas, porque nenhum narrador se lembrou de os tirar de lá. De repente, começa a sentir uma sensação estranha a subir-lhe pelo tronco, misturada com uma dor. Começa a gemer, a contorcer-se devido a essa sensação. Cruza as pernas, descruza, volta a cruzar, volta a descruzar e corre para a casa de banho pois descobre que tem vontade de cagar.

O narrador 2 tem relações com a ruiva sem preservativo, apanha SIDA e explode por comer uma laranja durante a noite.

Quanto ao narrador 1, desiste da demanda de encher este post de espírito natalício e, acabada a carnificina das criancinhas, volta novamente para o bar, de onde é posto fora às 4h da manhã por começar uma briga contra um empregado que dizia ser urso. Actualmente, encontra-se internado num hospital ora em coma alcoólica, ora a fazer-se às enfermeiras.

Desaparecidos os narradores, eis que Jesus Cristo nasce, cresce, mata Manuel Luís Trouxa atirando a vaca do presépio para cima deste, vive uma vida próspera de carpinteiro Messias e morre na cruz, desejando um Feliz Natal a todos os que lêem o Imperialium!





Os desordenados alucinados narradores revoltados:

Lunático, Neoclipse, No_Imagination e Middnight,

desejam boas festas a todos os leitores.




(Último parágrafo narrado por Judas Iscas Rotas. Todos os direitos reservados.)

sábado, agosto 27, 2005

Imperialium 60k9 Primeira parte - Midd

“Data: 20/2/60009

Hora: 8:46

Localizamos os invasores Neoclipsios e preparamos para lançar um ataque, segundo forças de reconhecimento é apenas um pequeno grupo, os pontos critico são dois mechs de suporte, estão completamente armados e prontos para a defesa, precisamos de os eliminar antes de podermos avançar para o que parece uma escavação arqueológica ou um circo, o que um circo fará aqui? Talvez drogas, não sei o que eles procuram aqui mas não podemos permitir, foi-me dado um pelotão de recrutas, parece que os anciões querem os treinar rapidamente em combate, para os preparam para “grande escuridão” que prevêem, eu não me interesso por isso apenas acho que é um desperdício de soldados e de stripers.

Neste momento estamos a pouca distância do nosso inimigo e esperamos apenas a chegada de reforços e daquelas coisas bege…”

O exército preparava-se para o confronto, o Middnight vestia a sua grande couraça, todos os soldados preparavam as suas armas, possuíam pouco armamento de fogo, tinham poucas armas de alto calibre, tudo dependia nos seus reforços, passado um tempo ao longe vê-se sinais de movimento, aproximando-se mais soldados armados com miniguns e dois Ripers, tanques de guerra cada um com uma metralhadora de alto calibre, altamente devastadores contra infantaria. Aproximando-se da tenente, o Middnight dirige-lhe a palavra:

- É bom vê-la aqui tenente.
- Para com as merdas Midd, dá cá um abraço. – Responde a mulher.
- Ah Cassandra, ainda bem que te puseram finalmente na frente. – Diz o Líder satisfeito
- Não te ia deixar desprotegido pois não, salvastes-me daquela cessão de fiel e infiel, estou eternamente grata para contigo… eternamente mesmo.
- ahahah e como é que estão as coisas na capital?
- Há uma falta de mesas. – Responde a tenente
- Pois…
- Yah…
- Mas ainda bem que trouxestes os Ripers, vão nos dar uma boa vantagem. É penas não termos stripers, podíamos vencer os nossos inimigos com luxúria
- Quais são as tuas ordens.
- Vamos avançar, rebentar com aqueles montes de sucata.
- Central, central comuniquem – Fala a Cassandra para o seu transmissor. – Quero pedir um ataque aéreo sobre as seguintes coordenadas… 23.46.56.54.23.45.6.34.12.75.43.45… eu acho que eles deviam reduzir isto para menos dígitos – depois dirigindo-se para as tropas aos gritos. – Ora bem seus montes de estrume, é hora de prepararem para o ataque meninas! Não quero ver ninguém a chorar por ter unhas partidas, toca a acordar e a cheirar a morte que paira no ar, vá! A levantar. EI GEREMIAS, NÃO TE PONHAS A VESTIR OS COLANS AQUI! ESTÁS EM GUERRA.
- Mas eu sou o recruta mais afemininado e vou manter esse titulo por muito tempo. – Desculpava-se o soldado.
- Não quero saber, tu larga esse batom e ganha tomates como o resto das tropas! – Grita Midd para o soldado. – Isto é… excepto como a Cassandra, ela deve ter ganhado mais mamas… tomates não… quer dizer, é a única coisa com forma de…. Não lhe iam crescer os olhos pois não?
- Ah está melhor – afirma ela

As tropas Vargtidianas avançam pelo desfiladeiro ao encontro dos Neoclipsios, três naves cruzam os céus rapidamente, deixando cair três bombas, uma acerta um dos mec’s em cheio enquanto as outras falham absolutamente o seu alvo, apôs a queda das bombas e uma rápida reorganização os Neoclipsios abrem fogo sobre o exercito que avançava. Alguns Vargtidianos são atingindo e caiem logo no chão os restantes lançam-se para o chão, tiros são trocados durante um bom bocado são ordenas dois assaltos de Ripers não causando grandes estragos nas forças inimigas, a batalha torna-se mais intensa vendo que reforços chegam da parte inimiga, mas o ponto de torno dá-se, um dos inimigos levanta-se por de trás da sua protecção e grita “seus fornicadores!”, do outro lado um Vargtidiano rapidamente prepara a sua pistola e dá-lhe um tiro mesmo no crânio gritando “Issto é o que levas por descriminares ninfomaníacas”, após isso o Middnight ordena mais duas rajadas de metralhadoras serem disparadas, as defesas dos Neoclipsios cedem e tropas são atingidas pelo ataque dos Ripers, perdendo moral as tropas inimigas começam a retirar. Levantando-se rapidamente e determinada a Cassandra lança-se contra as tropas inimigas correndo contra as balas que os Neoclipsios disparavam, ela salta contra o mechs que retirava e crava-lhe a espada pela sua couraça, em seguida apanhando um tiro no capacete ela cai largando a espada, o mech severamente danificado acaba por sucumbir, ela retira-o rapidamente por lhe estar a fazer comichão e consegue ver dois guerreiros de Elite Neoclipsios a retirar, o resto das tropas Vargtidianas avançam pela ravina poeirenta lançando-se contra os invasores e então a Cassandra espirra.
A batalha decorre por mais algum tempo, até que o Midd, recebe uma transmissão das tropas que ficaram a proteger a retaguarda.

- Líder… estamos …. atacados por SSS’s…. Nós precis…. Ajud…. o r…. roeu…. da garr… d….. da… ssia – e assim a transmissão
- Porra parece que toda a gente quer enrabar os Vargtidianos hoje! – Grita o Líder irritado, apenas interrompido pelo Gremias.
- Líder eu por acaso gostava d…. – é calado por a pistola de Middnight na boca dele e o disparo furando-lhe a cabeça.
- O.K. que isto sirva de lição! Queremos cá homens com tomates! Pelo menos um… desde que tenham! Ah e mulheres com mamas grandes! – Os soldados começam a ganhar um sorriso na cara – não! Não é por isso… para isso temos o bar de stripers que é o que temos de proteger agora.
- Eles estão a atacar o bar de stripers?! – Diz um soldado chocado. – Não os podemos deixar conquistar esse território. – Grita outro. – O BAR DE STRIPERS! OU A NOSSA VIDA! - Gritam os soldados em conjunto enquanto lançam-se para a próxima batalha deixando o Midd e a Cassandra sozinhos.
- Bem eles estão incentivados. – Diz a Cassandra.
- Achas que eles sobrevivem?
- Interessa-te?
- Bah… nem por isso. – Responde o Líder
- Sabes o que me apetece fazer agora? – Pergunta a Cassandra com ar depravada
- Tu, não queres fazer isso não!
- Quero sim. - Diz ela continuando com um ar de depravada
- Aqui? No meio do nada onde qualquer pessoa pode ver.
- É já aqui! – Diz ela tirando uma caixinha da sua armadura multiuso.

“Data: 20/2/60009

Hora: 11:50
Demorou mas finalmente eu e a Cassandra acabamos, ela nunca me tinha dado tanto trabalho antes, mas agora podemos concentrar-nos na batalha que provavelmente ainda decorre, pois estamos mais aliviados e mais. Á tanto tempo que não dava uma cartada destas, com a guerra e tudo não dá oportunidade para fazer estas coisas.”

Então Middnight e Cassandra correm para se juntar a batalha no bar de strip, mas ao chegarem lá as suas tropas já tinham expulsado os invasores e agora a maioria dos soldados já se encontravam no chão, podres de bêbados e talvez alguns já em coma alcoólico, enquanto o Líder avançava pelo campo de batalha cheio de soldados no chão ele perguntava-se o que estariam as duas forças inimigas a fazer no seu território, perguntas que teriam de ser respondidas por o concelho de anciões, então esperando que as tropas retomassem os sentidos, tanto o Midd como a Cassandra vão para o bar de stripers, conhecido pelas suas propriedades regenerativas, quando as tropas voltam aos seus sentidos, então começa a marcha para a cidade.

segunda-feira, agosto 22, 2005

Imperialium 60k9 Primeira parte - NZL

Num desfiladeiro no território inimigo um pequeno acampamento de Neoclipsios tinha começado uma escavação, dois robôs conhecidos como Mechs guardavam a entrada em conjunto com um pequeno número de tropas e o General Das Iscas, dentro do acampamento e a supervisionar a escavação o Líder Nerzhul escrevia no seu diário:

“Data: 20/2/60009

Hora: 6:00

Invadimos território Vargtidiano em busca de um valioso e antigo artefacto, os nossos cientistas disseram-nos apenas que era um valioso artefacto cheio de super poderes, que poderia virar o curso da batalha que já decorria a séculos, destruí-mos uma pequena habitação bárbara na nossa vinda para aqui, por isso temos de ser rápidos porque deverá haver uma retaliação em breve, neste momento estamos a proceder as escavações que estão a decorrer num ritmo lento, mas tenho de considerar as vidas dos meus homens, prefiro ter os mechs como defesa do que ser apanhado de surpresa enquanto eles tiverem a escavar.

P.s.: tenho de me lembrar de comprar laranjas”

Dirigindo-se para os soldados que escavavam o mais rápido que podiam, o Líder incentiva-os com promessas de mulheres com narizes bonitos e cartilentos:

- Vá lá rapazes não queremos ficar aqui o dia todo pois não?

- Não senhor! – Respondiam os soldados a escavar.

- Despachemo-nos para voltarmos para as nossas mulheres com narizes agradáveis!

- Yeah! – Gritavam os soldados. – E laranjas

O Nerzhul continua a andar de um lado para o outro, esperando que mais cedo ou mais tarde encontrem o artefacto. A tenção crescia pois por cada minuto que passava havia hum risco maior de um ataque por forças Vargtidianas, mas continuavam sem encontrar nada, nervoso, Nerzhul contacta via rádio o General Das Iscas, que protegia a única entrada para o local da escavação:

- Das iscas, comunica.

- Das iscas aqui Líder. – Responde o general.

- Como está a situação ai?

- Demasiado calma senhor, não há um único sinal de inimigos e já esgotamos o stock de laranjas. – Mudando o tom para um tom de loucura – mas se houverem eu mato-as a todas, todas, todas

- Estas a falar das laranjas?

- Errr… desculpe líder, foi um lapso

- Calma Das iscas, só precisamos de protecção até descobrir-mos o artefacto.

- Sim Sr.

- Se acontecer alguma coisa comunica.

- Sim Sr. Já agora Sr. Sabe que tipo de artefacto procuramos?

- Não, provavelmente uma arma super poderosa ou um vasto exercito de super mutantes que lançam radioactividade dos dedos após consumirem muitos pêssegos, mas não tenho a certesa. Volta ao mas é ao trabalho porque não te pago para fazer tricô

- Como é que….. Sim Sr.

“Data: 20/2/60009

Hora: 8:30

A escavação continua e começa a ser mais árdua, pois começa-se a descobrir ruínas por baixo da terra, blocos de pedra e aço, parece que um edifício se encontrava na localização, não temos a certeza do que se trata mas deve ser aqui que se encontra o artefacto, rezo a Rita e ao Grande nariz que o artefacto apareça, estar neste local dos bárbaros deixa-me com comichão no pé e o dedo miudinho dormente”

Ouvem-se sons altos vindos do céu e olhando para eles, vêem-se 3 naves a passar por cima do desfiladeiro e de repente ouvem-se três explosões ao longe, rapidamente o Nerzhul, entra numa tenda e pega numa arma, contactando de imediatamente o General Das Isca.

- Das Iscas, qual é a situação?

- Chupa-chupas e caramelos é que não é de certeza – Responde o General Zé enquanto se ouvia sons de tiros.

- Eu vi três naves a passarem por aqui, o que se passa, largaram presentes?

- Sim, como laços rosa e ursos no papel de embrulho

- Que insoburnação é essa General? Santa Rita, não nos amaldiçoes dessa maneira

- desculpe general é que são Vargtidianos e montes deles, estão bastante bem protegidos pelos destroços no desfiladeiro.

- Ok, eu vou para ai e levo reforços. Aguenta o que puderes.

- Sim, Sr.

O Nerzhul reúne uns quantos homens e corre para a defesa do perímetro, tiros ouviam-se por todos os lados, conforme chega a entrada procura protecção por entre as pedras e crateras assim como os soldados que já defendiam estavam a fazer, um dos grandes mechs disparavam balas de duas rotativas, queimando munição como se não houvesse amanhã, o outro mech, só sobravam as patinhas, parecia que tinha apanhado com uma bomba mesmo em cima, o Nerzhul rapidamente dirige-se para perto do General para trocar informação.

- Qual é a situação general?

- Não é boa, meu líder, imensos Vargtidianos estão sobre protecção das caracteras e rochas.

- Nós temos poderio de fogo superior ao deles. Qual é o problema?

- Eles são mais e têm dois ripers do lado deles, já sofremos 4 rajadas das suas metralhadoras. E tivemos sorte não ter furado pela pedra, tivemos de recuar, o mech foi atingido no lança rockets

- Não temos aqui nenhuma arma com explosivos? – Grita o Nerzhul para o resto do seu esquadrão. – Parece que não estes Vargtidianos, como é que eles conseguem ter tantas tropas.

Um dos soldados levanta-se, põe-se em cima de uma pedra e grita para os inimigos “Seus fornicadores!” ao dizer isso leva com dois tiros uma acerta-lhe no peito apenas furando a pele e não passando pela sua armadura, o outro acerta-lhe no olho furando o seu crânio fazendo-o tombar logo, enquanto do lado inimigo ouvia-se “Isto é o que levas por descriminares ninfomaníacas”, o tiroteio continua mais duas rajadas de metrelhadora são lançadas, desta vez furando algumas pedras e fazendo algumas baixas no exercito, o Nerzhul não querendo perder mais tropas manda a sua equipa recuar, conforme começam a recuar, um guerreiro Vargtidiano ergue-se e começa a correr em direcção aos Neoclipsios em fuga, vários tiros são disparados contra esse soldado, apenas acertando na sua armadura, quando chegou a distancia suficiente o soldado apesar do enorme peso da armadura dá um enorme salto e com uma espada de plasma perfura a carapaça do mech ao embater nele, deixando a sua espada no mech avariado, cai no chão, um do Neoclipsios recua para matar o soldado caído, mas é surpreendido quando esse soldado saca de uma pistola e fura-lhe o crânio. Enquanto o Nerzhul contactava a equipa de extracção, ele olhava para aquele guerreiro levantar-se, perante uma onda de soldados Vargtidianos que corriam pelo desfiladeiro após o segundo mech ter caído e após se levantar retira o capacete danificado e o Nerzhul vê algo que não esperava. Vendo que não poderia acabar este combate, recua para a zona de escavação onde se debate valorosamente contra os imensos números de inimigos, até que um grito de retirada se ouve do lado oposto e os Vargtidianos cessão fogo começando a recuar. Exaustos e com poucas munições os Neoclipsios ajudam todos na escavação para desenterrar o artefacto, até que finalmente o encontram. Pedindo evacuação, 3 naves de transporte aparecem rapidamente, carregando o artefacto e muitos dos seus materiais, os Neoclipsios a bordo das suas naves finalmente dão um suspiro de alívio estando fora do alcance dos Vargtidianos.

“Data: 20/2/60009

Hora: 11:26

Esta missão não foi sem riscos, perdemos poucos homens e dois mechs, já custou o suficiente, esperemos que este artefacto seja suficientemente bom para a nossa causa, observando-o parece um caixão, não sei o que poderá ele conter lá dentro, mas isso é para os nossos cientistas descobrirem.

Noutro assunto, tenho de dar graças a Rita, por ter sobrevivido neste dia, porque se os meus olhos não me enganaram, poderíamos estar em maus lençóis, é lógico que ela estivesse do lado deles, mas nunca esperei ver um ataque liderado por ela, tanta selvajaria, percebo porque é que sempre foram chamados as “bestas” só espero é não ter emoção destas nas próximas horas, agora só preciso de uma boa imperial e um bom nariz… e não me posso esquecer das laranjas”

As naves abandonam o território enquanto os Vargtidianos lutam outra invasão nas suas terras.