domingo, novembro 07, 2004

You’ll see me in your nightmares – Parte 2: O Guião



Cena 1

(A imagem mantém-se escura, ouvindo-se só a voz do narrador.)

2020, um ano de reconstrução a nível global. Depois da Terceira Guerra Mundial (é mostrada uma imagem de uma explosão nuclear) o Mundo perdeu parte das suas obras de arte (é mostrada uma imagem da Catedral de S. Pedro de Roma destruída) e seres inumanos subiram à superfície (aparece uma fotografia da stôra de EOTD) Aaahhh!!! Chiça, que me assustei! Ahm, perdão… Apenas uma cozinheira, que sabia da secreta receita de Bolo de Fanta, sobreviveu no Mundo (é mostrada uma foto da bela cozinheira). Mas, infortunadamente, ela desapareceu. Pensa-se que foi raptada em sua casa, situada na Sobreda. Porém, as certezas são poucas e o futuro do Mundo é incerto devido ao desaparecimento da preciosa receita (é mostrada uma imagem com crianças a morreram à fome em África e depois uma outra com políticos a ficarem maldispostos e a declararem guerra ao país mais próximo por só poderem comer pão-de-ló).
Contudo, uma equipa especializada de mercenários foi contratada para investigar este caso.

Cena 2

(Dentro de um helicóptero três indivíduos falam, preparando-se para saltar).

Indivíduo 1: Porque é que tivemos mesmo de vir de helicóptero?
Indivíduo 2: Porque os táxis ‘tão caros.
Indivíduo 1: Ah, ok… E aquele gajo que ‘tá a afiar uma faca, quem é?
Indivíduo 2: Chama-se Felício. Ele veio connosco para garantir a segurança.
Indivíduo 1: Como assim?
Indivíduo 2: Ele é um caçador de monstros. Na realidade é mais conhecido por Felício, o Empalador. Ele costuma deixar as vítimas empaladas em alfinetes gigantes.
Indivíduo 1: Então mas não me digas que a Sobreda também ‘tá com problemas com monstros?
Felício (aproximando-se): Eu não diria problemas. Ela está completamente infestada. A primeira bomba nuclear libertou os imps infernais que a têm dominado durante estes últimos anos.
Indivíduo 1: Imps? Já nem me lembro o que é isso…
Felício: É um género de mistura de demónio com duende. Por falar nisso, vocês trouxeram o kit anti-monstros que era necessário?
Indivíduo 2: Sim, claro.
Indivíduo 1: Xii! Esqueci-me por completo!
Felício: Esqueceste-te? Hmm, ok. Tenta é não andares muito afastado de um de nós, porque sem kit se um demónio te apanha, já eras.
Indivíduo 2: Bem, pessoal, a conversa ‘tá animada, mas temos de saltar, estamos na altitude ideal.
Indivíduo 1: Ok. Olha, José, aposto contigo como chego lá em baixo primeiro. Eheh!
José (indivíduo 2): Ok, aposta aceite. Tu sabes que nunca me irás ganhar, mas pronto. Até te deixo ir em primeiro. Força, Ivan.
Ivan (indivíduo 1): Yeah! Apostamos o mesmo de sempre, não é?
José: Claro!
Ivan: Err… O que é que a gente costuma apostar sempre mesmo?
José: Uma imperial…
Ivan: Ah, sim! É isso. Bem, lá vou eu… Como é que se salta? Já não me lembro…
Felício: Simplesmente deixa te cair.
Ivan: Certo (atirando-se)! Ahhhhhhhhhh…

(Pequena pausa enquanto Felício e José observam o companheiro a descer através da porta aberta do helicóptero).

Felício: Ele não se esqueceu do pára-quedas?
José: Olha, pois foi! Tss tss… O que este gajo faz para me ganhar uma aposta…

Cena 3

(Depois de Felício e José terem descido com os pára-quedas, encontraram no local indicado um jipe, um rabi e um militar).

Felício (arrumando o toldo do pára quedas na mala): Foram vocês que nos contrataram?
Militar: Nós não. Foi o nosso chefe, o Sargento Banhas de Cobra. Mas venham connosco antes que apareça por aí um chupacabras. Os malditos aliens largam esses animais em todo o lado!!
José: Deves ‘tar a gozar, não? Toda a gente sabe que os chupacabras não são alienígenas, mas sim o resultado experiências secretas em genética do governo americano.
Militar: Cala-te, pah! Então como é que explicas o facto de serem vistos ovnis enquanto existem assassinatos feitos pelos chupacabras?
José: Petas! Os chupacabras são uma mistura entre morcegos e humanos. Mistura essa desenvolvida em laboratórios americanos. Com o começo da terceira grande guerra esses bichos soltaram-se e agora andam por aí ao deus dará.
Militar: Uma ova! Eles nem têm nada a ver com mamíferos. São animais de sangue frio, uma espécie próxima de um réptil. São seres usados pelos et’s para conquistar planetas.
José: Qual et’s, qual carapuça! Só dizes é porcaria!
Militar: Tu é que só dizes porcaria!! Tu e o realizador, que na realidade só escreveu esta história para dizer que ainda gosta da…

(De repente, o jipe começa a trabalhar, arranca e atropela o militar que estava discutindo com José, antes que ele pudesse sequer terminar a frase).

Rabi: Oh, que porra! Este jipe ainda anda com as suas manias!
Felício: Isso deve estar assombrado!
Rabi: Nem por isso. É um problema qualquer no motor. Eu já o levei ao mecânico, mas o arranjo era demasiado caro.

Cena 4

(Os três metem-se no jipe, deixando o cadáver no chão, e seguem caminho para a fortaleza onde está o Sargento Banhas esperando. Durante o caminho são perseguidos por um monstro invisível. Esta perseguição é feita através da visão do monstro (efeito de primeira pessoa, muito ao jeito de Evil Dead). Mas depois de escorregar numa casca de banana e cair redondamente no chão, este desiste indo para a sua caverna jogar Dungeon Keeper).

Cena 5

(Os três chegam à fortaleza e lá encontram o Sargento Banhas).

Banhas (fazendo continência): Bem vindos, honrados guerreiros!

(José e o Rabi respondem, mas Felício fica estático a olhar para as paredes da fortaleza).

Felício: Esta fortaleza é toda feita em esferovite?
Banhas: É sim. É a única maneira de não sermos atacados pelos possuídos.
Felício: Possuídos?
Banhas: Exacto! O Diabo anda a possuir um grande número de civis e a obrigá-los a nos atacarem. O esferovite é um dos poucos materiais que os pode deter.

(Uma mulher bate à porta gritando para que a acudam. Depois de a abrirem ela entra e põe nos ao corrente da situação).

Mulher com os cabelos desgrenhados e húmidos dando-lhe um aspecto sensual: Sr. José! Sr. José! Acuda a minha amiga! Ela foi possuída pelo Demónio!
Rabi: Se ela for tão jeitosa como a menina, é para já!!
José: Olhem me só, o “rabetas” também se chama José…
Rabi: Rabetas o tanas, meu amigo! Eu sou rabi! Não me entretenho a brincar com putos como os padres!!

Cena 6

(Dentro de um templo judeu, o Rabi José inicia o processo de exorcismo para libertar a rapariga do suposto demónio. A amiga da possuída, o Sargento Banhas, o José e o Felício também se encontram lá).

Rabi (supostamente lendo um livro de exorcismos judeu): Nosso Senhor te comanda, o Messias, que não deve ter dinheiro para a viagem pois nunca mais cá chega, te comanda! Sai daí demónio! Abandona o corpo, e que corpo!, da moça que possuíste!
Mulher possuída (atada nos braços e nas pernas e esticada sobre uma cama): Arggghhhh!!
Rabi: Sai desse corpo, espírito nefasto, antes que atire com friz… err… com água benta.
Mulher possuída: Ughh!! Arghhh!!
Rabi: Se não saíres dentro de três segundos, ser iníquo, penetrarei a moça várias vezes!

(Os presentes entreolham-se surpreendidos enquanto o sacerdote baixa as calças e põe se em cima da possuída, que estava cada vez mais violenta).

Banhas: Rabi José, acho que está indo longe demais…
Rabi (no bem bom com a possuída): Não me interrompa!! Não vê que eu estou exorcizando-a!! Ah, perdoe-lhes Senhor. Eles não sabem o que dizem.
Felício: Hmm. Agora é que eu entendo. Essa mulher não está possuída, rabi José.
Rabi (ignorando-o): Então, demónio? Sais ou não?
Felício: E nem ninguém está possuído aqui na Sobreda. O facto de estes estranhos seres serem alérgicos ao esferovite prova que só podem ser zombies.
Rabi (parando, assustado): Hein?

(A recentemente considerada zombie parte as amarras, morde o sacerdote e empurra-o, indo ele embater num coqueiro no meio do templo. Do coqueiro caem várias bolas numeradas de 1 a 3. Entretanto a stôra de Matemática aparece dizendo que aquele é um acontecimento impossível e é portanto representado por {0}. Nesse momento de distracção, Felício dispara uma flecha de esferovite, através da sua besta, contra a zombie. Ela cai no chão, estrebuchando).

Felício (aproximando-se do sacerdote, pondo outra flecha na besta): Lamento muito, rabi José. Mas você foi mordido, portanto daqui a uma hora ficará como aquela jovem.
Rabi: N-não! P-por favor! Este sangue não é meu…

(Felício ignora-o e aponta-lhe para a cabeça).

Rabi (começando a chorar): Felício… Chuif! E-este sangue não é meu… Juro!
Felício: Ela mordeu-o, eu vi.
Rabi: Não, não mordeu. Este sangue é do rompimento do hímen da gaja. Ela devia ser virgem…
Felício: Você tem sangue no ombro…
Rabi: Eu não tenho culpa daquilo ter esguichado por todos os lados!

(Pequena pausa dramática).

Felício: Muito bem, eu quero provas concretas. Por acaso tem três buracos na meia para provar o que diz?
Rabi (chorando convulsivamente): …Não…

(Felício, impiedosamente, dispara uma flecha contra a cabeça do rabi. Um trovão irrompe lá fora, a imagem afasta-se acompanhada de música clássica melancólica).

Cena 7

(Dentro de uma sala na fortaleza, José, Sargento Banhas e Felício discutem o caso da cozinheira desaparecida ao mesmo tempo que chovem canivetes suíços lá fora).

Banhas: A cozinheira Cátia foi raptada e temos informações que se encontra no Alentejo. Muitos dizem que foram os possuídos a raptarem-na.
Felício: Não faz sentido. Porque razão os zombies iriam raptar uma cozinheira?
José: Talvez já estejam fartos de comerem cérebros…
Felício: Exactamente!!
Banhas: Ou então os zombies querem destruir a humanidade, pois sem o Bolo de Fanta nós não temos hipóteses de sobreviver.
Felício: Nah! ‘Tá bem que a nossa existência depende desse bolo, mas duvido que os zombies nos quisessem destruir, pois até gostam de nos dar uma trinca de vez em quando. Penso que o José tem razão.
Banhas: Ok, isso agora não interessa. Temos é de entrar em acção o mais rápido possível.
José: Concordo! Vamos mas é agora mesmo!

(José levanta-se e sai daquela sala. Lá fora é perfurado pela precipitação de canivetes e morre. Banhas e Felício esperam que fique de manhã para iniciarem a viagem).

Cena 8

(Durante a manhã Felício e Banhas de Cobra partem num jipe rumo ao Alentejo).

Banhas: Segue aquele caminho ali. É a Mata Inventada À Pressa e liga Setúbal a Évora.
Felício (guiando): Ok.

(Subitamente, à entrada da mata aparece uma quantidade astronómica de zombies que começa a saltar para cima do jipe. Com aquela confusão, eles chocam contra uma árvore, ficando com o motor avariado).

Felício (saindo do jipe, preparando-se para lutar com os zombies): Vá, cambada. Quero vos ver a atacarem-me!

(Surpreendentemente, os mortos-vivos ao verem o sargento sentiram crescer água na boca e levaram-no com eles para o comerem num sítio mais agradável. Felício encolhe os ombros e segue a viagem sozinho e a pé).

Banhas (conseguindo se libertar dos zombies): Afastem-se, malditos!! Olhem que eu estou armado!!
Zombie sem um olho: Cala-te! Não passas de um gordo inofensivo que diz piadas agressivas.
Banhas: Err… Tu falas?
Zombie sem um olho: Yá. Mas não venhas cá com coisas. O facto de eu falar não é tão ridículo como se desatasse aos murros feito um pugilista como no “I’ll see you in my dreams”
Banhas: Sim, por acaso isso é verdade…

(Os mortos-vivos atacam o Sargento Banhas em massa, não lhe dando hipótese sequer de ripostar. A imagem sobe, não mostrando os zombies comerem-no, ouvindo-se só os gritos de desespero deste, e entra uma das músicas sinistras feitas pelo Zé Cabra propositadamente para este filme).

Cena 9

(Enquanto Felício andava pela mata, subitamente ouve uma música do Michael Jackson. Ele olha para cima, de modo a encontrar a orquestra espectral provocadora daquilo, mas um grupo de zombies dançarinos aproxima-se e absorve-lhe toda a atenção).

Zombie líder de dançarinos: You know I’m bad, I’m bad. I’m really, really bad… Who’s bad?
Felício (boquiaberto após assistir àquilo): Eu não queria ser demasiado crítico, mas… Que coreografia horrível!
Zombie líder de dançarinos: A sério? Fogo, pah! Desde o Thriller que o Michael não nos contrata. Diz que perdemos o jeito…
Felício: Hmm. Ele tem razão. Mas vocês podem não ter jeito para dançar pop, mas podem ter jeito para fazer outra coisa. Já experimentaram fazer uma banda género Slipknot?
Zombie líder de dançarinos: Nós somos os Slipknot!! Desde o fracasso com o Michael decidimos ganhar uns trocos doutra maneira qualquer. Na realidade nós nem sabemos tocar guitarra, baixo ou bateria. Nem sei como nunca repararam…
Felício: Ah, então era por causa disso que vocês não tiravam as máscaras… ‘Tá bem. Mas treinem, que isto com treino vai lá tudo.
Zombie líder de dançarinos: Ok. Obrigado pelo conselho (virando se para os outros zombies dançarinos). Vá lá, pessoal! Ouviram o que ele disse? Toca a treinar!

(O nosso herói contorna os mortos dançantes e continua a sua viagem).

Cena 10

(Na noite do dia seguinte, Felício encosta-se a uma árvore. De repente, uma mão vinda do escuro agarra o pescoço do nosso herói. Ele apressa-se a tirar a faca, mas deixa a cair abrindo-se a tampa do cabo e saltando de lá um dos piões que saem no Bolicao que coleccionava).

Zombie da mão (largando o nosso herói): Uh? Eu não tenho aquele pião.

(Felício saca da caçadeira de dentro da sua mochila e estoura os miolos ao monstro).

Felício (em posse matadora): Ninguém me rouba os piões do Bolicao!

(Depois de apanhar o pião, nota que o morto-vivo que tinha assassinado trazia um pedaço de papel na mão).

Felício (lendo o pedaço de papel): “Anti-Brains Snack-bar: restaurante só para mortos em Évora. Servem-se braços estufados, pernas no forno, bolos de abóbora com recheio de sangue… Tudo menos cérebros! Sim, porque nós também temos direito a comer outras coisas! Ass.: Narças Osbourne.” Só pode ser aqui onde está a Cátia! Bem dizia o José!

Cena 11

(De manhã ele acorda e continua o seu caminho).

Felício: Árvores, árvores e mais árvores. Odeio isto! Mas, o que mais odeio são os emplastros.

(De entre as árvores, a uns vinte metros de distância, aparece um emplastro. Felício retira a caçadeira da sua mochila e aponta para ele).

Felício: Tu aí! Diz me onde fica o restaurante “Anti-Brains” ou morres!
Emplastro: É a antiga Capela dos Ossos. Mas, peço-lhe por tudo, não me mate!
Felício: Ok. (dispara subitamente a caçadeira fazendo a cabeça do seu alvo explodir) Ups!

(Depois, à saída da mata, relembra-se da cara do emplastro que tinha assassinado há pouco).

Felício: ‘Peraí… Aquele não era o Diogo Infante?

(Perante o facto de ele não poder lhe voltar a ver a cara para ter a certeza, segue para a Capela dos Ossos).

Cena 12

(O restaurante zombie tinha na porta uma placa a dizer “Fechado”. Porém, Felício não espera para que a abram e arromba-a. Lá dentro estava um morto-vivo matulão arrumando as mesas).

Felício: Você é que é o dono deste restaurante?
Zombie matulão: Sim. Sou o Narças Osbourne.
Felício: Óptimo. Entregue-me a cozinheira ou o matarei.
Narças (zombie matulão): Eu já estou morto.

(Início da luta corpo a corpo. Simultaneamente, é passada uma música frenética do Zé Cabra. Após vários golpes dignos do Matrix, Felício cai por terra devido à força bruta do Narças. Este no chão retira da sua mochila o kit anti-monstros, onde estão uma quantidade enorme de granadas (ver post anterior). Depois de muito ponderar, Felício atira-as todas simultaneamente. Parte da capela explode, mas o Narças continua de pé e vindo em direcção a Felício. O nosso herói, vendo que não tinha outra hipótese retira da mala, a besta e uma flecha de esferovite. Porém, o monstro já estava perto o suficiente e com uma bofetada desarma Felício. E teria lhe esmagado o crânio, não fosse um tractor vindo da rua atropelar o enorme monstro que cai por terra, finalmente. Felício, agilmente, antes que o inimigo pudesse recuperar vai buscar a besta e dispara a flecha acertando em cheio no peito do Narças que se desfaz em pó).

Condutor do tractor: Wow! O jovem ali acabou por matar o urso.
Pendura: Sim senhor!
Felício (limpando o pó da cota de malha): Não era um urso. Era um zombie.
Condutor do tractor: Não era um urso? Raios! De fora parecia um…
Felício: Vocês são os membros da BAU?
Rumba (pendura): Sim, somos.
Felício: Pensei que fossem mais.
Neoclipse (condutor do tractor): Nós somos mais. O Midd está doente e não pôde vir hoje e o SSS ficou a espancar o continuo Beja por lhe ter chamado de “Urso”.
Felício: Ah, ok. Obrigado pela ajuda e boa sorte na caça aos ursos, que eu tenho de ir ali buscar uma cozinheira.

Cena 13

(Num hotel em Copacabana (continuo a não saber onde é que isto fica) Felício e Cátia, que se apaixonaram mal se conheceram, alimentam o sentimento que têm um pelo outro numa bela noite de amor. Durante essa parte é passada uma música do Zé Cabra, mas mais romântica. De manhã, depois de acordar, Felício vê a Cátia de cara lavada).

Felício (agarrando na caçadeira que tinha deixado na mesinha de cabeceira): Arghh! Enganaste-me, seu travesti nojento!

(Felício dispara, matando Cátia. Depois de se aperceber do erro que tinha cometido, pois ela, por menos que parecesse sem maquilhagem, era mulher, leva o cano da caçadeira à cabeça e dispara, suicidando-se. O filme acaba com a mesma música sinistra com que o Sargento Banhas morreu).

Ass.: Stupid Son of Sam

quarta-feira, novembro 03, 2004

You’ll see me in your nightmares – Parte 1: Os Preparativos

Depois de ter visto a curta-metragem portuguesa “I’ll see you in my dreams” fiquei inspirado para fazer um filme de terror. Não que a tal curta-metragem fosse de boa qualidade ou tivesse uma história realmente interessante e inspirativa, mas o facto de um filme tão reles como aquele chegar a ser exibido nas salas de cinema motivou-me e fez me pensar: “Se eles conseguiram com aquela desgraça, porque não hei-de eu conseguir?”
E então veio me o título “You’ll see me in your nightmares” à cabeça e comecei a pensar nos preparativos para o filme.

Slogan

Amor.
(pausa)
Vingança.
(pausa)
Filetes de pescada.
(pausa)
E também bifanas.
(pausa)
Que por acaso até ficam bem com batatas fritas.
(pausa)
Acompanhados com um molho que deriva da mistura de ketchup com maionese.
(pausa)
Servidos em pratos de porcelana pintados em Taiwan e importados para Portugal através da Ideia Casa.
(pausa)
Zombies a dar com um pau.
(pausa)
Mas não com muito força, que pode aleijar.
(pausa longa)
(em letras grandes) You’ll see me in your nightmares (/em letras grandes)
(em letras mais pequenas) O primeiro filme a gozar com o primeiro filme de zombies português! (/em letras mais pequenas)

Actores Importantes

Para que alguém leve este filme a sério terei que convidar actores respeitados pelo menos a nível nacional. O Diogo Infante, tal como em todo o bom filme português que se preze, tem de entrar, nem que seja numa fracção de segundo. O Fernando Mendes também terá a sua presença marcada para servir de alimento para os zombies. Quanto aos mortos-vivos, terão de ser representados por bons actores, portanto, irei pessoalmente a parques de estacionamento buscar arrumadores de carros. Quem melhor que eles para fazer de zombies?

Personagens Indispensáveis

Terá que haver um padre… Hmmm… Padre não, já começa a ser muito utilizado… Um rabi, pronto. Este terá que exorcizar uma zombie pensando que ela está possuída.
Será também necessário um herói. Vou seguir o exemplo do Jackie Chan e do Steven Seagle e vou fazer o papel principal sendo, ao mesmo tempo, o realizador.
Se existe herói haverá, igualmente, uma donzela em perigo. Esta terá de ser raptada para um local distante do herói, para lhe complicar a tarefa. Como, por exemplo, o Alentejo.
Os membros da BAU (menos eu, pois estarei no lugar de protagonista) irão estar presentes neste filme e irão ajudar o herói a conseguir salvar a sua “princesa”.
A Rita será a mulher que, a meio do filme, ajudará o herói a ficar mais leve.
O Zombie Lord será o Carlos Vitória. Não conheço ninguém melhor que ele para fazer papel de vilão num filme de terror.

Cenários

Uma fortaleza de esferovite será onde o filme começará. Porquê de esferovite? Porque os lobisomens têm como ponto fraco a prata, os vampiros as cruzes, os fantasmas os aspiradores, os estudantes de informática a stôra de EOTD e os zombies o esferovite. É claro que isto é uma regra recentemente inventada por mim. Mas não se admirem se daqui a uns anos nos filmes de mortos-vivos começarem a usar esta ideia.
A cena seguinte será filmada num templo judeu, onde acontecerá o pseudo-exorcismo.
Em seguida, o caminho para o Alentejo será feito num percurso recheado de árvores e vegetação, ou seja, uma autêntica floresta gigante. Lá acontecerão muitos ataques de zombies, mas o herói sairá ileso.
Na Capela dos Ossos em Évora suceder-se-á o combate final entre o herói e o Zombie Lord.
O último cenário será um luxuoso hotel em Copacabana (não faço a mínima ideia onde isto fica, mas acho o nome engraçado) onde o protagonista e a sua donzela se “divertirão” e onde acabará o filme.

Arsenal Disponível

O protagonista será brindado com o seguinte arsenal:
Caçadeira de cano serrado, com a potência do disparo acertar à queima-roupa por mais longe que o alvo esteja, género a do “I’ll see you in my dreams”.
Faca do Rambo, onde estarão incluídos no interior do cabo uma colecção de piões que saem no Bolicao, uma agulha para coser meias, uma pistola de alarme, um colete salva-vidas, um macaco e um triângulo no caso de acidente de carro.
Uma cota de malha.
Uma bóia, daquelas com riscas azuis e brancas, que eu não acho lá muita piada às que têm formato de dinossauro.
Granada de fumo.
Granada de vento.
Granada de fogo.
Granada de água.
Granada de potássio.
Granada de potássio misturado com água.
Granada de fogo misturado com água.
Granada de fumo e vento em banho-maria.
Granada molho bechamel.
Granada de banha de porco.
E, por fim, uma besta e flechas de esferovite.

Banda Sonora

Para um filme deste género serão necessárias músicas obscuras com vocalidades violentas. Como os Moonspell já foram contratados para fazer o "soundtrack" do "I’ll see you in my dreams", terei de arranjar alguém, que não eles, mas com características semelhantes. Depois de muito ponderar, apercebi-me que o Zé Cabra era o homem indicado. A sua música é obscura, pois com o êxito que teve só pode ter sido obra do Diabo. As capas dos seus álbuns, ou pelo menos do primeiro, tinha inclusivamente uma cabra, que é o símbolo do Demónio. Quanto às vocalidades, são extremamente agressivas aos tímpanos, pois torna-se quase insuportável ouvi-lo cantar.
Ele é, de facto, a pessoa indicada para compor os efeitos sonoros para o meu filme.

Filmagem e Equipamento

O Faísca, cameraman do CC, será o eleito para a filmagem. Os equipamentos técnicos e essas coisas todas serão furtadas da estação de televisão mais próxima, pois o meu orçamento é curto. Mas se alguém tiver com a ideia de me emprestar uma câmera e se se oferecerem para filmar gratuitamente, agradeço! Irei pôr inclusivamente os vossos nomes nas legendas finais.

Ideias do Leitor

Eu como gosto muito de interagir com os leitores nos meus posts, vou vos dar a hipótese a todos para contribuírem com ideias para a história deste fabuloso filme. Digam o que vos vai na cabeça que eu, dentro de muito em breve, “postarei” no guião.
Mesmo que não dêem ideias, peço vos que arranjem nome para as seguintes personagens/ actores:
Diogo Infante;
Fernando Mendes;
Rabi;
Donzela;
Herói;
Zombie Lord.

Ass.: Stupid Son of Sam

P.S.: O guião será publicado antes da próxima segunda-feira.

segunda-feira, novembro 01, 2004

A melancolia de uma Lágrima

Os primeiros raios de sol eclodiram no horizonte, pintando momentaneamente o céu de tons escarlate e manchando as dispersas, mas extensas nuvens de cor-de-rosa, recriando uma deslumbrante tela fútil e silenciosa, somente comparável à fugacidade da beleza na vida.
Instantes depois, o Sol elevou-se na sua carruagem a partir de um canto do céu, apagando de forma arrogante as demais estrelas de uma só vez, cessando num ápice aquele espectáculo de tons exóticos que minutos antes criara.

Ela acordou num dia igual ao anterior, e igual ao anterior a esse.
Sem se levantar da cama, fitou o índigo céu através da pálida janela do seu quarto e deteve-se por instantes a contemplar o vácuo, comparando o vazio azul do céu à futilidade do mundo que a rodeava e a preenchia contra a sua vontade.
Deixou-se ficar deitada, reflectindo e propondo-se a fazer alterações nesse seu mundo, criando mentalmente um inventário com todas as promessas feitas a si própria, promessas que, de uma forma ou outra, acabariam por permanecer frivolamente congeladas, devido ao seu diletantismo desapaixonado. Dos seus olhos escorriam as lágrimas filhas de um quotidiano insípido. E o céu chorava com ela.
Meditava especialmente sobre a sua vida e sobre o quotidiano que se esforçava para rejeitar. Guardava dentro de si a única cópia da figura perfeita na qual se desejava ter tornado. Havia já algum tempo, essa imagem esbatida adivinhava-se num capricho irreverente do destino, ou talvez a prova de que um forte desejo nesta vida infrutífera se revela invariavelmente numa enorme desilusão.

Os segundos transformavam-se em minutos. Os minutos em horas.
Ao fim de várias horas, um relâmpago dividiu o céu em dois, libertando-a com um abanão do seu transe hipnótico, fazendo-a despertar de um sonho real.
Vagarosamente, secou as lágrimas e decidiu-se a levantar, mas antes de começar a fazê-lo, sentiu um aperto no peito, transformando-se num ardor semelhante ao veneno paralisante da mais mortal serpente, expandindo-se lentamente ao resto do corpo. Enquanto os seus membros se transformavam em pedra, os seus olhos imóveis, porém apavorados, fitavam o céu, local onde os anjos se abrigavam em espessas nuvens taciturnas. Rezou para si uma oração. O granizo agredia ferozmente a janela, como se o negro céu tentasse ingloriamente impedir o que estava a acontecer.
Ali ficou, completamente petrificada, sentindo-se só, fria e infeliz como sempre esteve, durante meses, talvez anos e assim permanecia, qual Bela Adormecida desumanamente consciente, à espera de um longínquo príncipe, provavelmente inexistente. Certo dia, uma voz enigmática começou-lhe a sussurrar aos ouvidos, contando-lhe histórias tão extraordinárias quanto os sonhos de uma criança.
Durante esses transcendentais monólogos, o seu olhar mostrava a mesma insatisfação de sempre, agora acrescida de um cansaço de quem queria terminar com tudo, mas estava cruelmente impossibilitada de o fazer.
Dia após dia, essa estranha voz nos seus ouvidos esclarecia-lhe os mistérios do Universo, demonstrando cuidadosamente teorias fantásticas sobre a vida e a morte, segredos pelos quais a humanidade pode apenas suspirar.
A altura chegou em que ela deixou de entender o que lhe era dito. As palavras, apesar de claramente pronunciadas eram ininteligíveis, comparando-se a estranhos símbolos indistintos, oriundos de uma língua há muito extinta. Toda a sabedoria dimanada de um ser omnisciente estava-se a perder, e a consciência, outrora única bóia que lhe permitia flutuar, estava a desaparecer rapidamente na escuridão do oceano. Ela sabia que o fim estava próximo.

Cinco anos depois daquela nefasta manhã, a mesma voz que lhe sussurrara durante quase todo esse tempo chamava-a de longe para se juntar a ela no abismo, numa oferta condescendente que ela sabia irrecusável. Enquanto um arco-íris aparecia tenuemente no céu, expirou de forma tímida a derradeira exalação de desgosto e a sua última lágrima imergiu juntamente consigo no vazio, onde permaneceu… só, fria e infeliz para toda a eternidade.


Neoclipse

domingo, outubro 31, 2004

Conto de Halloween

Jack-O-Lantern – A Verdadeira História

Era uma vez um homem que trocava uma imperial sacada pela Rita por uma caneca de Sagres. Esse homem chamava-se Jack e vivia num sítio bonito que há pouco tempo mudou de nome, mas que na altura se chamava Casal Ventoso. Umas lendas dizem que esse gajo viveu na Irlanda, mas não passam de histórias estúpidas e sem sentido, tal como o boato do Cavalo (ou Égua, whatever) de Tróia não ser português… Qualquer dia dizem que não somos o país menos desenvolvido da União Europeia. Era só o que faltava! Bem, como sabem eu não estou aqui para enganar ninguém e muito menos para contar histórias néscias, portanto cá vai a versão verídica do Jack-O-Lantern:
Estava o Jack na tasca do Zé não tão Mau quanto isso tomando uma cerveja, quando entra o Diabo e senta-se mesmo ao seu lado. Nessa mesma tasca estava um padre de nome LaVey. Ele, ao ver Satã, aproximou-se com a Bíblia na mão e disse em voz alta:
- Sai daqui, Demónio!!
- E porque havia eu de sair daqui? - disse Satã, sem sequer olhar para ele.
- Porque Deus assim o quer!!
- Ah, sim? E como sabes isso?
- Porque… Porque ele disse-me!
- Cala-te, pá! Tu ‘tás bêbado, tal como todos os idiotas o estavam quando escreveram esse livro estúpido. - afirmou o Diabo apontando para a Bíblia, continuando a não olhar para o sacerdote.
- Como ousas falar assim da palavra sagrada do Senhor?! Tomara tu teres uma Bíblia!!!
Nesse momento, o chifrudo olha directamente para o padre. A escuridão que invadia os seus olhos fez LaVey tremer de medo.
- Boa ideia, padre! Toma lá uns trocos e vai escrever uma Bíblia para mim. Inventa o que quiseres, desde que enalteças o meu nome… - ordenou, enquanto que atirava umas moedas de ouro para o chão.
E este, tal como o Demónio previra, não se fez de rogado. Apanhou-as apressadamente, enquanto que afirmava:
- Sim, mestre. A sua bondade é infinita!
E lá sumiu, indo com certeza escrever a tal Bíblia que Satanás pedira. Jack, ao assistir àquilo, virou-se para o Diabo e disse-lhe:
- Hei, chefe, reparei que tem dinheiro a dar com um pau.
- Sim e depois?
- Podia-me pagar uma bejeca.
- É claro que não!
- Oh, vá lá!
- E o que me dás em troca? A alma?
- Não, mas posso pedir à tarântula da minha filha para lhe fazer um broche.
- Nah! A última vez que fiz sexo com um animal foi com a gorila da Missy Elliot e foi por estar podre de bêbado. Nunca mais faço uma coisa daquelas! Nem que seja pecado!!
- A Missy Elliot tem uma gorila?
- Eu não disse isso… Então, vendes me a alma, ou não?
- Sim, claro. À falta de melhor…
- Ah óptimo! Hmmm… Porra! Dei todo o meu dinheiro àquele idiota! - concluiu Satã, mexendo nos bolsos das suas calças. - E agora? Posso te pagar depois?
- Não! Mas sempre te podias transformar em moeda para me pagares a cervejola. - opinou Jack, tendo uma ideia.
Depois do chifrudo se ter convertido numa moeda, Jack agarra-a e mete-a no bolso, dizendo:
- Ahah! Apanhei-te! Agora vais morrer de sofrimento ao pé de um crucifixo!
- Que crucifixo? - pergunta o Diabo, dentro do bolso - Aqui só estão umas migalhas de pão.
- Merda! Esqueci-me do crucifixo em casa!
- Bahaha! Querias me enganar, hein? Vais pagar caro seu… Hmm? Que sombra é aquela?... Jasus! Uma aranha!
- A tarântula da minha filha deve ter entrado no meu bolso.
- Chiça! Como ela é grande! Tira-me daqui! Tira-me daqui!
- Só se não apareceres para me pedir a alma durante dez anos.
- Ok, ok! Pode ser, mas agora tira-me daqui!
Jack tirou então o Demónio de dentro do seu bolso posando-o no chão. Ele rapidamente voltou à sua forma física normal. Virou costas e foi-se embora, dizendo:
- Daqui a dez anos voltamos a falar...

Uma década depois, Satanás regressou à terra para pagar o dinheiro que devia ao Piro vendedor da coca e encontrou Jack encostado a uma macieira falando com outro bêbado.
- Pois é, Newton, a vida é assim, pá!
- Mas, tu não entendes… A força que obrigou esta maçã a cair é a mesma que faz com que a Lua gire em volta da Terra.
- Claro que entendo! Quando a Inácia me deixou eu também passei a não dizer coisa com coisa. Mas não te preocupes. ‘Tou aqui para te ajudar, amigão.
- Oh, vai te coser! - disse o tal de Newton, abandonando aquele local.
O Diabo foi então ter com Jack, que tinha ficado sozinho a beber Whisky de uma pequena garrafa.
- Olha, olha. Como o Mundo é pequeno. - disse Satã, com ânsias de se vingar.
- Arghh! Tu… Sai daqui, já! - exclamou Jack, levantando-se
- Bah, não me metes medo, mortal!
- Sai daqui… antes que eu…
- Antes que tu o quê, hein?!
- Bleeerghhh!! - foi o som emitido pelo nosso herói ao vomitar para cima do Demónio - … Antes que eu vomite para cima de ti…
- Uh! Que nojo! Tu vais pagá-las caras!
- Eh pá, desculpa, foi da bebida. Eu ainda te avisei para saíres daqui…
- Vou te despedaçar! Ainda por cima estragaste-me o meu smoking novo!
- Eh pá, agora, depois de vomitar, começo a sentir fome. Podias-me ir buscar ali uma maçã?
- Tu vai sofr… Uma maçã? Ok, é para já. - disse o Demónio, trepando a árvore.
Jack, inteligentemente, desenhou uma cruz no chão de modo a o Demónio não descer da árvore.
- O que ‘tás a fazer, desgraçado? - perguntou Satã, apercebendo-se.
- Acabei de desenhar uma cruz. Agora quero ver como vais sair daí.
- Tss! És um idiota, pá! Isso do meu ângulo é uma cruz invertida.
E o Diabo já teria descido para desancar no nosso herói, não fosse um braço castanho-escuro e peludo como o de um homem o ter puxado para trás.
- Argh! O que é isto?... Não!!! Larga-me!!! Deixa-me em paz, Missy Elliot!!!
Depois da famosa cantora o ter violado, este desceu da árvore. Cá em baixo olhou para a copa da macieira e ameaçou, agitando a mão cerrada:
- Hás de mas pagar, sua regressão de australopiteco!!
- Uh, uh-ah! - foi a resposta pronta da Missy Elliot.
- Meu deus! Que horror!
- Oh, não exageres, não há de ter sido assim tão mau…
- Só dizes isso porque nunca a viste nua!… Enfim… Jack, bebes alguma coisa comigo? Pago eu.
- Só se eu nunca chegar a ir para o Inferno.
- Ok, como queiras. Não entrarás no Inferno depois de morreres.
E lá foram os dois emborcar umas quantas para esquecer os problemas da vida. No caso de Satã, a violação; no caso de Jack, o facto de a sua garrafa de Whisky ter chegado ao fim.

Depois de Jack ter morrido de cirrose foi para o Purgatório. Lá falou com São Pedro.
- Deixe cá ver o que você andou a fazer enquanto vivo. – disse o Justiceiro, tirando um livro de uma estante gigante. - Hmm, problemas de alcoolismo, violência doméstica, roubo, agressão… Meu amigo, você jamais entrará no Paraíso.
- Err… Não me diga uma coisa dessas.
- Ah, pois! Não andasse… - disse São Pedro, sendo interrompido por umas senhoras em trajes menores que entraram subitamente no Purgatório.
- Meninas, esperem aí pela vossa vez ou então entrem já para o Inferno e poupem me trabalho, pois aposto que sei para onde vão devido à forma como estão vestidas.
- Ohhh… Não nos mande para o Inferno! Nós já cá viemos fazer uns serviços a Jeovah bastantes vezes.
- Ah, sim? Nesse caso podem passar. - afirmou, abaixando-se ligeiramente para ver as nádegas das moças, assobiando em seguida. - Ah, o Senhor escolhe-as a dedo…
- Hei! Ainda ‘tou aqui! – exclamou Jack.
- Ah, sim desculpe. Bem, tal como ‘tava a dizer, não andasse a pecar a torto e a direito. Se tivesse juízo nada disto aconteceria! Agora só lhe resta uma solução: o Inferno.
E lá foi o nosso herói caminhando para o elevador que conduzia ao Inferno. Lá encontrou o Diabo que estava jogando às damas online contra o Papa. Depois de uma jogada excelente de sua Santidade, o jogo acaba com a sua vitória, aparecendo a mensagem no ecrã do monitor de Satã: “Eheh! O bem vence sempre!”
- Cabrão do velho! - suspirou Satanás.
Depois de se virar, apercebeu-se que Jack estava à espera de ser atendido. Após uma longa conversa, o Diabo recordou ao nosso herói o que lhe tinha prometido naquela noite ao pé da macieira. Jack iria, portanto, ter de vaguear na Terra por toda a eternidade.
- Pelo menos podias me arranjar um disfarce, para não ter de pagar aos gajos a quem devo, se me encontrar na rua com eles? - pediu ele ao Diabo.
- Ah, com certeza. Deixa só procurar no meu sótão uma fantasia fixe para ti.
Depois de um bocado, Satanás trouxe uma máscara em formato de abóbora que brilhava por dentro como se tivesse uma lanterna e uma capa preta.
- Pronto aqui está. Fica bem e emborca umas por mim!

E assim se formou a lenda do Halloween. É óbvio que o Jack, como não era aceite em nenhum emprego por estar morto, tinha de pedir comida de porta em porta, dando assim origem àquela treta do “dossura ou travessura”.

Ass.: Stupid Son of Sam

sexta-feira, outubro 29, 2004

Umas questões esquisitas...

Caros imperialistas,
"activos ou passivos" como refere o Nerzhul num dos seus posts, existem algumas coisas que se passam à minha volta que me estão a preocupar...
Cheguei ao 12º ano e tive de fazer algumas opções, nomeadamente escolhi Biologia e Química, mas primeiramente eu vou falar na Biologia e depois vou passar à bela da Química...
Até ter Biologia, pela primeira vez, pensava que as pessoas que é que eram condenadas à fogueira por bruxaria, espionagem, fuga aos impostos do reino... e até porque o rei estava mal diposto e via que tinha muita gente à sua volta, por isso mandava para lá alguém, até porque algumas vezes a lenha era cara e mandar para lá um desgraçado qualquer era bem mais barato.
Porém bastou-me ter uma aula de Biologia para me ser contraiada esta minha ideia, afinal não eram as pessoas que eram condenadas, pela Inquisição, à fogueira mas sim os frangos. É verdade, não eram as pessoas que eram lançadas à fogueira por defenderem teorias que iam contra a crença em Deus! Mas sim os desgraçados dos frangos!
Segundo a minha professora, as pessoas eram "lançadas às fogueiras como frangos no churrasco". É de ter em atenção que isto até uma boa comparação para uma primeira aula... agora o preocupante são as aulas seguintes...
Nas restantes, dá outro tipo de ideias e teorias, no entanto estas também parecem ter ligações ao frango, porque está tudo centrado no frango! Meus web parterns, é no frango é que se encontra o centro da VIDA!
Ao que parece eu pensava que os frangos não passavam de animais sem qualquer sinal de inteligência, mas pelas analogias da minha recente professora, os frangos entráram pela ciência a dentro e vieram para ficar, eles têm a capacidade de realizar experiências e de apresentar teorias... (e eu é que era o ignorante que julgava serem animais irracionais, pensavam o mesmo?! Então não se sintam mal, afinal de contas têm aqui mais uma pessoa que também pensou assim...)
Eu sei que recentemente os frangos até estiveram bastante em voga com os nitrofuranos, mas ok?! São portadores de bactérias que nos fazem mal, e não os salvadores que ao apresentarem novas teorias nos resolveram certos problemas decisivos na humanidade...
Ainda por cima, quem é que não gosta de comer um bom frango assado?! Por esta ordem de ideias é melhor não fazer isso, porque senão podem estar a comer algum "Einstein" ou uma "Marie Curie"...
Vejam que esta ideia bem explorada até nos pode levar até muitos horizontes, como o tão referido "canibalismo" presente na nossa escola...
Outra das ideias com que fiquei é que parece que toda esta temática do frango não acaba aqui e isto tomou a forma de um fetish profundo, por isso, no final do ano pretendemos ir almoçar ao Grill House para vermos qual o destino final dos ossos do frango, porque eles são pequenos mas a malta se quiser ver, dá por falta deles, então, tenha cuidado quem quer dar usos "obscuros" aos ossos porque o _Ice_Mind_ vai estar lá presente para ver qual o seu destino final...
Por outro lado, e analisando a Química... Sou eu que não sei pronunciar como deve de ser... lê-se Kilójóle? Ou kilojoule?!
Esta é outra questão que assola a minha "mente gelada", porque ensinaram-me a ler Kilojoule... mas também, agora existem tantos dialectos novos, como do tipo: - Como é dama, tass bem? que eu já não digo nada...
Mas afinal que porcaria vem a ser esta? Podiam falar como gente e não como macaco e dizer: -Olá, 'ta tudo bem contigo? Agora andar para aqui a cuspir palavras que portugueses labregos pronunciam?!
Para quem não sabe o progresso está em evoluir e não em regredir...

Despeço-me ainda com algumas dúvidas, mas quando eu tiver mais, venho aqui ver se obtenho resposta...

P.S. Espero que se algum dia as autoras destas ideias não se sintam ofendidas se lerem este blog...

terça-feira, outubro 26, 2004

Mais um post da treta feito à pressa

Enquanto não me vier uma coisa bonita chamada de “inspiração”, postarei histórias da treta como esta:

Pizzaria Filémon – Tráfego de Kit Kat’s

Eram exactamente duas horas e quatro minutos da manhã quando fui acordado pelo telefone que o meu pai instalou no corredor do 1º andar com o amigável objectivo de me matar de susto com a barulhaça que faz cada vez que toca. Trôpego devido ao sono, lá me levantei para o atender. Era o Filémon (para quem não sabe, é o chefe do gang de mafiosos a que faço parte. É também o dono de uma pizzaria onde fazem pratos deliciosos. Mas, sinceramente, o que mais me atrai na pizzaria dele é a Juliana, a empregada boazona. Eu queria era fazer uma missão em que tivesse que a salvar de um resgate. Isso sim, é que rendia! Agora missões como aquela do outro dia em que tínhamos de fazer um carregamento ilegal de Kit Kat’s vindos de um gajo que estava perto de Cacilhas?! Porra! Para isso nem vale a pena ser mafioso! E, ainda por cima, em troca tínhamos de levar uns quantos litros de Cola Cao, imaginem só.
Mas, essa missão também teve os seus momentos engraçados, como a anedota do Tuberculino sobre o James Browser e a queda do Dibó ao rio Tejo quando tentava escapar de uns Skin Heads.
Enquanto fazíamos o percurso de volta já com os Kit Kat’s, o Zacarias, que era quem conduzia, deduziu:
– Eh pá, desculpem lá, mas isto não faz o mínimo sentido!
– Também acho, meu! Desperdiçarem tanto papel numa porcaria de livro como este!! – disse eu, enquanto folheava a demonstração do livro Erargrorn de um tal de Cristophe.
– Eu não me ‘tava a referir a isso. Eu ‘tava a falar do facto de o chefe querer trocar Cola Cao por Kit Kat’s. Não faz o mínimo sentido trocar chocolate por chocolate! E, ainda por cima, ilegalmente! Isto não tem lógica.
Subitamente, ouviu-se algo a bater contra a porta esquerda da camioneta. Eu, que estava como “pendura”, espreitei pela janela e, surpreendido, vi o Midd a atirar-se de encontro à camioneta enquanto gesticulava e gritava várias vezes:
– Não tem lógica!!
E lá continuava ele sempre a correr e a atirar-se contra a viatura. O pior foi quando tivemos que virar à esquerda e embatemos com força nele, deixando-o estatelado no chão. Talvez tenha sido por isso que não veio segunda à escola.
Depois, parámos perto de um café para tomarmos o pequeno-almoço. Lá dentro encontrámos dois bófias que estavam sentados a lerem o jornal e a falarem sobre futebol. Pude averiguar que eles ignoravam a maior parte das mensagens que recebiam nos seus rádios transmissores:
- Unidade central chama unidade 34! Unidade central chama unidade 34! Respondam porra!
Depois de um bocado, lá continuava a voz distorcida e quase imperceptível a chamá-los:
- Roubo de jóias numa ourivesaria em Cacilhas! Roubo de jóias numa ourivesaria em Cacilhas!
Depois de um longo silêncio, as mensagens continuaram:
- As mães dos agentes da unidade 34 foram vistas a prostituírem-se, tal como as esposas!!
Eles pouco ligaram e continuaram a conversa sobre os passes do Manias, até que:
- Donuts de graça na ourivesaria “Alcides” em Cacilhas! Repito, donuts de graça na ourivesaria “Alcides” em Cacilhas!
Depois de ouvirem isto, saltaram os dois da mesa e foram até ao carro a correr, dirigindo-se então para a tal ourivesaria o mais rápido possível.
– Vocês ouviram aquilo!? – perguntou Zacarias.
– Claro que sim! Temos de ir lá rápido antes que se esgotem os donuts! – disse eu, levantando-me da mesa.
– Não é isso, idiota! Eu ‘tava me a referir àquela frase do roubo na ourivesaria em Cacilhas. Cá para mim, nós não temos Kit Kat’s naquela camioneta…
E dito isto, Zacarias levanta-se e vai ver às embalagens que estavam arrumadas na carga abrindo uma delas. E, perante o olhar abismado de todos, surgiram não chocolates com recheio de bolacha, ou que raio é aquilo, mas sim várias jóias, anéis, fios e pulseiras de alto valor.
Com isto só podemos concluir que o Filémon é um velho cabrão que não nos conta os seus negócios como deve ser. Deve ‘tar com medo de que a gente o roube, ou que peçamos mais dinheiro… Eh!) que queria falar comigo sobre um assunto importante:
– Olha, ‘tão aqui uns gajos a dizerem que tinhas prometido que ias para o hospício dia 26, e não sei quê. Como é que isso fica?
– Como é que eles foram ter consigo?
– Porque deixaste a minha morada em vez da tua…
– Ah, peço desculpa. Olhe, pergunte-lhes se pode ser antes para o ano novo, que agora tenho mais que fazer, se faz favor.
Depois de uma curta espera, o Filémon regressa ao telefone, dizendo-me:
– Eles dizem que por eles tudo bem desde que não excedas o mês de Fevereiro, que nessa altura têm de entregar as camisas de força alugadas.
– Ok, óptimo!
– É verdade… Não comentes o post da Anti-Crista!! É uma ordem!
– Ah, sim? Mas porquê?
– Não interessa! É uma ordem!
Depois desligou-me o telefone e eu fui para a cama. Dormi o resto da noite.

Ass.: Stupid Son of Sam

P.S.: Peço desculpa à Anti-Crista, mas ordens são ordens e eu não quero perder aquele emprego.

quarta-feira, outubro 20, 2004

Concurso

Enquanto assistia ao programa conhecido por ser apresentado pelo “Gordo”, no Canal 1, comecei a imaginar se fosse eu o produtor daquele concurso. Para já, em vez de “gordo”, o apresentador seria chamado de… “Rodolfo”, por exemplo. Depois, o sistema seria o seguinte: seriam eleitas três pessoas do público para concorrer. As provas seriam inventadas conforme as características dos concorrentes. Ou seja, depois de feita a escolha, o pessoal ficava à espera que eu me despachasse e inventasse provas de modo a complicar-lhes a vida. Enquanto eu pensava no que fazer, punha-se música a passar, tal como fazem em certos telefonemas, para entreter quem espera. Mas só que aqui, em vez de “música de elevador”, seria passado o Black Album dos Metallica. Depois de inventadas as provas, os concorrentes teriam a sua oportunidade de ganhar umas coisitas. Supondo que os concorrentes fossem uma grávida, um jogador de futebol profissional e um puto com a mania que é mau, o concurso decorreria da seguinte maneira:
À grávida seria oferecido uma tesoura de plástico para cortar o cordão umbilical quando desse à luz, se ela conseguisse superar a sua prova. Esta consistia em resistir a setenta murros do Máique Tai Zan e três cabeçadas do Patas em cheio na barriga. Se ela aguentasse sem ter de ser socorrida, ganharia aquele fabuloso prémio.
Ao cromo do futebol seria imposta uma prova em que teria de fintar um leão faminto numa arena minada para ganhar um atacador.
Ao puto seria dada a opção de poder ganhar uma carta Yuhg e Ô falsa ou uma queijada de papel. A sua prova consistiria em ameaçar o Carlos Vitória. Aliás… Em ameaçar o Carlos Vitória com o Cristophe por perto, provavelmente a ver sites pornográficos… Digo, a ameaçar o Carlos Vitória, com o Cristophe ao pé a ver sites porno e com o Patas a levantar uma mesa para a stôra de Física, tendo a outra mão no bolso para se fazer de forte… Pensando bem, a ameaçar o Carlos Vitória, com o Cristophe ao pé a ver sites porno, com o Tiago dos óculos amaricados Neves a chamar White Castle ao Patas que, por sua vez, estava levantando uma mesa com a outra mão no bolso.

Vivos ou não, no final das primeiras provas todos poderiam rodar a grande roda para aceder à prova da montra final. Na grande roda o concorrente terá que acertar obrigatoriamente em 100 se quiser sobreviver. Se alguém tiver o azar de lhe calhar um número que seja maior ou menor que 100, cairá lhe um relâmpago em cima invocado pelo feiticeiro Godofredo Nomenclatura.
Na última parte, se alguém sobreviver, o que é pouco provável, o concorrente “vencedor” terá que adivinhar o preço exacto da montra final. Antes disso serão enrolados à volta da sua cintura vários paus de TNT com um detonador automático para os fazer explodir se a quantia dita pelo participante for maior à do preço exacto. Se a quantia for menor, ele terá de comer, obrigatoriamente, um caramelo de fruta envenenado. Porém, se acertar ganha a montra final, que não passará de um conjunto de pioneses com várias cores, uma caixa de cd vazia, um papel com o link do Imperialium e uma viagem ao descampado de Vale de Figueira, onde será executado pela Al Qaeda portuguesa.
O produtor, ou seja, eu, estará a assistir a tudo enquanto uma Rita faz desaparecer na voragem o líquido segregado pelo meu aparelho sexual (isto não será filmado).
Eu penso que assim, o canal em questão, venceria em audiências os outros naquela hora. O único problema era arranjar quem quisesse concorrer. Se souberem de alguém que não se importe de morrer macabramente em directo, escrevam nos comments.

Ass.: Stupid Son of Sam

Aviso do Autor: Tentem evitar a todos os custos o programa O Preço Incerto, porque as graçolas do Fernando Amêndoas conseguem ser piores que as dos Malucos do Siso!

segunda-feira, outubro 18, 2004

A verdadeira origem do anti cristo

Para quem já estava a pensar que este post não saia cá esta ele...
A minha missão é juntar-me a esta gente demente e revelar também eu o meu lado obscuro, criança e deprimente por isso cá vai!
Ora isto é a verdadeira história do anticristo, é verdade meus amigos aqui ficaram a saber que o dito cujo descende da margarina, fala a língua dos coelhinhos da Páscoa, e a única arma que temos contra ele é o veneno para ratos 605fort.
Há uns anitos atrás passeava-se por uma floresta escura uma margarina SIM uma margarina daquelas da vaqueiro, lá ia ela toda contente levar a cesta do lanche á sua avozinha que era um queijo fresco e, que como estava muito coalhada não podia sair de casa para ir á vila. A margarina a meio do caminho encontra um caldo de knorr muito sozinho e como a margarina estava perdida resolveu perguntar direcções, ora o dito knorr é das coisas mais más e vis do mundo e ainda por cima cheira mal (já cheiraram alguma vez um caldo de knorr??) NÃO CHEIREM!! ELE SUGA-VOS A VIDA!!
Então onde ia eu..a inocente margarina aproxima-se e o knorr diz-lhe:
- Então o que é que faz aqui uma margarina vestida de colegial a passear por estes matos com tanta coisa perigosa por ai?
Ao que ela responde:
- Vim ver a minha avó que é um queijo fresco e esta muiiito doente…
Então o knorr indica-lhe o caminho mais lento e lá vai ela, o que ela não sabia era que o knorr também ia para a casa da avozinha pelo que, ao chegar lá os encontra, avozinha e knorr a terem relações sexuais de nível elevado.
E o que é tal coisa perguntam vocês…
É mais ou menos isto…AI KERES AI KERES TOMA LA MINHA PORCA TA DOER???!!KERES ALGEMAS ??PIMBA!!!TAU!!TAU!!!bem é mais ou menos isto.
A margarina pergunta:
-Ó avó...mas porque é que tas amarrada á cama com algemas?? E o caldo de knorr salta freneticamente em cima de ti??hã???!!
De todas as respostas possíveis da avozinha, ela simplesmente diz:
Ó knorr agarra a gaja e realizamos já a tua fantasia de fazeres “o amor” com uma margarina!!!jovem e rosadinha..
Ai avó ai avó!! Cala-te parva!!vira para cá o teu código de barras!! E vamos a isto..
E foi assim que nove meses mais tarde, da pobre margarina nasceu o anticristo!!! Que depressa tomou o domínio das nações unidas e formou um exército pessoal auto denominado
OS COELHINHOS DA PASCOA pois é imaginem uma força de intervenção constituída por temíveis coelhinhos brancos e seus bastões ameaçadores vestidos com uniformes da P.J.
Eles são horríveis!!! E o anticristo controla-os a todos... e fala a língua deles..o porco do anticristo.. daqui a nada vamos ver o Santana Lopes o bush e o sadam todos eles aliados aos poderosos coelhinhos brancos e ao seu EVL MASTER…para controlarem o mundo!!
MAS HÁ ESPERANÇA!!! A margarina, (mãe do poderoso anticristo) tinha alergia ao veneno para ratos aquilo quando lhe entrava no bucho era uma chiadeira que era uma maluquice heeeeee heeeeeee heeeeeeeiinnnn! Era mais ou menos isto portanto, estão a ver o filho herdou a mesma fraqueza da mãe e a única arma que temos contra ele são pelo menos dois bidões de 605fort. Bidões esses que vendo pelo modesto preço de 400€ o bidão, isto de lidar com o enviado do demo custa caro hoje em dia…bolas pensam vocês mas, pensem que vos pode salvar a vida um dia!
Bem é esta a história do nascimento do anticristo tenham cuidado com coelhos, caldos de knorr, margarinas e refogados…para terminar, digo-vos que se não gostaram, que se lixe azar o vosso não tenham cuidado não!!Mas se gostaram, mais destes virão também queria dizer que este post é a coisa mais sem sentido e mais estúpida que já escrevi em toda a minha vida mas enfim… não se preocupem eu já me auto flagelei com punhais, alicates e um bastão de basebol por isso acalmem –se.

Barbie

Aqui encontraram um relato fiel da minha mais recente descoberta, descoberta essa que efectuei graças a minha irmã ora, estava ela a tentar arrumar todas as suas bonecas parvas quando eu entro no quarto e resolvo como bom irmão que sou e também porque não tinha mais nada para fazer ajuda-la a arrumar as bonecas, ora toda a gente sabe que existe um rebarbado dentro de mim então, resolvi despir uma das bonequitas parvas para enfim, saciar a minha sede de conhecimento anatómico do corpo feminino, quando de repente vejo com espanto que apesar de a barbie ser a suposta cópia da mulher ideal não tinha mamilos!
MEU DEUS pensei eu… é isto que ensinam ás crianças é? Uma mulher sem mamilos?
Devo dizer que não dormi durante várias noites a pensar neste intrigante dilema mas, tal como vocês também sabem especialmente a nuxa pensar não é o meu forte então resolvi pedir ajuda a um colega meu colega esse, de quem não direi o nome por questões de privacidade e anonimato.
Bem esse colega misterioso disse-me que o criador/a da dita boneca se tinha provavelmente inspirado na Eva sim na Eva de Adão a primeira mulher a caminhar neste mundo de pecado, prevaricação, sexo, violência doméstica, preservativos furados e cantores demoníacos como o Toy e o Roberto Leal.
Após cansativa deliberação neste assunto xeguei á conclusão de que Deus se tinha enganado ou quem sabe propositadamente feito a mulher sem mamilos agora meus amigos como ganhou então a mulher mamilos?
Há várias teorias possíveis mas avanço desde já uma das minhas que é a seguinte: toda a gente sabe que o criador se passeava livremente pelo jardim do éden e falava cara a cara com Adão e Eva, a minha teoria baseia-se numa conversa que Adão terá tido com o criador enquanto bebiam umas imperiais fumavam o belo do charuto e jogavam uma cartada…
O suposto conteúdo dessa conversa seria o de que Adão se queixava de Eva estar mal feita ou seja, Adão queria que Eva tivesse umas pegas nas orelhas, fosse submissa, que se disponibiliza-se a ter sexo a toda a hora e instante, tivesse a cabeça plana para ser fácil pousar a cerveja e por fim que tivesse um brinde dois bicozitos nas mamas para enfim…segundo Adão lhe dar mais pica! É por que já estava farto de aquela zona ser tão lisa e estupidamente vazia. Aqui fica um exclusivo das palavras de Adão naquele momento:

Adão – Epa o Deus fdx já to farto desta merda…
Deus – tão pá queres jacuzzi? Prostitutas do intendente? Putos da casa pia? É só pedires que eu sou o todo poderoso!
Ora nisto Adão faz-lhe as suas exigências e Deus responde que será fácil concretizar tudo o que ele lhe pede.

Só quero fazer um comentário para os machistas:
“O vosso sonho teve quase a concretizar-se se não fosse a dita Eva e a malévola serpente!”
(este comentário é feito porque dizem que o sonho de todos os homens é ter uma mulher com 100%de disponibilidade para sexo, que tenha pegas no lugar das orelhas e finalmente cabeça plana para pousar a cerveja) pessoalmente fica aqui esclarecido que eu n faço parte deste grupo de machistas inveterados!
Continuando…
Ora, a Eva ouvindo esta conversa fica tão indignada que resolveu enganar Adão para fazer com que o mesmo deixe de estar nas boas graças do criador mas, ela não contava que pelo menos um dos desejos de Adão fosse de imediato satisfeito e lhe tivessem aparecido os ditos mamilos!

Cá esta…será esta a teoria mais provável para o aparecimento de mamilos na mulher e sim perguntam vocês então, mas para a barbie ter sido inspirada na ausência de mamilos da Eva o criador/a da mesma seria o que? um/a mirone? Pois bem, penso que seria mesmo essa a resposta um mirone! Bem, houve também uma amiga minha (penso eu) de nome Susana, e que por sinal é uma bonita e simpática rapariga que me avançou outra teoria sobre o assunto, que se baseia no facto de a barbie não ter mamilos para ser segundo ela (Susana), uma boneca assexuada o propósito disto seria não despertar nas pequenas crianças desejos libidinosos mas, eu pessoalmente acredito mais na minha teoria do Adão, "cuja premissa inicial roubei asquerosamente do Neoclipse", é mais realista não acham? Enfim, fica ó vosso critério agradeço imperialistas que postem também as vossas possíveis teorias para este caso…

Aqui fica por ultimo a minha dedicatória á minha musa inspiradora que visto não ter gostado do meu post anterior, pelo menos se não gostar deste e dos próximos ela irá de certeza continuar a gostar das minhas dedicatórias bem, aqui fica para quem quiser ler…
Isto será apenas para dizer que o marco, sim o marco aquele gajo que todos conhecem como o depravado irreparável e também o autor deste post, revela aqui que finalmente e após grande tribulação amorosa achou a rapariga com quem quer ficar aquela que um gajo olha para ela e diz: não me importava de ficar com ela por muiiiiito tempo ou então simplesmente eu amo-a bem, posto isto acho que aqui o mais recente imperialista abutre revela que esta num estado muito perigoso de amor incurável… pessoal desejem sorte
(ou não) lol

Tem medo de mim, caraças!

Estava eu em minha casa fazendo o que os filhos de Sam normalmente fazem nas noites de Sábado – jogar uma partida de solitária ouvindo Children of Bodom – quando fui interrompido pela campainha. Vendo que devia ser a Leufócita Hibernácula, uma jovem mulher interessada nuns terrenos que tenho em minha posse lá para Travancinha de São Tomé, chamei de imediato o meu mordomo.
– Stuart, vai abrir as portas, mas faz isso de modo a que ela pense que se abriram sozinhas.
– Sim, mestre.
Dos meus aposentos, pude ver o meu fiel mordomo a descer as escadas sem fazer barulho e a abrir as portas, pondo-se de imediato atrás de uma delas. A minha convidada ficou incrédula.
– Wow! Sistema de portas automático! Cool!
Enervado por ela não pensar que a casa estivesse assombrada, carreguei no botão que faz com que o órgão toque, mas algo chamou-a à atenção e ela não reparou.
– O que o senhor ‘tá aí a fazer atrás da porta? Não me diga que afinal foi você que as abriu?
– Não! Eu só estou a fazer… a limpar as teias de aranha… – responde Stuart, atrapalhado.
– Shh… Ouça… Música de fundo! Incrível! Como um castelo tão antigo pode ‘tar tão modernizado a nível electrónico?
– Não é música de fundo, menina. É o fantasma do órgão que ‘tá tocando a Sonata ao Luar.
– Ahah! Que belo sentido de humor, senhor…
– Stuart! – responde o mordomo com um sorriso nos lábios.

Perante tal fracasso, bati com a palma da mão na testa com toda a força. Em seguida, tive uma ideia. Decidi ir pela passagem secreta que ia dar ao sótão, depois à cave e, por último, à sala de estar, que seria por onde o Stuart a conduziria, de modo a assustá-la lá. O plano era bom, portanto entrei rapidamente dentro da porta secreta. Corri o mais rápido que podia o resto do percurso no sótão, mas a meio tropecei indo bater contra um velho armário cheio de louça. O armário caiu em cima de mim e maior parte dos objectos nele partiram-se no chão, fazendo um cagaçal daqueles! Enquanto estava tentando levantar o pesado móvel de cima de mim, ouvi no piso de baixo eles a comentarem:
– Que barulheira foi esta?
– Ah, não se preocupe. São os ratos.
– Ratos? Só se forem enormes…
– “Enormes” é uma palavra demasiado limitada para descrever o tamanho das criaturas que habitam no nosso sótão, menina.
– É o que dá não os matarem enquanto são pequenos.
“Eu não acredito!” pensei para mim. “Será que esta gaja não se assusta com nada?”
Depois de ter arrastado o armário para o lado, limpei o pó da minha roupa e continuei o meu caminho. Foi num instante em que cheguei ao alçapão que dava acesso à sala de estar. Imaginando que ela estaria sentada no sofá que está virado em sentido oposto ao daquela entrada, abri o alçapão. Agachado e sem fazer barulho voltei a fechá-lo. Depois dei um pulo gritando simultaneamente:
– Os orangotangos são muito inteligentes e já foram vistos usando objectos como ferramentas!!!!!!!!!!!!
Isto até teria dado resultado se ela estivesse ali. Mas o meu mordomo não tinha cumprido o que estava planeado. Fui então ter à cozinha e lá encontrei os dois a falarem relaxadamente.
– Bem, Stuart, foi pouco tempo, mas ‘tiveste muito bem! – dizia ela ao meu mordomo.
– Ah… Não digas isso… Tu também não ‘tiveste mal.
– Ahm… O que se passa aqui? – interrompi.
– Desculpe, mestre. Esta é a senhora Leufócita. Eu era para a ter levado para a sala de estar, mas primeiro dei-lhe a conhecer o meu quarto.
Depois de dizer isto, Stuart e Leufócita coraram e contiveram um riso maldoso.
– Eu nem quero saber o que andaram a fazer…
– Pois… Então, diga-me lá, você é que é o Conde? – perguntou ela.
– Err… Não me chames isso! Agora com a porcaria da QdC, quando se fala em conde vem sempre à memória aquela evolução reles de macaco com a mania que é andrógino. Prefiro que me chames pelo meu nome: Filipe.
– Não pode ser antes Fili?
– Uh?! Claro que não!
– E Filão?
– Eh pá, o meu nome é Filipe e é assim que me chamas. Acabou!
– E Filiacorvinagnisklogueto?
– …
– E Fil?
– Fogo! Se eu já te disse que o meu no…
– E Filovski?
– Ah, esse não me parece mal. Pode ser…
– E Filete?
– Que idiotice! Eu já disse que…
– E Filo?
– Porra, pára lá com…
– E Filé?
Neste momento, Stuart salva a situação dando-lhe um forte soco na nuca fazendo com que ela desmaiasse. Chegou-se perto de mim e, em segredo, disse:
– Há bocado também não a consegui comer porque ela começou a judiar com o meu nome. “Oh, Stewie, Oh Stuzinho, Oh Stuzão!” Dass! Tive de lhe aplicar um safanão pondo-a inconsciente. Depois arrastei-a para aqui e, quando acordou, disse-lhe que tinha sido espectacular.
Depois de ela voltar a recuperar os sentidos, Stuart, disfarçando, mudou de tema radicalmente.
– Não come nada, mestre?
– Nah. Não tenho fome. – disse eu, sentando-me à mesa.
– Ah, eu cá tenho. Acho que vou comer uma maçã. – afirma Leufócita, cumprindo o que dissera.
– Não me fales em maçã que me faz lembrar a outra que foi para o Alentejo!
– Uma maçã foi para o Alentejo?
– Sim, a outra que todos diziam que tinha hipóteses de a comer e não sei quê… Bah! Uma ova! Se tivesse alguma chance, ela não dava de fuga sem me dizer nada e sem perguntar por mim.
– Hmmm, pois…
– Mas sabes que mais? ‘Tou me a *oder para ela! E aposto que ela ainda se ‘tá mais a *oder para mim!
– Hmmm…
– Se bem que eu não me importava nada de *oder com ela, mas… bem… isso já é outra história.
– Então, mas porque foi ela para o Alentejo?
– Sabes – disse eu, aproveitando-me da situação – eu escondo algo horrível dentro de mim.
– Para além desse macaco no nariz, não estou a ver o que seja.
Ao ouvir isto, apressei-me logo a limpá-lo com um lenço. Mas a minha convidada começou-se a rir fazendo me aperceber que estava no gozo.
“Ah, ‘tás a gozar comigo?” – pensei. “’Pera aí que já te digo!”
Virei-me de costas, fingindo que ia-me assoar, e retirei de dentro do bolso do casaco uma dentadura de vampiro. Coloquei-a e virei me rapidamente fazendo caretas e mostrando os meus falsos caninos.
– Gniaaaaaahhhhrrrgghhhhhuuuaaaziiiattttt… – foi o grunho que acompanhou a minha sessão de caretas.
– ‘Tás com dores de dentes com certeza. Eu lembro-me de quando era nova acontecer o mesmo aos meus irmãos e eles terem de bochechar um pouco de bagaço para lhes passar.
– Pois, mas a mim não é das cáries… É dos caninos que crescem exageradamente fazendo com que eu tenho ânsias de morder algo…
– Ah, eu sei como resolver esse assunto!
Eu, nesse momento, bem tentei atirar-me ao pescoço dela mas, mesmo antes que conseguisse, ela põe me um trapo na boca, dizendo:
– Com os meus cães resulta sempre!

Desanimado, levantei-me e saí da cozinha. Nada do que eu tinha feito até então tinha a assustado. Fui para o meu quarto terminar a partida de solitária que tinha começado antes de ela ter chegado ao meu castelo. Enquanto arrastava o sete de copas para todos os cantos do ecrã, por não saber onde o havia de meter, tive uma boa ideia. Consistia em ir ao quarto da Leufócita durante a noite e fazer-lhe coisas más.
Eram 3:03 da manhã quando entrei sorrateiramente nos aposentos da minha convidada. Inclinei-me sobre ela, mas Leufócita parecia estar acordada.
– O que queres, Filito?
– Raios partam, já disse que é Filipe!! E eu só quero que te mantenhas quietinha e me deixes violar-te e chupar-te o sangue do pescoço.
– Ok, pode ser.
Fiquei completamente paralisado de admiração devido a esta resposta.
– Ah, ‘pera, Filanzão. Pode ser antes amanhã? É que agora ‘tou com uma dor de cabeça daquelas! – disse ela, pondo a mão sobre a testa.
“Raios! Não vou violá-la enquanto ‘tá com dores de cabeça que há de ser chato. Coitada.” – pensei para mim.
Rapidamente ofereci-lhe uma aspirina tendo, depois disso, dirigido me para a cozinha. Lá encontrei o Stuart a resolver uns pseudo-códigos para recuperar o sono. Surpreendentemente, a janela da cozinha quebra-se com o enorme salto da stôra de EOTD que vai parar mesmo em cima da mesa onde Stuart estava a fazer os exercícios.
– Isso agora é assim!! – dizia ela, apontando para uma folha com os exercícios resolvidos e pondo-a à frente do meu mordomo.
Depois do Stuart muito protestar dizendo que sabia, ela virou-se para mim e disse-me:
– Então e tu, Cristophe? Não fazes a ficha?
– Meta uma coisa na cabeça: eu não sou o Cristophe!! Devo ter cara de francês, não? Vá chatear o Glorioso, talvez o Cristophe também lá esteja.
E então a mulherzinha saiu por onde tinha entrado, quase tão desanimada como eu. O Stuart reparou na minha frustração e perguntou-me:
– O que tem, mestre?
– Acho que vou perder o estatuto de Son of Sam… Não consigo assustar a Leufócita…
– Talvez ela seja “inassustável”.
– Ou talvez eu esteja a fazer as coisas mal, que é o mais provável.
– Não se preocupe, mestre. Enquanto você planeia algo malévolo, eu vou ter com ela inventar histórias horríveis sobre si.
– És um grande amigo, Stuart! – admiti eu, comovido.
– Na realidade não vou lá por si, é mais por a gaja ser podre de boa…

Fui me deitar desconsolado, enquanto o meu mordomo se encaminhava para o quarto da convidada, esfregando as mãos. Não dormi muito bem e sonhei que um gajo tinha me plagiado e feito um blog sério. Tal pesadelo fez me acordar cheio de suores por volta das 6:37. Como o sono não pegava, decidi pensar em algo que poderia fazer para assustar a Leufócita.
Personalidade 1: Sempre podia praticar necrofilia. Toda a gente tem nojo e assusta-se com isso.
Personalidade 2: Pois, mas isso é realmente enojante! Jamais seria capaz de fazer uma coisa dessas!
Personalidade 1: Sempre se podia convidar uma gaja para fingir de morta.
Personalidade 2: Mas quem é que não se importaria de fazer sexo comigo? Não ‘tou a ver ninguém…
Personalidade 1: Ah, já sei! A MdF!
Personalidade 2: Nah! Essa já não aceitava, ganhou juízo.
Personalidade 1: Pois… Ou então comprou lentes de contacto.
Personalidade 2: É o mais provável.
Personalidade 1: Exacto…
Personalidade 2: ‘Peraí… ‘Tás a dizer que sou feio? Não quer dizer que eu não seja, mas porra…!
Personalidade 1: Calma, pá! Eu considero-te tão feio como eu.
Personalidade 2: Isso foi uma piada, não? Somos os dois a mesma pessoa!
Personalidade 1: Ok, acabemos com as discussões. É melhor pensar antes no que fazer para assustar a Leufócita.
Personalidade 2: Tens razão… Deixa pensar… Hmmm! Já sei quem aceitaria!
Personalidade 1: Quem?
Personalidade 2: A stôra de EOTD! Ela deve estar tão necessitada que até já deve aceitar canzanas com ursos! Portanto, basta eu… Argh! ‘Tou a começar a ficar enjoado só de ponderar esta hipótese.
Personalidade 1: Deves ‘tar doido!!! Eu jamais tocarei naquela mulher!!! Entre ela e necrofilia, nem sei o que preferia…
Personalidade 2: Ah, então basta dizer à outra que vou praticar necrofilia, mostrá-la a stôra deitada simulando que está morta e, nesse momento, penso que ela terá um baque.
Personalidade 1: Sim senhor! Boa ideia, pá! ‘Tás de parabéns! Eu até te dava umas pancadinhas nas costas mas, como somos a mesma pessoa, não parece bem.
E depois disto voltei a cerrar os olhos e a dormir, tendo acordado só às 12:17. Depois de me levantar encontrei no corredor o Stuart resmungando qualquer coisa entre dentes.
– Então, sempre a conseguiste comer? – perguntei eu, amigavelmente.
– Acha mesmo que sim? Aquela mulher é impossível! Fez me passar a noite toda a falar lhe das suas “esquisitices”, só porque eu disse que haviam histórias terríveis sobre si.
– Ah sim? E o que lhe disseste?
– Disse-lhe que o mestre engolia a pasta enquanto escovava os dentes, que bebia vomitado de gato siamês e que comia peúgas mal cheirosas ao pequeno-almoço.
– Porque foste dizer isso?
– Sei lá! Não me ocorreu nada melhor…
– Ok. Olha, vai chamar a stôra de EOTD. Diz-lhe que ela se faça de morta em cima da mesa da cozinha. Ela deve estar à porta da casa do Carlos.
– Sim, mestre. – disse Stuart obedientemente, saindo do castelo.
Como tinha de entreter a minha convidada com algo, enquanto o mordomo não chegava com a “defunta”, decidi perguntar ao pessoal no Éme Ésse Éne o que fazer:
Stupid Son of Sam says:
na vossa opiniao, como se pode entreter alguem enquanto se nao a mata de susto?
Neoclipse says:
piadas ribeirinhas?
***_Sara_*** says:
...
Stupid Son of Sam says:
boa ideia!

Saí então da minha conta e fui ter com a Leufócita com uma mão cheia de piadas em mente. O pior foi que quando lhe falei em piadas ela disse que quem tinha piada era o Zé White Castle e que era ele quem dava ânimo à casa. Ora, claro está que quando me falam da QdC fico cheio de dores no abdómen. Desta vez até caí desamparado com uma guinada incrível que me deu no flanco direito. Mas, esta mulher, como já deve ter dado para reparar, quando começa a falar é quase impossível calá-la. Logo, ela continuou com as suas teorias mirabolantes, dizendo que o jumento devia apresentar o programa sozinho e devia se casar com a Teresa Caserne, já que esta estava livre por o Manuel Luís Trouxa andar com um moçambicano. Quase ia morrendo de dores. Mais uma vez, foi o Stuart quem me salvou o dia. Ele entrou de repelão na sala, que era o sítio onde falávamos, e disse que estava tudo pronto na cozinha. Levantei-me custosamente e segui-os.
Enquanto caminhávamos, disse, como quem não quer a coisa, à Leufócita:
– Hmm, algo me diz que é a defunta que encomendei…
– Defunta?
– Já vês. É uma surpresa.
De lado pude ver a sua expressão de admiração. Desta vez tinha de dar certo! Finalmente, tínhamos chegado ao corredor que conduz à cozinha. Stuart abre a posta vagarosamente. Depois de estar toda aberta, Leufócita reagiu:
– Meu deus! A stôra de EOTD! Essa vaca chumbou-me porque não concordava com o facto de eu meter “Escrever” nos pseudo-códigos e não “Escreva”! Obrigado, Filado. Eu já queria ver essa cabra morta há muito!
– Err… Mas… Eu vou fazer sexo com ela agora!! – disse eu, desesperado.
– Óptimo! E, no fim, retalha o corpo. Quanto mais macabro o fores, melhor!
Aí entrei completamente em desespero. Não sabendo o que mais poderia fazer para assustar aquela gaja, ordenei ao Stuart para amarrá-la e para a levarmos para a sala de torturas. Porém, e para grande surpresa minha, ela pensou que tivéssemos a brincar e deixou-se amarrar descontraidamente. Decidi então metê-la no esmagador de crânios. Talvez ela assim aprendesse a temer-me.

Quando chegámos à sala de torturas, deparámo-nos com um grupo de meninas vestidas de escuteiras, que deviam ter vindo de uma mata dos arredores do meu castelo, a serem perseguidas pelo Abutre.
– Oh, sim! Adoro “mulheres” de farda! Excitam-me! – dizia ele enquanto perseguia uma loira.
Surpreendido, reparei na reacção esquisita de Leufócita ao ver o Abutre.
– Nãããããooo!!! Ele não!! Por favor, Filz, tira me daqui antes que ele me veja. Imploro-te… Buá!
Ela, vendo que os seus prantos tinham chamado a atenção do próprio Abutre, morre de aflição. Perante o meu olhar de espanto, ele esquece as pequenas escuteiras e chega-se perto de nós, dizendo:
– Olha a minha amiga Leufócita morreu… Coitada.
– Tu conhecia-la? – perguntei eu, não entendendo muito bem o que se passava ali.
– Sim, claro. Saí com ela uma vez. Mas ela nunca mais me disse nada.
– Porque será? – afirmou Stuart, ironicamente.
– Bem, não interessa. Tens aí alguma gaja boa que ainda esteja viva para se comer, Filipe?
– Olha, na cozinha está a minha stôra de EOTD… – disse eu, perfeitamente no gozo.
– É aquela das verrugas?
– Eheh! Iá! Se a quiseres comer, ‘tás à vontade!
– Ok, onde é que ela está mesmo?
– Na cozinha. – respondeu o Stuart enquanto eu estava vomitando.

Perto das 22:00 recebo um telegrama da Associação de Todos os Filhos de Sam (ATFS) a mandarem-me as congratulações pela maneira excelente como tinha morto de susto a Sra. Hibernácula. ”Será uma vitoria acertar inconscientemente ou, na realidade, um fracasso?” Esta frase muito me remoeu a cabeça. Cinco minutos depois de receber o telegrama, o Stuart aparece no meu quarto e perguntou-me:
– Sabe se o Porto ganhou, mestre?
– Nop. Foi o Benfica. 1-0.
– A sério?
– Yap.
– Arggghhh! E eu que tinha apostado todo o meu dinheiro no Po… – disse Stuart pressionando o peito e deixando-se cair para o lado.
– Eheh! ‘Tava no gozo, pah! O teu clube venceu.
Porém, ele não se levantava.
– Stuart…? Vá, pára lá de fingir, meu. O Porto ganhou 1-0. ‘Tava a reinar.
Como continuava sem obter resposta, levantei-me e averiguei que ele não tinha pulso.
– Eh pá, que merda! Só mato as pessoas de susto quando não quero!!

Ass.: Stupid Son of Sam

sexta-feira, outubro 15, 2004

Caixa geral de depositos

É pá quem é que já não viu aquele anuncio da caixa geral de depósitos onde entrevistam uma pessoa parva com perguntas estúpidas?
Pois é eu hoje estava a ouvir essa porra na rádio quando me apercebi do seguinte reparem… ora imaginem que estão a entrevistar um gay como o castelo branco!
Começaria mais oumenos assim:

voz impessoal mas estúpida – olá amigo…então por aqui?
Gay - sim vim comprar vaselina e supositórios
voz impessoal mas estúpida – hummm… supositórios que interessante e batias no teu irmão quando eras pequeno?
Gay - ooo si muitooo!
voz impessoal mas estúpida - então e que roupa é que gostas mais?
Gay - gosto de cuequinhas apertadinhas quanto mais enfiadas no rego melhor….uiiii

Ora não sei se já repararam o que eu estou a querer dizer com este post.. senão repararam então continuem a ler...

voz impessoal mas estúpida - muito bem e se lhe pusessem um rótulo qual seria?
Gay – aiii filha… seria qualquer coisa como paneleira necessitada e carente.

E agora a piece de resistence disto!

voz impessoal mas estúpida - aaa meu deus você cliente da caixa??
Gay - sim…. claro nós somos todas clientes da caixa querida!
voz impessoal mas estúpida - de que gosta mais na caixa?
Gay - aiiiii… aquele gerente da sucursal do Montijo é todooo boom!! Dá-me uns calores filha!!!

Agora acho k já repararam não?! No que eu queria dizer mas o melhor ainda não veio calma…porque e agora que a estúpida da voz impessoal diz o slogan da caixa geral que é mais ou menos isto:
Caixa geral 4milhões de clientes todos diferentes todos iguais!
Mas que é isto???!!!!!!!!!! Estão-me a dizer que sou igual o paneleiro é?! é pá vocês são uns gnus !! gays são vocês!! Vão-se encher de moscas fdx!!
Prontos …. Já viram como o anuncio é parvo certo? Se não viram esqueçam é porque são parvos que nem uma porta!
Bem, espero que vos tenha aberto os olhos para esta situação decadente em que um dos maiores bancos do nosso país se encontra.
Para terminar queria dizer que toda esta inspiração se deve ao regresso da minha musa inspiradora (nuxa) esperem grandes feitos da minha parte porque quando estou apaixonado sou mil vezes mais decadente por isso temam meus irmãos!

segunda-feira, outubro 11, 2004

A Croma

Esta historia que venho aqui contar, é uma historia que aconteceu num espaço de tempo semelhante ao da gorrinho vermelho e na mesma localidade, fui inspirado por a junção de duas pessoas que eram capaz de se dar muito bem, mas como está a apetecer-me ser do contra, isto dá merda

Aviso: a maior parte do texto é fala do Abutre, só com uns poucos apartes meus, apesar da historia ser completamente da minha autoria, decidi faze-la como outra pessoa a contar.

Tudo começa quando eu estando na minha casa nos bosques(bosques completamente limpos de ursos devido as acções de todos os imperialistas, activos e passivos, quero aqui desde já dar uma vénia a eles....... vénia dada) quando de repente aparece-me o nosso conhecido Abutre,

Abutre: Ora cá está!!
Midd: bons dias
Abutre: tenho tido um dia muito atribulado
Midd: então não queres contar – digo sentando-me numa cadeira.
Abutre: ok, então isto tudo começou depois de eu ter encontrado uma rapariga....

E a historia prossegue

Encontrei uma gaja que tinha mesmo ar de ninpho, mas na verdade era uma controladora do caraças, mesmo dominadora, espancou-me todo, deixou-me todo partido, mas mesmo assim gostei mas não é dela que eu venho contar, e pois bem, levantei-me dali e (Midd: então não estavas com costelas fracturadas e com uma perna partida?), epah o prazer sexual que eu recebi foi muito maior do que as fracturas, da perna partida e do possivelmente pulmão furado, mas a única razão porque eu fiquei lá deitado mais tempo foi por ela ter-me esgotado completamente, (Midd: então e as dores?), bah isso é irrelevante mas continuando, depois de me ter curado, devido aquelas injecções de não sei o que (Midd: tu andas a tomar injecções e não sabes do que são?!), aquilo é mesmo muito bom, cura e dá uma sensação que parece que me venho, (Midd: quantas dessas é que tomastes depois disso?), uma..... ok .... umas sete pronto, apanhaste-me (Midd: deixa-me adivinhar, não tomastes por causa das dores pois não?), Claro que tome.... não, não tomei por causa das dores, epah, estas a afastar-me demasiado do tema, prosseguindo, cheguei perto de uma rapariga que queria suicidar-se (Midd: porquê?), porque ela não conseguia aguentar com os insultos de lhe chamarem “gó-ti-ca uarl uahm” (Midd: TRÊS!!!), o quê? (Midd: nada, não ligues), esqueci, como estava a dizer eu pus-me a falar com ela tentando anima-la:

Abutre: bom dia
Croma: ave tenebrae!
Abutre: o dia está quen.... o que?
Croma: Ave tenebrae!
Abutre: ave Maria para ti também
Croma: quem é que chamou a prostituta de babilónia para a conversa?
Abutre: e quem é que chamou o... a... o tenébres para a conversa?
Croma: e quem é que te disse que eu chamei o tenébres para a conversa?
Abutre: e quem é que te disse que isto era uma conversa?
Croma: tu es um cromo!
Abutre: e quem te disse que eu não sou cromo?
Croma(visivelmente atrapalhada): err... hum... pois es!
Abutre: então o que estavas a fazer?
Croma: estava a tentar cortar os pulsos com agulhas de pinheiro.
Abutre: já as tentastes espetar nos pulsos?
Croma(mostrando os pulos todos cheios de resina): como vez só consegui ficar com comichão nos pulsos.

Eu quando vi aqueles pulsos e mãos cheios de resina, pensei logo que ela devia fazer algo muito bem! (Midd: por causa da resina?!), yah parecia mesmo outra coisa, (Midd: só tu para pensares uma coisa dessas), não, a historia é tua, tu é que pensastes nisso (Midd: tu é que dissestes, eu não disse nada!!), mas tu é que estas a pôr-me as palavras na boca (Midd: Tu deves beber água castelo!!!), por falar nisso, posso usar o teu frigorifico? (Midd: força)

O Abutre põe-se a vasculhar pelo frigorifico, mas de repente grita “O que está aqui a fazer um fiambre?!?!?!”, apercebendo-me do erro dele respondo “calma, não é Ele”, o Abutre com um ar um pouco mais aliviado continua a vasculhar, pega e bebe uma daquelas coisas de soja, mas que não sabe a soja [Aparte]eu pergunto-me então o que raio é que aquilo tem de soja, porque é que eu vou pagar mais por um sumo de laranja só porque tem soja, quando posso pagar metade do por um sumo de laranja que em vez de soja e por mais fantástico que pareça, TEM LARANJA, [/Aparte] acabando de beber, ele solta um bruto arroto, que até fez tremer os pratos que eu tinha no lava loiça e fez estalar os restos de lasanha ressequida que se encontrava neles, ele desloca-se para a mesa, senta-se na cadeira e começa a falar outra vez:

Continuando eu claro que estava a sentir algo a querer ficar leve, mas controlei-me porque como sabes, primeiro é melhor começar no coro e depois é que me venho constantemente para cima dela, então onde ia eu?? (Midd: mãos com resina), ahh, uhh, hmm, ai que não aguento, hmmmmmm consegui, ahh aguentei, mas continuando, lá fui eu continuar a conversa:

Abutre: eu não estou a ver comichão nenhuma.
Croma: es mesmo um cromo
Abutre: pára de me chamar cromo!!!
Croma: calma estou a chamar-te cromo no bom sentido.
Abutre: há cromo no bom sentido?
Croma(rindo-se): es mesmo cromo.
Abutre: não sou não
Croma(continuando a tentar espetar a agulha de pinheiro no pulso): não me tentes animar, eu quero morrer, não me interessa!
Abutre(sentando-se a olhar parar ela): está bem!

As horas passaram-se e ela não conseguia ganhar coragem para (Midd: horas?! Ganhar coragem?) não ligues, estou a embelezar a historia, porque na verdade só passaram um ou dois minutos e ela desistiu, também sentou-se e começou a lamentar-se:

Croma: eu quero morrer, mas não tenho a coragem!
Abutre: é o que dá ser trinca espinhas.
Croma(não compreendendo): nem pensar que vou engasgar-me com uma espinha
Abutre: então porque é que a queres comer?
Croma(não percebendo outra vez): quero sim morrer, quero morrer porque não consigo aguentar com aqueles horrível insulto.
Abutre: qual?
Croma: Gó-ti-ca urrh uarghl
Abutre(completamente chocado): Não pode!!!! Podiam ter-te chamado feia, ou ainda mais feia, ou que tinhas a mania mas agora gótica!! Isso não!!
Croma(diz chorando): Foram tão cromos!
Abutre: mas espera lá, tu não es gotica?
Croma(berrando em choro): por isso mesmo!! Eu sou!! Por isso é que é um insulto tão grande!!!
Abutre: Posso pegar-te por baixo?
Croma(apanhando do ar): claro... eu não devia estar tão em baixo
Abutre(rindo-se da situação):posso-te levantar a saia?
Croma: Yah, quando sentei-me é que se sujou mais. – A croma começa a abanar-se enquanto diz. – eu preciso de ir apanhar ar.
Abutre: ahh eu conheço um sitio muito bom, queres ir lá?

(Midd: tu não?! Tu não a levastes para o miradouro), sim, claro que sim, tem uma boa vista é romântico e se eu não gostar dela mando-a falésia abaixo (Midd: bem visto), isto tá tudo calculado, tu não sabes como é que esta cabeça funciona (Midd: ainda bem que não... mas continua), então quando chegámos ao miradouro ela empoleirasse num muro para ver melhor a paisagem, o que queres eu sou homem e ela tem um cu, vai lá vai, até a barraca abana (Midd: diz-me só... quantas vezes?), errr.... oito (Midd: jovem, tu tens de tratar disso) não tenho nada, pelo menos tenho orgasmos múltiplos em vez de ser só precoce (Midd: então e o prazer que dás a gaja?), eu estou-me a cagar para isso! Eu quero é acabar e pronto! (Midd: mas tu acabas antes de começar, como é que podes dizer isso?), bah, porque cada vez que eu faço tenho um limite de 100 vezes, aí eu tenho de parar porque se passa das 120 começo a sofrer desidratação, por essa razão é que eu bebo um garrafão de água ou daquela merda de soja que não sabe a soja [aparte] eu volto a tocar nisto, qual é a merda da vantagem de comer/beber algo de soja que não sabe a soja, se querem soja... vão comer soja, ou rebentos de soja, ou até molho de soja qual é mesmo a vantagem de beber uma coisa de soja que não sabe a soja.... eu vou parar por aqui[/aparte] mas como eu estava a dizer, eu preocupado com ela ainda pergunto-lhe:

Abutre(não controlando): posso-te comer por trás?
Croma: tanto faz, eu gosto de qualquer maneira
Abutre(completamente chocado): o que?
Croma: aiii, é que es mesmo cromo, fazes-me a pergunta e depois não sabes.
Abutre: podias parar de me chamar cromo?
Croma: oh mas es mesmo um crominho
Abutre: pára com o cromo ou eu vou ter de te mandar com o telemóvel a cara!
Croma: que cromo que tu me saístes

Nesse momento eu passei-me, peguei no telemóvel, mas quando ia a mandar a ela vi uma coisa muito vermelha ao fundo e desconcentrei-me, olha nem foi carne nem peixe, foi no meio, falhei-a completamente, mas como se esperava mesmo assim ela não reagiu bem:

Croma: tu es mesmo cromo caraças.
Abutre: e tu deves pensar que es mais adolescente que eu.
Croma: epah cala-te cromo.
Abutre: pára de me chamar cromo.
Croma: e se eu não quiser.
Abutre: eu violo-te.
Croma: não peças desculpas agora, agora não te vale de nada – A croma começa a fazer uns movimentos esquisitos com as mãos – eu vou amaldiçoar-te, para seres um masoquista e um rebarbado de primeira.
Abutre: AH vê-se mesmo que es estúpida, eu já sou isso tudo!
Croma: vai-te encromar que eu não estou para aturar um cromo como tu! Seu filho de uma croma!
Abutre: então vai-te embora!
Croma(afastando-se): que lucifer esteja contigo, cromo!
Abutre: por acaso até está! É a minha gata! É a lucy!

Bem ela ficou fula da vida e basou dali parecia que ia arrebentar com algo, eu ainda a chamei Castelo Branco, mas ela não ligou, (Midd: e depois), ah essa foi a parte gira, eu afinal acertei em alguém, um certo Carlos Vitoria, que apareceu e devolveu-me os estilhaços (Midd: ele por acaso não começou a desconversar??), por acaso não foi bastante simpático, agradeceu-me e tudo, porque disse-me que o impacto do telemóvel fez-lhe lembrar que tinha de ir chamar White Castle a um certo patas antes de ir aparecer num post do Nerzhul, mas bem este foi o meu dia, obrigado por me ouvires, mas agora eu tenho de ver se vou engatar uma gaja.

E assim acabou a historia dele, ele levanta-se sai porta fora a voar, eu sozinho outra vez naquela casa e agora com um buraco no estomago, vou ao frigorifico ver se como algo, mas para o meu espanto e surpresa, oiço uma voz do fundo do frigorifico falar “vai chamar o SSS........... ou eu ainda te arranco uma pestana!”

Fim!

Ass: Midd

P.s.: antes de acabar tenho de fazer uma pergunta e agradecia que qualquer imperialista respondesse, o meu próximo post será Sr.fiambre Vs Predator, e gostaria de saber como preferem, ser relatado do lado do predador ou do lado do Fiambre? De qualquer das maneira, um sairá morto.

domingo, outubro 10, 2004

A Próxima Vítima: a jornada do segredo que não podia ser perdido!

Muito antes do tempo em que os flamingos comiam criancinhas ao jantar, na altura em que o poder dos flamingos de se transfigurar, ainda iludia civilizações inteiras, existia um grupo de jovens que possuíam dentro de si, algo que se manifestava numa enorme coragem, acompanhada de enormes ataques de soluços, para fazerem a diferença e a mudança neste mundo cruel. E não era um fígado que se parecia com um estômago. Refiro-me à atitude! Esses quatro jovens, não eram mais do que: Midd, Neoclipse, Rumba e SSS, e não faziam menos do que exprimir a sua atitude Anti-Ursos para onde quer que fossem, a alto e bom som.
Certo dia, os quatro heróis nem estavam em nenhum local especial, nem tinham manifestado a referida atitude assim tão ruidosamente (é claro que estavam a manifestá-la, pensando baixinho), o jovem instável de nome Neoclipse, pôs-se em cima de uma mesa, gritando para todos os lados para que lhe trouxessem o queque encantado. Nesse preciso momento, eis que aparece do nada um francês chamado Cristophero Colombo e começou a olhar para todos os lados à procura de algo. Quando nos viu disse:

Cris: Ah! AH! Índios!
Midd: Índios? Quem és tu e o que procuras?
Cris: Eu sou Cristophero Colombo! E procuro os Índios!
SSS: Indianos!
Cris: Indianos? Na Índia não deviam existir índios?
Rumba: Por acaso nós parecemo-nos com índios?
Cris: também não se parecem com indianos, excepto aquele sujeito além – disse apontando para o Neoclipse – aquele até faz lembrar um muçulmano.
Neo: Isso é mentira, seu, seu filho de Shaitan, adorador de Iblis, inimigo de Alá e do profeta Maomé! – disse Neoclipse enquanto guardava o Corão na algibeira – Eu não sou muçulmano! Agora tu! Ah! O teu apelido em espanhol é Colón!

Instantaneamente, os quatro jovens começam a apontar para Colón e a rir histericamente!

Midd: Ok, isto foi estúpido..
Neo: ..e desnecessário..
Rumba: .. e parvo..
SSS: Não! Parvo sou eu!

Instantaneamente, o Colón começa a apontar para o SSS e a rir histericamente, mas como ninguém lhe seguiu o exemplo, ficando toda a gente a olhar para ele, acabou por parar ao fim das primeiras gargalhadas.

Cris: Na realidade, eu não sou o Colombo, sou só o Cristophe, mas o narrador tinha de gozar com o facto de a professora de português dele ter-lhe chamado muçulmano, só porque ele usa sempre mangas compridas. Aproveitou e escondeu o meu verdadeiro nome.
SSS: Ah! ‘Tá explicado! Então andas à procura do quê?
Cris: Da minha Biatch!
Neo: Andas atrás do Monte-Carlos para quê?
Cris: Não sei, mas como ele anda sempre atrás de mim e eu atrás dele.. acho que estou com saudades dele.. além disso, acho que lhe tenho de contar um certo segredo, um importantíssimo que tem passado de geração em geração através de uma organização secreta!
Rumba: Aposto que é uma receita de BA-CA-LHAU!
Midd: Não é nada! Deve ter a ver com a história da maneira como o Laika Da Vinci escondeu o segredo do Graal da vista dos Monty Python!
Cris: Por acaso não.. tem mais a ver com o San--

Nisto, e perante os olhos dos jovens, o Cristophero transforma-se no Monte-Carlos, o Glorioso! E fica a olhar para nós com cara de caso.

Midd: Conta-nos o segredo oh.. transfigurador que muito recentemente era um homem que não distinguia a América da Índia ou da Atlântida.
Glorioso: Atlântida? Isso é um bar?
SSS: Não! Atlântida é a lenda inventada pelo Platão num dia de chuva, em que um tal de Cabrera se pôs a brincar com umas pedrinhas para explicar os trans--
Glorioso: Estás a chamar Cabrera a quem hein?
SSS: Cabrera era o nome do homem!
Glorioso: Estás a dizer que eu não sou homem, é?
SSS: Eu não disse nada disso!
Glorioso: Estás a dizer que eu não ouço bem, é?
SSS: Não
Glorioso: Então insistes que eu não sou homem!
SSS: Se algum de nós os quatro achar que não és homem, que apareça aqui o Célsio Rijo!

De repente, começam-se a ouvir gritos vindos do firmamento, enquanto quatro Célsios Rijos caíam a toda a velocidade do céu, estatelando-se no chão, em volta do Glorioso. Para quem não sabe, Célsio Rijo e Glorioso no mesmo sítio, é como misturar água e frâncio no mesmo recipiente..
O Glorioso acabou por ficar todo ensanguentado no chão, por isso cada um dos Célsios pegou no seu portátil e foi para trás do refeitório ver sites pornográficos, excepto o quarto, que pousou o portátil no chão e arrastou o Carlos para a casa-de-banho mais próxima, dizendo que quem tocasse no portátil era executado com uma espingarda especial, que dispara fórmulas de calibre 24,5 cm, em vez das vulgares balas de 9 mm.

Escusado será dizer, que assim que o Célsio desapareceu da nossa vista, o Rumba pousou a sua Bíblia e lançou-se ao portátil como um abutre a uma carcaça morta. Por falar em Abutre, se calhar já está na hora de ele aparecer aqui na história.. cá vai..
Estava o Rumba a tentar adivinhar a nova password do site do Célsio, quando o Abutre apareceu junto de nós, com as calças manchadas.

Abutre: Ah! Sabem.. acabei agora de estar com a Croma. Ela é uma não-Rita, e depois é nisto que dá – disse, apontando para as calças.
Midd: Estiveram onde? – perguntou o Midd com cara de rebarbado, enquanto tirava notas sobre o que o Abutre ia dizendo – Eh eh eh! Conta, conta!
Abutre: Ah! Estivemos na casa-de-banho. Ainda tentei disfarçar as manchas limpando as calças, mas não adiantou – disse, enquanto estendia a mão para cumprimentar Rumba.

Rumba (olhando de lado): Lavaste as mãos depois disso?
Abutre: Lavei sim.
Malukita: Lavey? Onde ‘tá ele? Onde? Onde?
SSS: De onde apareceu esta?
Rumba: Saíste de dentro da drive das disquetes do portátil do Célsio?
Malukita: Não sei. Sei que alguém falou no Lavey!
Neo: Foi o Abutre. Mas calma que tu ainda não devias ter aparecido na história. Só quando a Sara meter as culpas em cima de ti.
Abutre: Qual Sara?

O narrador tirano mete a Malukita dentro do portátil novamente.

Neo: Nada, Abutre. Continua a contar ao Midd os pormenores.
Midd: Eheheh! “Good! Good!”
Abutre: Então pronto. Estava eu na casa-de-banho quando, de repente, aparece lá o Célsio, o homem da testa grande, a arrastar o Glorioso pelos colarinhos. Depois começaram-se a ouvir sons esquisitos vindos da casa-de-banho do lado.
Midd: Passa isso à frente. Ninguém quer saber disso no meu próximo post.
Abutre: Ah!....... ah ok! Seja como for, estava a ser embicado enquanto o Monte-Carlos estava a ser violado pelo Célsio, e comecei a ouvir o Carlos a gritar sobre um segredo importantíssimo que o Cristophero lhe tinha contado.
Midd: Já te disse para passares isso à frente!
Abutre: Pah, não posso! Senão o narrador parte-me este telemóvel também! Depois já não tenho maneira de engatar gajas como a Gorrozinho Vermelho ou a professora Eva Conde.

Ficou toda a gente a olhar de boca aberta para o Abutre. Ouviu-se o som de vómitos vindo de dentro do portátil.

Abutre: Estava no gozo, yah?

Toda a gente suspirou de alívio.

Abutre: Só ando atrás da mãe dela.

A história vai parar por aqui um bocado, porque o narrador também ficou com náuseas, e vai ali à casa-de-banho deitar fora as pizzas do jantar...........

Abutre: Estávamos a falar do quê?
Neo: Do segredo do Glorioso...
Abutre: Ah! Sim, estava o Monte-Carlos a dizer que sabia quem tinha sido o transmissor da informação sobre a localização de um sítio sagrado, informação importantíssima que tem vindo a ser passada de geração em geração até aos tempos actuais, através de uma sociedade secreta.
SSS: Ele disse que informação era?
Rumba (que ainda estava de volta do portátil): Acabei de receber um e-mail do narrador a dizer que o Abutre só deve revelar o segredo assim que a Sara estiver presente. Só que ela apanhou trânsito à entrada da ponte, e vai demorar a chegar cá.
Abutre: Ok, a gente espera.

Enquanto esperavam, por eles passou um carro funerário com uma grande faixa em volta dela, onde se podia ler: “Aqui jaz Cristophero “Colón” Colombo, vítima de enfarte e ataque epiléptico no apendicite que removeu há 10 anos atrás.”

Midd: Menos um..
Rumba: Que Deus tenha piedade da alma dele..
Neo: *Alá!
SSS: Hein?
Neo: Esqueçam..

Eis que aparece a Sara, com um daqueles chapéus de aniversário, e o Abutre começa a contar o segredo.

Abutre: Reza a história, que existe um local mágico, onde as pessoas que lá tocam vivem eternamente, como na fonte da juventude, mas como é tocar em vez de beber, chamemos-lhe a “textura da juventude”!

Os cinco jovens encontravam-se num círculo à volta da mesa, aproximando-se à medida que o sexto e o sétimo jovem continuava a contar a sua história.

Abutre: Esse mitológico local chama-se clítoris e fica........ não vão acreditar......... fica na..........
Voz debaixo da mesa: Fica onde? ONDE??????
Abutre: És tu aí em baixo Filipa?
Voz debaixo da mesa: Não.. diz lá onde é que fica!
Abutre: Nuxa? Rita? Susana? Tina? Andreia? Bárbara? Ou alguma outra gaja que eu tenha tentado comer e que me tenha dado uma barra monumental?
Voz debaixo da mesa: Não, sou El Conquistadoré!
Abutre: Ah! É o Sandro! A Filipa diz que este gajo é um cromo!
Sandro: Diz o quê? Cromo? Eu dou-te o cromo!

Agora, eu, como narrador, podia fazer aparecer a gótica estúpida ao pé do Sandro e haveria espancamento mútuo e muita “desconversação”. Mas optei por pegar no Sandro e metê-lo em cima do telheiro, na outra ponta da escola. Como o 007 não está cá para não ir buscar a escada, o Sandro deverá ficar lá até que eu, ou outro narrador deste blog, decida tirá-lo de lá. É necessário referir também que enquanto o Sandro estava a choramingar para que o tirassem do telheiro, passa uma outra carrinha funerária com o cadáver do Glorioso, perante o olhar chocado dos jovens.

Midd: Menos outro..
Neo: Acontece..
Rumba: És um cavalo, Abutre! Toda a gente sabe onde fica o clítoris!
Abutre: Sabe? Olha pois sabe.. mas nem toda a gente sabe quem é que não sabe onde ele fica!
Sara: Essa é a 3ª questão... eu sei uma, eu sei uma!!! É o Sandro!
Abutre: Ahm.. pelos vistos sabem.. raios..
SSS: Há alguma coisa que o Glorioso tenha dito que nós não saibamos?
Abutre: Penso que não.. a única coisa que ele disse mais é que se alguém eventualmente disser ao Sandro onde fica o clítoris, ou se ele descobrir por si próprio, o que é improvável, desencadeia-se o Apocalipse, como descrito na sagrada Bíblia que o Rumba acaba de se esquecer na mesa da esplanada.

Mal o Abutre tinha acabado de proferir aquelas palavras, já estava o Rumba a correr desalmadamente para a esplanada, à procura da sua Bíblia.

Abutre: Diz-se que quem sabe o segredo, ou não passa o segredo e morre, ou passa o segredo, mas morre também. É um bocado incómodo.. confesso. Mas foi a Sara que inventou esta história.
Sara: Não, não fui! Foi a Malukita. E também foi ela que disse aquilo do Sandro!

Nisto, aparece a Malukita saída de dentro do portátil, trazendo consigo a sua tarântula.

Abutre: Argh! Eu tenho aracnofobia! – disse o Abutre e saiu a voar em direcção ao céu.
Sara: Bem pessoal, eu tenho de ir, que ainda tenho de recolher algumas prendas das pessoas que estão na minha festa de anos.

Assim que a Sara se levantou do seu assento, viu-se um enorme pássaro careca a cair do céu. Quase ao mesmo tempo, aparece o quarto Célsio Rijo com uma caçadeira na mão.

Midd: “Déjà vu.”
4º Célsio: YES! Matei o Boi! BOOOOOOOOOOOOOOOOI! Agora vou levar o seu cadáver para analisar no meu laboratório mega-avançado, onde se faz todo o tipo de experiências atrozes e desumanas, incluindo testes estúpidos, e sites que não funcionam.
Neo: É de mim ou toda a gente que ouviu falar do segredo está mesmo a acabar por morrer? Já morreu o Cristophero, o Carlos e agora o Abutre. Se nós morrermos também é muito chato..
Malukita: Bem, eu vou indo para ver se me escapo a morrer por causa disso, vou para casa matar mosquitos e treinar para anti-crista. Façam de conta que eu não estive aqui, e que não ouvi o tal segredo, pode ser que tenha sorte e escape.

E foi assim que a Malukita foi-se embora, e pouco depois, chegou o Rumba com a Bíblia na mão.

Rumba: Ah, afinal a Bíblia estava na mochila do Neoclipse. Como será que ela foi lá parar?
Neo: err.. acho que a confundi com o queque que nunca mais me trazem! Que é do QUEQUE???
Mordomo Stuart: Tem aqui o seu queque.
Neo: Ena! Teve de vir o mordomo directamente do Blog Imperialium para me trazer o raio do queque! Já não era sem tempo!

Após o Neoclipse dar a primeira dentada no queque, o mordomo Stuart transforma-se numa rapariguinha vestida com uma camisola cor-de-rosa, também chamada de Flaminga, que começou a dizer “Ólha!” várias vezes seguidas.

Flaminga: “Ólha!” “Ólha!” “Ólha!” “Ólha!” “Ólha!” onde é que compraste esses ténis?
SSS: Junto ao teu cabeleireiro!
Flaminga: Com essa resposta até pareces menos adolescente do que eu!
Neo: Ele É menos adolescente do que tu.
Flaminga: Eu falei contigo por acaso?
Neo: Quem te disse que eu estava a falar contigo?
Flaminga: Eu sei que tu estavas a falar comigo, porque eu sou inteligente e tenho um cérebro maior! Tu és Bêrru! Epah.. Bêrru!
Midd (preparando-se para lançar uma praga): DOOIS!
Flaminga: Dois? Três!
Midd (visivelmente afectado): Argh.. esta criatura possui um poder incrível.
Flamiga: Ah pois! E só por causa disso vou-vos insultar! Tu, Neoclipse, és um gajo que não é feio, nem é gótico, mas tem a mania. Tu, Rumba, não tens a mania, nem és gótico, mas és feio. Tu, SSS não tens a mania, nem és gótico, mas és mais do que feio. E tu Midd, és gótico, o que significa que és feio, mais do que feio e também tens a mania! E agora, se não querem que eu vos atire uma lata de 7UP para os pés, é favor dizerem aquele segredo sobre o Sandro a outra pessoa.

O Rumba, que foi quem ficou menos ferido após a fala anterior da Flaminga, pegou no portátil do Célsio e mandou um mail para “pope@vatican.va”, numa tentativa de passar a mensagem a outra pessoa. Resolveu passar a mensagem ao Papa, para Sua Santidade se tornar na próxima vítima a sucumbir à implacável fúria dos Flamingos.

Epílogo:

Número de baixas:

Cristophero: Morreu com apendicite ou algo semelhante.
Glorioso: Morreu de enfarte durante a violação na casa-de-banho.
Abutre: Abatido com a caçadeira de fórmulas do Célsio.
Célsio: Morreu após a contaminação pelos vestígios de sémen nas calças do Abutre.
Malukita: Morreu durante uma investida de um exército de formigas aladas.
Neoclipse: Morreu após a ingestão de um queque envenenado.
SSS: Morreu à fome, pois resolveu passar a comer só fritos e deixar as maçãs.
Midd: Morreu dentro de uma máquina de lavar a roupa, enquanto esta centrifugava.
Rumba: Morreu com uma espinha de bacalhau presa nas amígdalas.

A Sara não morreu, pois alguém tinha de sobreviver (como no Final Destination). Para além disso é o aniversário dela, e era chato para os convidados se ela batesse a bota a meio da festa.

Quanto ao Papa, será ele quem provará a verosimilitude desta história quando morrer, pois nessa altura terá visto finalmente o e-mail que o Rumba lhe mandou.

Moral da história:Se alguém disser ao Sandro o que é um clítoris, o Apocalipse começará. Se por acaso acabaste de ler a frase anterior, é bom que digas isso a alguém, porque senão as Flamingas vêm atrás de ti insultar-te, e isso é só o começo de uma fastidiosa tortura interminável.

O narrador,
Nerzhul

PS: Parabéns Sara pelo teu aniversário e obrigado pelas ideias e título para este post.
PPS: Obrigado aos BAU e ao fantástico Imperialium, que vai no caminho de ascensão para o melhor blog português. Obrigado ao Sandro por proporcionar o material para este post e pela fonte de inspiração ambulante que ele representa. Obrigado ao Célsio Rijo, ao Monte-Carlos Glorioso e ao Cristophero Colombo por terem tido a amabilidade de entrar neste post. Obrigado ao Abutre, à Malukita e ao excepcional 007. Obrigado às flamingas pelos insultos que delas brotavam, como flores num jardim primaveril. Finalmente, obrigado a todos aqueles que de uma forma ou de outra contribuíram ou influenciaram este post, e que não foram referidos acima.